Vodca Ice

Ingredientes

  • 1 envelope de refresco de limão
  • 1/2 litro de água
  • 2 litros de refrigerante de limão
  • 1/2 litro de vodca

Você também precisará de

Preparo

Dissolva o refresco em meio litro de água (não em um litro, como mandam as instruções). Mexa bem. Acrescente o refrigerante de limão e a vodca. Sirva geladíssima.

Dicas e Complementos

  • Tempo de preparo: 5 minutos
  • Grau de dificuldade: fácil
  • Rendimento: 3 litros

Eu, Robô

Ficha técnica

I, Robot. EUA, 2004. Ficção Científica. 115 min. Direção: Alex Proyas. Com Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk e James Cromwell.

Em 2035, detetive investiga o assassinato de um cientista em que o principal suspeito é um robô. Inspirado em contos de Isaac Asimov.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

4 estrelas

Adoro ficção científica, gosto muito do Asimov e sou fã do Will Smith. Logicamente, na minha visão parcial, só posso considerar esse filme ótimo, bem além das duas estrelas dadas pela Folha.

O roteiro de Eu, Robô não guarda semelhanças com a história homônima de Asimov. O único ponto de contato são as três leis da robótica – aliás, um dos melhores conceitos já criados pela ficção científica, usado e abusado por diversos autores e roteiristas de cinema. Ah, você não as conhece? São as seguintes:

  1. Um robô não pode fazer mal a um ser humano ou, por inação, permitir que algum mal lhe aconteça.
  2. Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando estas contrariarem a primeira lei.
  3. Um robô deve proteger a sua integridade física, exceto quando isto contrarie as duas primeiras leis.

O sistema, criado para dar segurança a uma humanidade cada vez mais envolvida com os robôs, mostra-se falho e incompleto no filme, introduzindo-se a discussão de que nada pode superar o livre arbítrio humano. O plano filosófico, disputa espaço com diversas cenas de ação, efeitos especiais de primeira qualidade e um Audi que encantou até a mim, que não sou aficcionada por carros.

As boas interpretações e uma trama que reserva surpresas até o desfecho completam o conjunto, fazendo de Eu, Robô um filme que vale a pena ser visto, ainda que a ficção científica não seja seu gênero preferido.

Notinhas

Continuo querendo ter um gato. Nem precisa ser o Gato de Botas do Shrek. Pode ser aquele de Eu, Robô, mesmo.

O filme guarda alguma semelhança com Inteligência Artificial, só que consegue manter-se interessante e coerente até a última cena – o que é mais que se pode dizer de A. I..

Alguém me explica por que as salas de cinema costumam lembrar frigoríficos? Passei boa parte da sessão tentando convencer-me de que frio é psicológico.

Bolo de cenoura

Receita da Sra. Monte. Sempre faz sucesso.

Ingredientes

  • 4 cenouras cruas
  • 4 ovos
  • 1 xícara (chá) de óleo
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó royal

Você também precisará de

  • liquidificador
  • assadeira retangular grande
  • forno convencional

Preparo

Bata no liquidificador as cenouras (descascadas e picadas), os ovos e o óleo. Depois de bem batidos, coloque em uma tigela e acrescentar a farinha e o açúcar, batendo bem, com a batedeira – você pode usar o liquidificador mesmo, se o copo for grande o suficiente. Por último, acrescente o fermento e mexa levemente.

Asse em forma grande, untada e enfarinhada, em forno médio pré-aquecido, por aproximadamente meia hora (faça o teste do palito).

Ao retirar do forno, despeje uma receita de brigadeiro em ponto mole por cima do bolo.

Dicas e Complementos

Ótima receita para levar na festinha do trabalho ou da escola. Rende barbaridade e fica pronta rapidinho.

  • Tempo de preparo: 45 minutos
  • Grau de dificuldade: fácil
  • Rendimento: uma assadeira grande, ou 45 quadradinhos, aproximadamente

Super Size Me – A Dieta do Palhaço

Ficha técnica

Super Size Me. EUA, 2004. Documentário. 98 min. Direção: Morgan Spurlock. Com Morgan Spurlock e Daryl Isaacs.

Para analisar a cultura do fast food, o diretor se transforma em cobaia, alimentando-se durante um mês, três vezes ao dia, apenas no McDonald’s.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3,5 estrelas

Morgan Spurlock concebeu Super Size Me quando viu o resultado de um processo movido por duas garotas contra o McDonald’s, acusando-o pelas suas más condições de saúde. O juiz declarou que não podia condenar a rede de lanches, por não ter ficado provada a correlação entre a alimentação fornecida por ela e os problemas de saúde das garotas. Spurlock decidiu, então, provar que a correlação existe. Propôs-se a, durante trinta dias, alimentar-se exclusivamente das coisas vendidas pelo McDonald’s.

A idéia foi fazer uma experiência-limite, a fim de medir os efeitos de uma dieta constituída por fast food no organismo e comprovar que ela é prejudicial. Spurlock conseguiu o que queria – todas as suas taxas de saúde (glicose, colesterol etc.), antes perfeitas, alcançaram patamares altissimos e seriamente perigosos à saúde, a ponto de Ter-lhe sido recomendado abandonar a experiência, por não se ter idéia do quão mal ela poderia lhe causar. O aumento de peso também foi considerável: onze quilos em trinta dias – mais de 10% do seu peso corporal (que era de 84,3 quilos) em pouco tempo, o que é sempre perigoso. Um dos médicos apontou que a dieta rica em fast food provou-se tão danosa quanto beber em excesso. O fígado de Spurlock transformou-se em patê. Foram necessárias oito semanas de desintoxicação para voltá-lo a condições aceitáveis, e nove meses para retomar o peso corporal anterior. Os médicos afirmaram que, mesmo tendo feito a experiência por apenas trinta dias, ela foi tão danosa que, possivelmente, a vida e Morgan Spurlock sofrerá algum encurtamento.

A maior crítica ao filme é que ninguém, em sã consciência, come no McDonald’s com tamanha regularidade. A própria lanchonete alegou isso em sua defesa. Ocorre que ela nunca informou que comer fast food com tanta freqüência pode ser perigoso. Ao contrário, incentiva desde a infância o consumo de seus produtos. 72% dos norte-americanos comem no McDonald’s ao menos uma vez por semana. Isso sem falar nas outras lanchonetes. Assim, o grande problema apontado por Spurlock é a falta de informações adequadas aos clientes, aliada a uma campanha publicitária maciça em favor de uma alimentação nada saudável.

Outro ponto interessante refere-se à péssima qualidade dos lanches servidos nas escolas públicas – nada balanceados, gordurosos e incentivadores da obesidade. Some-se a isso o fato de que um americano médio caminha menos de três quilômetros por dia.

O diretor traz alguma influência de Michael Moore ao filme, construindo-o com auxílio de desenhos e não abrindo mão da música. O resultado final é interessante.

Só não sei se serve ao propósito de afastar as pessoas das redes de fast food. Porque eu e a Kika saímos da sessão louquinhas por um lance do McDonald’s.

Nunca vi Big Macs tão bonitos quanto os apresentados por Spurlock…