Dia dos Amantes de Gatos!

É muito amor!
É muito amor!

A Renata Checha bolou uma coisa muito bacana para os amantes de gatos: o #catloversday. A ideia é demonstrar nosso amor pelo felinos e espalhar aos quatro cantos que gatinho é tudo de bom (parece incrível, mas esses bichos adoráveis ainda sofrem muito preconceito).

Leia sobre a proposta no blog Bicho Amigo. No twitter, você acompanha as novidades do projeto. O “dia d” será 29 de setembro, em que você poderá demonstrar seu amor pelos bichanos trocando seu avatar do twitter por uma foto com seu gatinho.

Além disso, haverá sorteios de mimos para humanos e felinos. O Cadê entrará na ciranda oferecendo um presente ultrafofo – fotos em breve!

Google homenageia Pac-Man

Se você foi criança nos anos 80, precisa visitar a página do Google hoje, 21 de maio de 2010: o buscador homenageia o trigésimo aniversário do Pac-Man, um dos jogos para videogame mais populares de todos os tempos.

O jogo foi lançado em 22 de maio de 1980, o que me leva a crer que a homenagem do google ainda estará no ar amanhã; mas, se eu fosse você conferiria agora mesmo e aproveitaria pra jogar um pouquinho.

Evite os fantasmas, coma as pastilhas e ganhe o jogo!
Evite os fantasmas, coma as pastilhas e ganhe o jogo!

Alguns Quereres

Quero promessas coloridas embrulhadas em papéis de realidade.
Quero umas poucas certezas e alguns mistérios no meu caminho.
Quero dormir cedo do dia seguinte e acordar tarde de depois de amanhã.
Quero poesias e sonhos concretos, ao alcance das mãos e dos olhos.
Quero perder-me de vez em quando, para achar-me depois, em outras paragens.
Quero a eternidade para os bons momentos.
Quero prolongar sabores.
Quero toques macios e música contínua.
Quero não pensar demais, nem de menos – só na medida certa.
Quero amigos o tempo todo e amores de vez em quando.
Quero a leveza da manhã de sol após a chuva da madrugada.
Quero dias e noites livres.
Quero saber exatamente do que gosto hoje, que pode não ser o mesmo que me agradava ontem.
Quero tempos que tragam novos olhares.
Quero alguns velhos olhares dentro de tempos perenes.
Quero a beleza além da aparência.
Quero render-me ao nada, esvaziar o pensamento, jogar fora os medos.
Quero a inconsequência inocente da criança que cai e levanta em seguida.
Quero a vida toda, a cada segundo.
Quero saber que não existem metades, só o inteiro.
Quero demais, às vezes.
Quero continuar querendo, apesar disso, a cada dia renovando desejos.

separador

Em 03 de novembro de 2003, o Dia de Folga deixou de ser página no Pop para se tornar blog no Weblogger (eu sei, meu passado me condena).

Pra comemorar a idade “avançada”, nada como um texto velho. Republicar alguns daquela época está nos meus planos desde sempre. Esse aqui, porém, não seria republicado se não tivesse ganhado elogios recentemente. É de 18 de janeiro de 2005 e, possivelmente, a única tentativa de poesia que foi além do meu caderno.

Dia Mundial Sem Carro – eu participaria, se pudesse.

Amanhã, 22 de setembro, celebra-se o Dia Mundial Sem Carro. A ideia é conscientizar a população sobre os transtornos que o uso exagerado do carro podem trazer às nossas cidades, incentivando o uso de meios alternativos de transporte ao menos um dia por ano.

A cidade pára, nós paramos.
A cidade pára, nós paramos.

A poluição do ar é só um dos problemas gerados pelo excesso de carros nas ruas. A poluição visual e sonora também reduzem nossa qualidade de vida, as horas perdidas diariamente no trânsito roubam-nos tempo de lazer e convivência com família e amigos, os engarrafamentos são estressantes.

Se você puder, deixe seu carro na garagem amanhã. Use o transporte público para chegar ao trabalho. Se tiver condições, vá de bicicleta, ou quem sabe a pé – e aproveite para praticar exercício. Se não houver jeito de abandonar o carro, tente oferecer carona a um amigo para ir e voltar do trabalho.

Sei que nem todos podem aderir ao manifesto. Costumo participar do Dia Mundial Sem Carro quando ele cai num fim-de-semana.  Infelizmente, durante a semana isso é completamente inviável. Moro numa cidade de concreto e asfalto em que tudo foi pensado para os carros, sem deixar espaço ao ser humano. As linhas de ônibus são pífias e várias delas (inclusive a que me atenderia na volta para casa) são desativadas muito cedo todos os dias. O metrô é lento, superlotado, insuficiente. Não há calçadas. Não há sombras para aplacar o sol, nem iluminação pública na volta para casa. Não há ciclovias.

O que há são inúmeras promessas governamentais (como a construção de 600 quilômetros de ciclovias) e pouca ação (apenas algumas dezenas de quilômetros em construção). Há, também, uma facilidade incrível para a compra do carro, mas nenhuma orientação sobre os juros das prestações ou o custo de manter um automóvel.

Para completar o quadro, existe uma total falta de educação no trânsito, em que vale a lei do mais forte. Pedestres têm vez, é verdade, nas faixas. Ciclistas e motociclistas precisam contar com a sorte para sobreviverem aos desmandos dos possuidores de veículos de quatro rodas. Entre os carros, mesmo, vale o “eu primeiro”: ligar a seta para mudar de pista é interpretado pelo carro ao lado como “vou correr pra não dar chance a esse sujeito”.

“Ecologia” não é só cuidar de plantas. É respeitar o ambiente (inclusive o urbano) e seus componentes (inclusive o homem). Se você, como eu, não pode deixar o carro em casa amanhã, ao menos tente usá-lo com civilidade. Dê a preferência, não jogue lixo pela janela, proteja os que usam meios de transporte mais frágeis. Não se trata apenas de ser “verde” ou de seguir o Código de Trânsito Brasileiro, mas de ter educação, esse artigo que anda tão em falta nos últimos tempos.

Foto: Edgley Cesar (Creative Commons).