Café Store

Nem sempre é fácil encontrar aquela máquina que você tanto quer ou um café gourmet para presentear um amigo. Se você mora no interior, pode até ser uma missão impossível.

Café Store
Loja virtual para amantes do café.

Por isso achei bacana descobrir uma loja virtual especializada em cafés e apetrechos: é a Café Store, que conta com uma boa variedade de máquinas, pós, livros e acessórios para tornar o cafezinho ainda mais gostoso.

Ainda não comprei na loja. Você comprou? Teve uma boa experiência? Compartilhe!

Blogueiros que me inspiraram [Desafio das Listas #01]

Lâmpada, o símbolo das ideias inspiradoras.O tempo está sobrando por aí? Pois é, nem por aqui. Por isso mesmo, resolvi aceitar o Desafio das Listas da Nospheratt. A proposta é simples: 25 posts em forma de listas (ou seja, tópicos, coisa fácil de escrever), cada um deles tomando menos de meia hora, publicados de segunda a sexta.

A coisa toda é uma loucura pra quem tem sido uma blogueira bissexta como eu, mas sabe do que mais? Talvez seja justamente disso que eu precise. Acostumar-me a escrever pouco, e rapidamente, pra não perder bons assuntos, nem deixar isso aqui tanto tempo às moscas. Acho que isso será um grande aprendizado.

O tema de hoje é: blogueiros que me inspiraram ou influenciaram.

Megeras Magérrimas

O blog coletivo de Rô, Ticcia e Fal já não existe há anos. Foi o primeiro que me fisgou e foi aí que percebi que blog não era (necessariamente) diarinho de adolescente: podia ter conteúdo, podia ser bem escrito, podia ser cativante. Foi depois de conhecer o Megeras que resolvi criar meu primeiro blog.

Contraditorium

Deixa eu contar uma coisa: o Cardoso já era figurinha carimbada nas interwebs antes dessa coisa de blog (e twitter não existia nem em sonhos delirantes). Um dia, googlando atrás do meu próximo pda (tive dois), descobri o blog desse cara que eu já “conhecia” de listas de discussão.  Li todos os textos sobre pdas. Depois, todos os que apareceram na minha frente. Os blogueiros começavam a ganhar relevância e foi lá que aprendi coisas como problogger, monetização e outros palavrões. O Contraditorium mudou de cara (sinto saudade do cachorrinho) e de conteúdo, mas continua inspirador.

Blosque

A Nosphie é inspiração constante. Quando começo a ficar sem paciência pra essa coisa de blogar, ela me lembra (diretamente ou por algum texto como o deste Desafio) as vantagens de ainda ter um blog, de manter esse canal, esse espaço de comunicação, esse exercício de criatividade (e de perseverança). Tenho blogs filhotes que existem graças a boas ideias da Nospheratt, tenho vários textos aqui no ddf inspirados por ela e esse meu passeio pelo mundo dos blogs certamente se tornou mais interessante e produtivo desde que a conheci, em 2007. A Nosphie me faz crer que continuarei a blogar pelos séculos dos séculos, amém.

Este texto faz parte do Desafio das Listas.

Imagem: raja4u, royalty free.

Jogando por Pizza

Jogando por Pizza - capaAlguns críticos reclamam dos escritores de uma história só. Eu, por outro lado, acredito que a prática leva à perfeição. Agatha Christie é a rainha do crime, Dan Brown adora uma teoria da conspiração institucional, Anne Rice é especialista em bruxas e vampiros (bem… em certos casos a prática leva ao esgotamento da fórmula).

John Grisham, por sua vez,  é famoso por seus romances de tribunal. Histórias de tribunal são quase um gênero à parte no cinema; na literatura, são o filão de Grisham, que até faz a gente acreditar que Direito pode ser interessante (e vários de seus livros foram levados para o cinema, contribuindo para a formação do tal gênero “filme de tribunal).

Sabe-se lá por que, em Jogando por Pizza Grisham resolve sair de seu habitat e aventurar-se pelo… futebol americano. O protagonista é Rick Dockery, jogador  medíocre que, para seu próprio bem, tem de deixar os Estados Unidos após cometer o que seria definido como um belo frango, se jogasse futebol com os pés. Dockery resolve (bem, não exatamente; é o melhor que consegue) mudar-se para a Itália, atrás de uma nova carreira e, quem sabe, de uma nova vida.

Jogando por Pizza é leve, com passagens que provocam risos. É, também, um tanto tedioso; além de ser altamente previsível, as longas descrições de partidas de futebol americano são profundamente desinteressantes para quem não entende do esporte, e não merecem mais que uma leitura dinâmica.

Não é um livro de todo ruim. É até passável, graças especialmente às situações cômicas em que Rick se mete por desconhecer os hábitos e a cultura dos italianos (suas aventuras com um Fiat são hilariantes). Sem dúvida, porém, não faz jus aos grandes romances de John Grisham.

Ficha

  • Título original: Playing for Pizza
  • Autor: John Grisham
  • Editora: Rocco
  • Páginas: 291
  • Cotação: 2  estrelas
  • Encontre Jogando por Pizza.