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	<title>Dia de Folga &#187; viagens</title>
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	<description>opinião com gelo e laranja</description>
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		<title>Montevidéu &#8211; dicas variadas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 13:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/montevideu-dicas-variadas/">Montevidéu &#8211; dicas variadas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Algumas dicas para tornar sua estada em Montevidéu ainda mais agradável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/montevideu-dicas-variadas/">Montevidéu &#8211; dicas variadas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="../buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Algumas dicas para tornar sua estada em Montevidéu ainda mais agradável.</p>
<h3>Informações e Deslocamento</h3>
<ul>
<li>Montevidéu não tem metrô, mas <strong>andar de ônibus por lá é simples</strong> e o <a title="Como ir - Intendencia de Montevideo" href="http://www.montevideo.gub.uy/aplicacion/como-ir" target="_blank">site da intendência</a> (equivalente a governo de estado) torna tudo mais fácil, indicando os trajetos a pé ou de ônibus. A passagem  custa R$1,70 e, diferentemente de Buenos Aires, você não precisa ter o dinheiro certinho para embarcar.</li>
<li><strong>Táxi é barato</strong> e as distâncias geralmente são pequenas, o que o torna ainda mais convidativo.</li>
<li>Se os argentinos são polidos ao dar informações (o que já considero  excelente), <strong>os uruguaios são solícitos, amáveis e quase se oferecem pra  acompanhar você ao destino</strong>.</li>
</ul>
<h3>Câmbio</h3>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a title="Palacio Salvo ao fundo, Edifício Santander na frente. by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096572676/" target="_blank"><img title="Palacio Salvo ao fundo, Edifício Santander na frente." src="http://farm5.static.flickr.com/4127/5096572676_5d6c25640e.jpg" alt="Palacio Salvo ao fundo, Edifício Santander na frente." width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">O contraste entre antigo e contemporâneo é frequente em Montevidéu.</p></div>
<ul>
<li>A moeda leva o mesmo prenome da argentina, mas é diferente. <strong>Um real vale 10 pesos uruguaios</strong> (na Argentina, um real equivale a dois pesos).</li>
<li>No centro da cidade, tem <strong>uma casa de câmbio a cada esquina</strong>. Sem  exageros. Não precisa se preocupar em pegar muitos pesos &#8211; troque seus  dólares e reais conforme for precisando.</li>
<li>Pela diferença cambial, pode-se supor que o custo de vida no Uruguai é menor que na Argentina, e é mesmo: <strong>tudo lá é mais barato, de comida a eletrônicos</strong>.</li>
<li>Atenção para a pegadinha: nas vitrines, os preços de eletrônicos e de outros itens mais caros (roupas de grife, por exemplo) são apresentados em <strong>dólares</strong>. Afinal, se aquela tv de LED de última geração custasse só 300 reais, teria caravana de brasileiros pra comprar em Montevidéu.</li>
</ul>
<h3>Dia-a-dia</h3>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><a title="Ciudad Vieja, em frente ao Mercado do Porto. by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5095981039/" target="_blank"><img class=" " title="Ciudad Vieja, em frente ao Mercado do Porto." src="http://farm5.static.flickr.com/4103/5095981039_5930a8f27f.jpg" alt="Ciudad Vieja, em frente ao Mercado do Porto." width="263" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Ciudad Vieja, em frente ao Mercado do Porto.</p></div>
<ul>
<li><strong>Uruguaios adoram brasileiros</strong>. Sério. O garçom da Pasiva (uma rede de lanchonetes deliciosa) quase puxou uma cadeira e sentou pra bater papo quando ouviu a gente (eu e a <a title="Blosque" href="http://blosque.com" target="_blank">Nosphie</a>) falando português. Um outro senhor fez questão de interromper seu trajeto para nos dar conselhos de segurança.</li>
<li>Falando em segurança, Montevidéu é uma cidade bem tranquila, mas não é aconselhável passear pela Ciudad Vieja (Cidade Velha, o centro histórico de Montevidéu) depois que anoitece.</li>
<li><strong>Vinho é </strong><strong>muito barato</strong> &#8211; e me refiro a vinho decente, não aos Marcus James e Chapinhas daqui. Você compra um vinho comparável a um Concha y Toro (que não é <strong>o</strong> vinho, mas é digno e custa entre 15 e 20 reais no Brasil) por algo entre 5 e 10 reais no supermercado. Alguns vêm em caixa longa-vida, mas não julgue o livro pela capa, digo, o vinho pela caixa &#8211; eles também são razoáveis.</li>
