Amarula caseira

Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado (pode ser usado o light)
  • 1 lata de creme de leite (que também pode ser light)
  • 1 copo americano de conhaque
  • 1 barra de chocolate suflair

Você também precisará de

Preparo

Bata tudo no liquidificador por uns 3 ou 4 minutos, ou até o chocolate sumir completamente. O drink sairá quente do liquidificador. Pode ser tomado assim, mas gelado fica mais gostoso. Se estiver com pressa, coloque umas pedras de gelo no copo na hora de servir.

Dicas e Complementos

Não fica igual à verdadeira amarula, que é imbatível, mas fica delicioso.

O teor alcoólico é baixo, mas cuidado – por ser bebida doce, “sobe” rapidinho.

  • Tempo de preparo: 5 minutos
  • Grau de dificuldade: fácil
  • Rendimento: aproximadamente 800 ml.

Vodca Ice

Ingredientes

  • 1 envelope de refresco de limão
  • 1/2 litro de água
  • 2 litros de refrigerante de limão
  • 1/2 litro de vodca

Você também precisará de

Preparo

Dissolva o refresco em meio litro de água (não em um litro, como mandam as instruções). Mexa bem. Acrescente o refrigerante de limão e a vodca. Sirva geladíssima.

Dicas e Complementos

  • Tempo de preparo: 5 minutos
  • Grau de dificuldade: fácil
  • Rendimento: 3 litros

Eu, Robô

Ficha técnica

I, Robot. EUA, 2004. Ficção Científica. 115 min. Direção: Alex Proyas. Com Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk e James Cromwell.

Em 2035, detetive investiga o assassinato de um cientista em que o principal suspeito é um robô. Inspirado em contos de Isaac Asimov.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

4 estrelas

Adoro ficção científica, gosto muito do Asimov e sou fã do Will Smith. Logicamente, na minha visão parcial, só posso considerar esse filme ótimo, bem além das duas estrelas dadas pela Folha.

O roteiro de Eu, Robô não guarda semelhanças com a história homônima de Asimov. O único ponto de contato são as três leis da robótica – aliás, um dos melhores conceitos já criados pela ficção científica, usado e abusado por diversos autores e roteiristas de cinema. Ah, você não as conhece? São as seguintes:

  1. Um robô não pode fazer mal a um ser humano ou, por inação, permitir que algum mal lhe aconteça.
  2. Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando estas contrariarem a primeira lei.
  3. Um robô deve proteger a sua integridade física, exceto quando isto contrarie as duas primeiras leis.

O sistema, criado para dar segurança a uma humanidade cada vez mais envolvida com os robôs, mostra-se falho e incompleto no filme, introduzindo-se a discussão de que nada pode superar o livre arbítrio humano. O plano filosófico, disputa espaço com diversas cenas de ação, efeitos especiais de primeira qualidade e um Audi que encantou até a mim, que não sou aficcionada por carros.

As boas interpretações e uma trama que reserva surpresas até o desfecho completam o conjunto, fazendo de Eu, Robô um filme que vale a pena ser visto, ainda que a ficção científica não seja seu gênero preferido.

Notinhas

Continuo querendo ter um gato. Nem precisa ser o Gato de Botas do Shrek. Pode ser aquele de Eu, Robô, mesmo.

O filme guarda alguma semelhança com Inteligência Artificial, só que consegue manter-se interessante e coerente até a última cena – o que é mais que se pode dizer de A. I..

Alguém me explica por que as salas de cinema costumam lembrar frigoríficos? Passei boa parte da sessão tentando convencer-me de que frio é psicológico.