Filmes favoritos em maio de 2023

Recentes

The Quiet Girl (2022): uma menina negligenciada pela família passa o verão com parentes distantes e desabrocha. Atuações excelentes. 4 estrelas

Triângulo da Tristeza (2022): filme absurdo com discussões de gênero irônicas, críticas ao capitalismo e escatologia. Achei o roteiro bem original, embora resenhas na internet discordem. Tem a vibe de White Lotus, que estreou em 2021, mas acho bem improvável que tenha servido de inspiração, dado o tempo de produção de um longa. 4 estrelas

Happiest Season (2020): um casal de namoradas vai passar o natal com a família de uma delas, hiperfocada em aparências e reputação. Quase não chega a ser comédia romântica, achei a situação toda bem dramática. 4 estrelas

Retrato de uma Jovem em Chamas (2019): uma jovem pintora é contratada para retratar outra jovem prestes a se casar contra a vontade. Filme sensível, bela fotografia. 4 estrelas

Tudo É Cópia (2015): documentário sobre Nora Ephron, de quem sou fã. 5 estrelas

Oblivion (2013): os dois últimos habitantes da Terra vivem em órbita, o mundo foi devastado por uma guerra interplanetária e eles devem partir logo para uma nova colônia, mas é claro que as coisas não correm como planejado. Ótimo roteiro. 4 estrelas

Antes de Partir (2007): Um filme que tem Jack Nicholson e Morgan Freeman só pode ser bom. Os dois são pacientes terminais que resolvem aproveitar os últimos meses de vida para realizar sonhos. 4 estrelas

Direto do Túnel do Tempo

Ran (1985): meu primeiro Kurosawa. Um velho rei resolve repartir seus domínios entre os três filhos e as coisas não correm muito bem. Atuações e visual teatrais, inspirado em “Rei Lear”, interessantíssimo. 4 estrelas

Eles Não Usam Black Tie (1981): a vida dura e dramática da classe operária – o salário que não dá, as moradias precárias, o medo do futuro, a violência das instituições e das ruas. Saber que houve poucas mudanças nos últimos quarenta anos torna o filme um tanto deprimente. 5 estrelas

Bye Bye Brazil (1980): um road movie pelo sertão do Brasil, do Nordeste a Altamira. Pobreza, falta de Estado, destruição da Amazônia, exploração dos indígenas, prostituição como forma de sobrevivência – tudo isso entremeado com humor negro. O filme termina com uma nota de esperança. 4 estrelas

A Sede do Mal (1958): ótimo suspense noir de Orson Welles. “O que importa o que dizemos sobre as pessoas?”, boa frase para termos em mente em tempos de redes sociais. 4 estrelas

Para pesquisar onde assistir: https://www.justwatch.com/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *