A cestinha azul é para acessórios de limpeza da cozinha; a verde, do banheiro; a lilás, da sala e quartos.
A divisão por cestas e o código de cores têm duas grandes vantagens:
evita misturas pouco recomendáveis, como usar o pano do banheiro na cozinha;
permite que eu tenha à mão em um segundo tudo o que preciso para a tarefa do momento.
Os produtos de limpeza são transportado num baldinho, também segundo as necessidades do cômodo, mas não monto três baldes porque cada produto é usado em mais de um espaço e as duplicatas só ocupariam espaço. Em menos de um minuto, equipo o balde com os produtos correspondentes à tarefa que vou executar.
Não dá pra organizar coisas inúteis, quebradas, inservíveis. Também não dá pra fazer milagre e socar dez caixas de bagunça em um armário pequeno. Destralhe primeiro. Exercite o desapego.
É tão simples que chega a ser genial: divisórias diagonais na gaveta da cozinha, para separar aqueles talheres enormes que não caberiam em divisórias verticais.
Enjoada que estava do meu cabelo, resolvi voltar a pintá-lo depois de uns cinco anos de liberdade. De novo escolhi o vermelho, mas desta vez puxado para o “ruivo natural”, laranjinha – “só” a cor mais difícil de encontrar na roça, digo, em Brasília.
Acabei comprando por internet um tonalizante que não me satisfez (mas rendeu duas aplicações). Numa loja de cosméticos da cidade, achei a tintura 8R da Itely (que usa uma combinação bizarra de letras e números em vez de aderir ao código que todas as outras fabricantes usam) e levei também a 10D para tentar um tom mais claro misturando ambas.
Essas compras envolveram, também, condicionador pós-tintura, recipiente para misturar as tintas e PPT (protetor de pele para tintura). Ou seja: arranjei gastos e sarna para me coçar no ano sem compras. Embora não esteja arrependida, ainda não cheguei ao tom de ruivo que gostaria, que é à la Marcia Cross em Desperate Housewives.
Foi uma compra desnecessária? Sim, foi. Eu poderia continuar com o meu cabelo natural. Para piorar, violei a regra específica de não comprar cosméticos. Por outro lado, não é como se eu tivesse tintas sobrando em casa e, além delas, resolvesse comprar outras pra aumentar o estoque. Então, pelo menos não foi uma compra redundante, nem adquiri algo que ficará juntando poeira em casa.
Completinho. 🙂
A grande aquisição do mês foi o teclado para o meu tablet. Esperei uma boa promoção e ele finalmente ficou completo e funciona como um excelente netbook, quando preciso.
Aaaaah, também comprei uma capa e uns cabos pro transformer. Essa é a pior parte de comprar uma nova traquitana: outras aquisições sempre se fazem necessárias para completá-la.
A reforma no apartamento continuou, com os correspondentes gastos de mão-de-obra e material.