<li>Não se preocupe em trazer vinhos para o Brasil. Livre-se dos problemas para acondicionar garrafas e do excesso de peso: <strong>beba tudo no Uruguai</strong>.</li>
<li><strong>Esqueça o que você entende por alfajor</strong>. Nem Havanna, nem Cachafaz, muito menos o alfajor da Turma da Mônica: o negócio é o <strong>Agua Helada</strong>, que é artesanal e está sempre fresquinho. Você encontra nos mercados (de bairro, inclusive) e nas padarias, tem de vários sabores e todos são <strong>deliciosos</strong>.</li>
<li>Se não encontrar o alfajor &#034;Agua Helada&#034; (vá por mim, procure que você acha), experimente o &#034;De la Sierra de Minas&#034; (semiartesanal). A marca já deixa os alfajores argentinos no chinelo.</li>
<li>O clima da cidade é<strong> mais frio </strong>que o de Buenos Aires &#8211; leve casacos e roupas quentes para dormir.</li>
<li><strong>A voltagem em Montevidéu é 220</strong>.</li>
<li>As tomadas não seguem um padrão, mas é fácil encontrar <strong>adaptadores </strong>à venda em lojas de ferragens ou supermercados.</li>
</ul>
<p>Dê uma olhada nas <a title="Buenos Aires - dicas variadas | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-dicas-variadas/" target="_blank">minhas dicas para Buenos Aires</a> &#8211; várias delas (como aprender o mínimo de castelhano e seguir os conselhos válidos para qualquer viagem internacional) se aplicam perfeitamente ao Uruguai.</p>

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	<li><a href="http://diadefolga.com/faca-voce-mesmo/" title="Faça Você Mesmo">Faça Você Mesmo</a></li>
</ul>

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		<title>Montevidéu &#8211; como chegar e onde ficar</title>
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		<comments>http://diadefolga.com/montevideu-como-chegar-e-onde-ficar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 13:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/montevideu-como-chegar-e-onde-ficar/">Montevidéu &#8211; como chegar e onde ficar</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Com este texto, inicio o passeio por Montevidéu. Para começar, dicas sobre a viagem de barco de Buenos Aires a Montevidéu e sugestão de hospedagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/montevideu-como-chegar-e-onde-ficar/">Montevidéu &#8211; como chegar e onde ficar</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="../buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Sim, <strong>claro</strong> que você pode chegar de avião, e também pode usar as milhas/pontos acumulados. Tudo que eu disse sobre <a title="Buenos Aires - como chegar e onde ficar | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-como-chegar-e-onde-ficar/" target="_blank">Buenos Aires</a> vale para Montevidéu &#8211; inclusive que os pacotes vendidos pelas agências de viagens não compensam se você está viajando só. Aliás, pode assumir isso como regra geral: em caso de viagem solo para o exterior, pacotes não compensam financeiramente. Para viagens dentro do Brasil, há casos em que compensam, mas ainda assim vale pesquisar.</p>
<p>(Honestamente, não sei como as agências de viagens sobrevivem em tempos de internet.)</p>
<p>Acontece que saí de Buenos Aires pra chegar a Montevidéu, e aí o melhor jeito de viajar não é de avião, mas de navio (ou buque).</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a title="No Buque, de Buenos Aires a Montevidéu. by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5095974377/" target="_blank"><img title="No Buque, de Buenos Aires a Montevidéu." src="http://farm5.static.flickr.com/4128/5095974377_8aa6d9dcff.jpg" alt="No Buque, de Buenos Aires a Montevidéu." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Quem quis, viajou sem ninguém ao lado.</p></div>
<p>São duas as empresas que fazem esse trajeto: <a title="Buquebus" href="http://www.buquebus.com" target="_blank">Buquebus</a> e <a title="Seacat Colonia" href="http://www.seacatcolonia.com/" target="_blank">Seacat</a>. A Seacat não tem barcos diretos pra Montevidéu &#8211; é necessário desembarcar em <a title="Colônia do Sacramento - Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_do_Sacramento" target="_blank">Colônia do Sacramento</a> (fundada pelos portugueses, é a mais antiga cidade uruguaia) e tomar um ônibus até Montevidéu. A viagem fica mais cansativa, mas há mais opções de horários e as tarifas são menores.</p>
