Meninos, eu vi…

…uma cidadã achando-se fashion com o seguinte modelito: mini-saia de “oncinha”, botas de cano alto e casaco de “pele”. Pra completar o visual, não podia faltar a meia-arrastão, claro.

Não, a dita-cuja não estava passeando pelo Setor de Prostituição de Brasília. Nem foi fotografada saindo de uma das festinhas produzidas por Geane Mary Corner para os políticos petistas.

A cidadã estava no Café do Teatro Nacional, aguardando o início de uma badalada peça.

O espelho da casa dela deve estar quebrado. Ou será que o que falta é semancol?

Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá!

Não existe nada mais sinistro que o Happy Tree Friends. Aquelas criaturinhas tão fofas, tão meigas, tão cute-cute sendo massacradas, esquartejadas, esfareladas. Bichinhos adoráveis esvaindo-se em sangue.

Um episódio por semana deve causar mais danos psico-emocionais que qualquer filme do Tarantino. Clube da Luta parece filminho infantil perto das animações do HTF.

O vídeo mais recente está bem levinho, é verdade. Quase ingênuo. Nem tem muitos miolos esparramados pelos quatro cantos.

Sem-jeito manda lembranças

Eu sou desastrada, todo mundo sabe. Desastrada, desengonçada, apressada, estabanada. Lógico que isso me gera muitos machucados, manchas roxas e esfolados pelo corpo.

O acidente mais recente, no entanto, foi demais até para os meus padrões. Um exagero do mau jeito e da desatenção. Faz dez minutos que sou a infeliz proprietária de um talho de mais de cinco centímetros logo acima do joelho. Está doendo pra diabo e não pára de sangrar. Está inchando. Está ardendo.

Não, não caí, nem me cortei com faca ou tesoura. Náh. Isso seria trivial.

Eu fiz o talho na bandeja da gravadora de cedê. Bem aqui, sentadinha em frente ao computador. Num lugar aparentemente inofensivo. Sozinha. Não posso pôr a culpa em ninguém.

Pelo menos a bendita gravadora continua funcionando.