Apesar do título, não vou divagar sobre a morte, o além, a vida, o universo e tudo o mais. Morte e impostos são as únicas certezas nessa vida, já diz o ditado. Este post é só pra compartilhar uma iniciativa que o algoritmo do instagram resolveu me mostrar e que achei maravilhosa: Pra Quando Eu Morrer.
O autor do projeto, Tom Almeida, explica seu propósito de modo bem direto: “No dia em que eu morrer, quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações” – para isso, ele inicia uma jornada de organização da burocracia, dos desejos e das questões práticas que envolverão a própria morte, de modo a facilitar tanto quanto possível o processo para os que sobreviverem a ele. E o pulo do gato é que ele resolveu compartilhar essa rotina com quem quiser acompanhá-lo.
Esse compartilhamento será feito por meio de um podcast e de material de apoio pra gente conseguir pensar na própria morte em etapas – oito no total. O primeiro episódio saiu dia 12 de maio (está no spotify também). Depois de ouvir, baixei o material de apoio e em menos de uma hora completei (quase) todas as propostas. Imprimi e organizei tudo em uma pasta-fichário que já tinha. Não, não foi nada deprimente. Foi um momento de reflexões práticas, seguido uma sensação muito agradável de dever cumprido. Ainda pretendo decorar a pasta e os papéis, usar washi tapes e adesivos pra deixar tudo mais leve e, por que não?, bonitinho.
Se você também gostou da ideia, comece por aqui: Pra quando eu morrer. E espalhe essa ideia!