

Merlin, da Suzane, e Levi, da Sandra. Gatões pretos que ajudaram a salvar a vida da Cacau em junho. Ela e eu temos certeza de que gato preto dá muita sorte!
Uma ótima Sexta-Feira 13 pra você!
Uma estante atrás da cama faz as vezes de cabeceira e amplia o espaço de armazenamento do quarto (com o uso de cestas que escondem as miudezas), além de servir como decoração. Que tal?
Foto: Better Homes and Gardens.

Uma estante que esconde uma porta… Achei um charme! No Instructables tem o passo-a-passo.
Este livro não é apenas o mais chato do Dan Brown: é também o mais chato que li nos últimos tempos.
O centro da história é a divisão de criptografia da NSA, a Agência de Segurança Nacional do governo norte-americano, e seu supercomputador TRANSLTR, capaz de quebrar a criptografia de qualquer email em poucos minutos – até que surge um novo código de criptografia que parece inquebrável. A chave para a sobrevivência do TRANSLTR e da segurança nacional está na Espanha, e para lá é enviado David, um professor universitário e par romântico de Susan, funcionária da NSA.
O livro divide suas páginas entre uma perseguição absolutamente inverossímil na Espanha (que serve pra quê, mesmo?) e muito blá blá blá teórico com a profundidade de um pires na NSA. Nenhuma das partes convence ou entretem. A encheção de linguiça é tão forte que você pode fazer uma leitura diagonal pelos capítulos sem perder uma fração do sentido geral.
Nem as reviravoltas típicas de Dan Brown são suficientes para capturar a atenção. Aliás, mesmo o enigma final do livro (um ponto forte das obras posteriores do escritor – este é seu primeiro livro) é ridículo: o leitor mata a charada em dois minutos e fica observando os supostos gênios da criptografia da NSA debaterem-se em soluções obviamente erradas pelas próximas dez páginas.
De bom, no livro, apenas o conhecimento extra que se pode adquirir sobre a história da criptografia – eu não conhecia a história do quadrado perfeito de César, por exemplo. Só que isso não é suficiente para fazer valer a leitura.