O Dia Depois de Amanhã

Ficha técnica

The Day after Tomorrow. EUA, 2004. Ficção Científica. 124 min. Direção: Roland Emmerich. Com Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum e Sela Ward.

Várias alterações climáticas no planeta provocam fenômenos naturais de grandes proporções, como maremotos e furacões. Enquanto os sobreviventes migram para o sul, para fugir das geadas, um cientista segue o caminho inverso à procura de seu filho, em Nova York.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

O Dia Depois de Amanhã é um típico filme-catástrofe. O diretor é o mesmo de Independence Day. Assim que o filme começa, você já imagina aparecer, na parte inferior da tela, aquele símbolo da Globo e as letras em amarelo formando “Tela Quente”.

O enredo tenta ser moralizante, com aquela velha lição: “se vocês não cuidarem bem do planeta, ele não cuidará bem de vocês”. Os efeitos especiais são ótimos, ainda que dêem margem a situações extremamente mentirosas de vez em quando, como lobos voadores e lufadas de gelo que mais parecem monstros apocalípticos.

A melhor parte é ver os Estados Unidos se dando realmente mal. Não há grandes heróis, não há uma fórmula mágica para reverter a situação, não há uma resposta milagrosa na hora “h”. O que é visto são americanos fugindo desesperadamente, sendo rejeitados pelos mexicanos, atravessando o Rio Grande a nado (numa inversão da corrente migratória ilegal México-Estados Unidos). O cinema inteiro vibrou de alegria quando foi anunciado que os americanos poderiam, sim, entrar no México – desde que a dívida externa da América Latina fosse perdoada.

O Brasil se daria muito bem numa catástrofe climática como a retratada no filme: não seria diretamente atingido, e ainda se livraria da dívida externa. Perfeito.

Vale como uma diversão despretensiosa em uma tarde de férias.

Notinha

Durante a sessão:
Eu, não levando o filme nada a sério: – Já reparou como esses desastres nunca acontecem em outro lugar, só nos Estados Unidos?
Kika, no mesmo estado de espírito: – É. Os Estados Unidos são egoístas até com as catástrofes.

Leis da Atração

Ficha técnica

Laws of Attraction. EUA, 2003. Comédia Romântica. 90 min. Direção: Peter Howitt. Com Pierce Brosnan, Julianne Moore e Parker Posey.

Especialista em divórcio, advogada de Nova York começa a ter problemas quando um novo e atraente adversário chega à cidade.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

Daqui a uns anos, você poderá assistir a Leis da Atração na Sessão da Tarde. É bobinho, ótimo pra gente desligar o cérebro enquanto assiste. Não tem grandes atrativos. Interpretações razoáveis, roteiro mediano e um tanto previsível. Os destaques são os embates entre os advogados no tribunal, capazes de arrancar boas risadas, e a mãe da advogada protagonista, muito divertida em sua busca pela juventude eterna.

Em suma, o filme propicia alguma diversão. Assista, se não tiver opções mais interessantes.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Ficha técnica

Harry Potter and the Prisioner of Azkaban. EUA, 2004. Aventura. 136 min. Direção: Alfonso Cuarón. Com Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Gary Oldman e David Thewlis.

Na terceira aventura baseada na obra homônima de J.K. Rowling, o estudante de magia Harry Potter está em perigo, depois que um bruxo, supostamente envolvido com a morte de seus pais, escapa da prisão de Azkaban.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é um bom filme, bem conduzido e com um visual muito bonito. A adaptação foi bem feita. Ok, muita coisa foi cortada. Mas ninguém falou em transcrição fiel, certo? Seria impossível fazer isso. O essencial do livro está lá, de uma forma cativante, prendendo a atenção do começo ao fim – mais de duas horas de filme, que nem senti passar. Isso é o que importa.

Notinha: para a minha felicidade, não havia nenhuma criança no cinema.

Shrek 2

Ficha técnica

Shrek 2. EUA, 2004. Animação. 105 min. Direção: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon. Com as vozes de Mike Myers, Eddie Murphy, Cameron Diaz e Antonio Banderas.

Depois que descobre que sua filha casou com o ogro Shrek, o rei faz de tudo para separá-los, pedindo a ajuda do Gato de Botas. A versão dublada conta com as vozes de Bussunda e Pedro Bial.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

5 estrelas

Você viu o primeiro filme e gostou? Então, vai adorar Shrek 2, que segue a mesma linha. Ou seja, é pra lá de engraçado, tem ótimas tiradas e vale cada centavo do ingresso. Aliás, vale até ver duas vezes.

Não viu o primeiro Shrek? Veja o segundo. São independentes o suficiente para que os marinheiros de primeira viagem se divirtam sem restrições.

Aliás, uma coisa que senti falta no Shrek 2 foi aquela mania que tinha o burro de dizer “Really, really??” para tudo. Mas ele está lá, irritantemente simpático como sempre. E ganhou um parceiro, o Gato de Botas. Gente, o que é aquele gato?? Que coisa fofa! A Kika comentou que um dos gatos dela (ou melhor, do Kiko) é igualzinho. É bom mantê-lo longe do meu alcance, se ela quiser conservá-lo. Ah, a dublagem do novo personagem fica por conta do Antonio Banderas e está fantástica – ninguém interpretaria o gato tão bem quanto ele.

Uma das melhores características do filme são as referências a outras películas: O Senhor dos Anéis, Missão Impossível e muito mais.

Descobri aqui que existe o Shrek 1e1/2, lançado somente em DVD. Preciso mencionar que estou louca pra ver?

A propósito, quando vamos ter o Shrek 3?