Homens que bebem café também têm menos câncer.

Se você, homem, ficou com invejinha quando descobriu que mulheres que bebem café têm menos risco de desenvolver câncer de mama, saiba que a sua saúde também se beneficia com essa bebida deliciosa. Ao menos é o que indica um novo estudo:

Para reduzir os riscos de desenvolver um câncer de próstata, quanto mais café melhor, de acordo com um novo estudo publicado nesta terça-feira por pesquisadores da Harvard School of Public Health. Homens que bebem seis ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma redução de 60% no risco de desenvolver um tipo extremamente letal de câncer de próstata, e uma redução de 20% no risco de sofrer com qualquer tipo de câncer de próstata em relação a homens que não consomem a bebida.

Quem bebe menos de seis xícaras também tem algum ganho. Saiba mais lendo a notícia no Blog Café Fácil.

Café pode diminuir o risco de câncer de mama

Os estudos ainda não são conclusivos, mas mulheres que bebem bastante café (5 xícaras por dia ou mais) podem ter 57% menos chance de desenvolver um tipo particularmente agressivo de câncer de mama:

O café pode proteger as mulheres de uma forma agressiva de câncer de mama, especialmente se tomadas cinco ou mais xícaras ao dia, de acordo com pesquisa que aparece nesta quarta-feira na publicação Breast Cancer Research. As mulheres que bebem bastante café têm possibilidades menores de desenvolver o chamado câncer de mama com receptores de estrogênios negativos, que não respondem a certos fármacos, por isso que a quimioterapia é geralmente a única opção.

Leia a matéria completa no blog Café Fácil. Enquanto isso, vou ali tomar mais um cafezinho. 😉

Há pessoas e pessoas.

Enquanto esperava atendimento numa loja, a televisão mostrava as enchentes no Rio de Janeiro. Não consegui ouvir os detalhes, não sei em que cidade aconteceu. O que vi foi uma mulher no topo de um telhado, desesperada pela água que subia rapidamente, cercava toda a casa e ameaçava arrastá-la. Junto da mulher, um cachorro. Talvez vira-lata. Certamente muito amado. Apesar das chances reais de morrer, a mulher preocupava-se com seu cachorro. Segurava-o. Queria salvá-lo. Não tinha nenhum bem material além da roupa do corpo. Havia apenas o cão.

Ao lado, um prédio bem mais alto. Duas pessoas, em vez de fingirem que nada estava acontecendo, tentaram ajudar a mulher. Arranjaram uma corda e conseguiram jogar-lhe uma ponta. Ela se amarrou e segurou a corda com uma das mãos; com o braço livre, agarrou o cachorro. Sabendo que essa era a única chance de sobrevivência para ambos, atirou-se ao rio que se formara e confiou naqueles dois homens que lhe davam uma esperança.

Segundos depois, a mulher apareceu na superfície da água. Mãos vazias. A correnteza foi mais forte e arrastou o cachorro para a morte certa. A mulher, chorando o tempo todo, foi içada pelos homens. Não sei o que ela dizia. Imagino que estava em choque, assustada, lamentando a perda das suas coisas e do amigo que com tanta determinação ela tentou salvar. Amigo que, talvez, até pudesse ter saído antes do pior momento (não dizem que os animais pressentem mudanças meteorológicas?), mas certamente não abandonaria a dona, por não ser da sua natureza.

Ao meu lado, durante toda a reportagem, um senhor – provavelmente um cidadão respeitável, ciente de suas obrigações, da mais elevada moral e de reputação ilibada – reclamava: “Não é possível! Ela está preocupada com um cachorro! Que ridículo, nessa situação ela preocupada com um bicho!”.

Eu me lembrava das minhas gatas. Se um incêndio tomasse meu apartamento, tenho certeza de que meu principal objetivo seria salvá-las. Se não conseguisse… bem, eu podia imaginar a dor daquela mulher.

O que não podia entender era o descaso daquele sujeito ao meu lado. Será que nunca amou um animal? Será que nunca sequer conviveu com alguém que amasse um bicho? Seria absolutamente incapaz de ao menos ter empatia pela mulher que tentava salvar seu cachorro?

Como alguém pode criticar uma pessoa que tenta salvar seu animal da morte certa? Que tipo de ser humano é esse, afinal?

Na televisão, as últimas cenas dos homens que resgataram a mulher. Não sei o que pensaram sobre o cachorro, mas sei que fizeram o que podiam naquela crise. Não se omitiram.

Diante de um sujeito como o da loja, dá vontade de torcer pela extinção da raça humana. Aí, lembro da mulher lutando pelo cachorro e dos homens tentando salvá-la e até posso tentar acreditar que isso aqui ainda tem conserto.

Mas bem que podia rolar uma extinção seletiva.

Beber café pode ajudar a conseguir um encontro…

Cheiro de café atrai as mulheres.
Errr… não.

pelo menos se você for homem e morar em Nova Iorque. É o que diz uma pesquisa patrocinada pela AXE (em inglês) com o objetivo de descobrir os cheiros favoritos das mulheres.

Duas em três mulheres afirmam que é mais provável darem uns amassos no cara ainda no primeiro encontro se ele cheirar bem (e a terceira devia estar gripada, né?). A pesquisa da AXE mostrou, no entanto, que a definição de “cheirar bem” varia bastante entre os estados norte-americanos. Em Los Angeles, o cheiro favorito das mulheres é o de lavanda; em Dallas, o preferido é de fumaça de churrasco; na Filadélfia o sucesso fica por conta do cheiro de roupa lima (finalmente, isso faz sentido!). Baunilha conquistou adeptas por todo o país.

Em Nova Iorque, onde há uma cafeteria a cada esquina, não é tão espantoso assim que o cheiro de café tenha sido o mais votado. Suponho que, se a pesquisa fosse repetida aqui no Brasil, ele ganharia facilmente em São Paulo.

O que me leva a pensar: que aromas seriam os preferidos das mulheres em outros estados?

Em tempo: se quiser testar a pesquisa, o Boticário tem uma colônia com notas de café, o Coffe Man (também existe uma versão feminina).

Imagem: michaelaw, roytalty free.