<p>A Buquebus tem dois trajetos: pode passar por Colônia (a passagem de ida e volta sai por uns 160 reais) ou ir direto a Montevidéu, com ida e volta por 350 reais.  Sim, a diferença de preço é grande, mas pra mim foi compensada pela menor duração da viagem. Veja o que fica melhor pra você. E compre a passagem com a maior antecedência possível, para garantir as melhores tarifas.</p>
<p>O terminal de embarque lembra em tudo um aeroporto. Você <strong>chega uma hora antes da partida</strong>, despacha as malas (mas vi gente embarcando com malas grandes), entrega o papel xexelento que recebeu ao entrar na Argentina (o papel da imigração, que eu só não joguei fora porque meu santo é forte), recebe outro para entrar no Uruguai (bem mais apresentável) e vai para a sala de embarque. <strong>Os lugares no barco não são marcados</strong> e é comum os passageiros fazerem uma fila de malas junto ao portão de embarque. Nem me preocupei com isso: era uma segunda-feira, havia poucas pessoas embarcando e o buque é, digamos, enorme.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a title="Freeshop e primeira classe. by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5095974441/" target="_blank"><img title="Freeshop e primeira classe." src="http://farm5.static.flickr.com/4126/5095974441_8090b09c74_m.jpg" alt="Freeshop e primeira classe." width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Freeshop e primeira classe (acima).</p></div>
<p>Quando entrei no barco, pensei &#034;isso sim, é jeito de viajar&#034;. Sério, conforto pouco é bobagem. Poltronas grandes, lanchonete com dezenas de opções (você paga, e eles não aceitam cartões, só &#034;efectivo&#034; &#8211; dólares ou pesos), um freeshop pra passar o tempo e, maravilha das maravilhas, <em>wi-fi</em> durante todo o percurso. Também tem sinal de celular e, embora tenha <strong>visto</strong> alguns passageiros fazendo uso, <strong>não ouvi</strong> nenhum deles &#8211; os <em>hermanos </em>são educados e falam baixo ao telefone (tenho horror só de pensar como será quando liberarem os celulares nas rotas aéreas brasileiras). Há um mezanino para a primeira classe, mas francamente, o conforto na classe turística é tanto e a viagem é tão curta que não se justifica pagar mais caro.</p>
<p>E a paisagem&#8230; <strong>a paisagem é belíssima</strong>, especialmente se você chegar a Montevidéu por volta das seis da tarde (fora do horário de verão), quando tem o bônus de assistir ao pôr-do-sol no Rio da Prata. Rio esse que, aliás, passa muito bem por mar, com direito a água a perder de vista e  uns sacolejos logo que o barco sai do porto (nada que justifique tomar dramin ou carregar um saquinho a tiracolo). Minha única queixa, de fato, é não ter um deque para apreciar melhor o passeio. As escotilhas são de plástico, como as de avião, e por isso as fotos não fazem jus ao cenário.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a title="Pôr-do-sol no Rio da Prata. by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096571222/" target="_blank"><img title="Pôr-do-sol no Rio da Prata." src="http://farm5.static.flickr.com/4085/5096571222_f7425efdb2.jpg" alt="Pôr-do-sol no Rio da Prata." width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol no Rio da Prata.</p></div>
<p>Para aproveitar melhor a viagem, <strong>sente-se do lado esquerdo do buque</strong> e, claro, na janelinha. Ah, sobre o freeshop: ele abre meia hora depois do barco deixar o porto e fecha meia hora antes de atracar em Montevidéu (funciona em águas internacionais). É pequeno, mas <strong>bem servido em cosméticos e guloseimas</strong>. Aceita cartões e os preços são similares aos de Ezeiza (mas em Ezeiza encontrei ótimas promoções que não vi por lá).</p>
<p>Chegando ao terminal de desembarque, tenha paciência: <strong>a barreira sanitária é rigorosa</strong> e, por isso, a fila é lenta. Não porte alimentos <em>in natura</em>, ou terá de deixá-los no terminal. Vi um passageiro ser incomodado por transportar quatro ou cinco garrafas de uísque, mas não assisti ao desfecho.</p>
<p>Pronto, você está em solo uruguaio. Pegue um táxi na frente do terminal de desembarque e siga para o hotel.</p>
<p>Aliás, falando em hotel&#8230;</p>
<p>Tenho uma confissão a fazer. Os textos do Uruguai não serão tão detalhados quanto os da Argentina (ou os outros de viagens que qualquer hora vou escrever) porque foi muito menos uma viagem de turismo e muito mais um reencontro de duas amigas que se adoram e maldizem a distância pelo menos uma vez por semana: eu e a <a title="Blosque" href="http://blosque.com" target="_blank">Nospheratt</a>. Tive a honra de ficar hospedada na casa dela. Divertimo-nos muito, conversamos mais que o homem da cobra e dormimos de madrugada todos os dias pra (tentar) colocar o papo em dia. O resultado é que turistei pouco por Montevidéu.</p>
