Com essa onda de brigadeiria gourmet, virou moda chamar qualquer docinho enrolado de brigadeiro. Daqui a pouco, beijinho vai virar brigadeiro de coco e cajuzinho vai ser brigadeiro de amendoim. Não me entenda mal: eu adoro os docinhos dessas lojas (em Brasília, recomendo a Puro Brigadeiria – e não deixe de provar o docinho de cràme brûlée), só que brigadeiro é aquele docinho com leite condensado e chocolate, necessariamente.
Então, nada de achar que isso aqui é brigadeiro de farinha láctea. É docinho de farinha láctea e ponto. E é uma delícia. Se você sente saudades do tempo em que comia farinha láctea pura (ops, essa sou eu), vai adorar!
Leve todos os ingredientes ao fogo baixo, mexendo sempre até desgrudar da panela. Eu me guio pela lateral: quando o doce está soltando da lateral da panela, está no ponto.
Despeje em uma travessa e espere uma hora ou duas até que esfrie. Enrole os docinhos e passe pela farinha láctea antes de colocá-los nas forminhas de papel.
Ninguém mais enrola docinhos em casa hoje em dia, né? Antigamente, achava-se forminhas de papel em padarias, supermercados… dessa vez, tive que ir a uma loja especializada em artigos de festa.
88 queries. 0,378
O interessante é que o nome do docinho, “brigadeiro”, vem da campanha política do Brigadeiro Eduardo Gomes, concorrendo à Presidência contra Dutra, no pós guerra. Bem, essa é uma versão…rs…
@Roan, obrigada pela informação curiosa, eu não fazia ideia.