<p>Obviamente, portanto, não posso contribuir com conhecimento de causa no quesito &#034;hospedagem&#034;, mas aconselho o <a title="hotel Íbis Montevideo" href="http://www.ibishotel.com/pt/hotel-3539-ibis-montevideo/index.shtml" target="_blank">Íbis</a> (Rede Accor). A diária custa cerca de 120 reais e a localização é excelente: na Rambla (orla), de frente para o Rio da Prata, a poucos minutos do centro e do <a title="Puna Carretas Shopping" href="http://www.puntacarretasweb.com.uy/" target="_blank">Shopping Punta Carretas</a>.</p>
<p>Tem mais dicas de onde se hospedar em Montevidéu? Compartilhe no formulário de comentários!</p>

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		<title>Buenos Aires – gastronomia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 13:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-gastronomia/">Buenos Aires – gastronomia</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Adoro turismo gastronômico, mas confesso que não aproveitei Buenos Aires tanto quanto poderia nesse aspecto. Saía cedo, chegava cansada e acabei me limitando aos cafés e padarias, com uma única exceção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-gastronomia/">Buenos Aires – gastronomia</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="../buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Adoro turismo gastronômico, mas confesso que não aproveitei Buenos Aires tanto quanto  poderia nesse aspecto. Saía para bater perna antes das 10 da manhã, voltava para o  hotel exausta às 7 da noite e, geralmente, não tinha ânimo  para ir aos restaurantes. Para complicar, vários  lugares pedem reserva e eu não queria engessar meu dia.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><a title="Teto do Café Tortoni by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096383805/" target="_blank"><img title="Teto do Café Tortoni" src="http://farm5.static.flickr.com/4133/5096383805_27947bedbc.jpg" alt="Teto do Café Tortoni" width="263" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Café Tortoni.</p></div>
<p>Vai daí que meu turismo gastronômico ficou centrado nos <strong>cafés e padarias</strong>, e devo dizer que a capital argentina está muito bem servida neste ponto. As <strong>empanadas </strong>deles são as nossas coxinhas. Encontrei empanadas assadas em todo canto e <a title="Empanada Folhada - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096935584/" target="_blank">empanadas folhadas na confeitaria London City</a> (Avenida de Mayo, 599), deliciosas. Em tempo: sob nenhuma circunstância peça empanadas nos kioskos 24 horas espalhados pela cidade &#8211; as chances de se deparar com algo pior que salgado de praia da semana passada são grandes.</p>
<p>Buenos Aires tem um circuito de <strong>cafés notáveis</strong>, ou <a title="Bares Notables de Buenos Aires" href="http://www.ohbuenosaires.com/weblog/bares-notables-de-buenos-aires" target="_blank">cafes notables</a>, que se destacam pela importância cultural ou histórica para a cidade. O <strong>London City</strong> é um deles. O<strong> <a title="Cafe Tortoni" href="http://www.cafetortoni.com.ar/" target="_blank">Café Tortoni</a></strong> (Avenida de Mayo, 825) é o mais famoso do roteiro e está sempre cheio à noite, quando exibe um show de tango. Se não quiser perder a viagem ou esperar na fila, prefira conhecê-lo de manhã. A decoração é belíssima e só por ela já vale visitar.</p>
<p>Outro que está no roteiro é o <strong>Richmond </strong>(Florida, 468). Nele descobri que o nosso hambúrguer é conhecido por lá como &#034;<a title="Milanesa - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096313165/" target="_blank">milanesa</a>&#034; &#8211; e eis aí uma excelente opção de almoço, já que é (muito bem) servida no prato.</p>
<p>Sendo fã do filme <em>Evita</em>, foi atrás da Confitería Ideal, em que foi filmada uma das minhas cenas favoritas: a canção &#034;Oh What a Circus&#034;. Achei o lugar, entrei, sentei&#8230; tomei uma coca zero e saí correndo. Embora faça parte do circuito de <em>cafes notables</em> e tenha um site com belas fotos, o lugar exala decadência, desleixo e abandono (nem vou dizer o que ele exala em sentido literal).</p>
<p>As padarias são uma ótima alternativa para lanches rápidos. Na Calle Defensa, esperando a Feira de San Telmo pegar fogo, encontrei a <a title="La Continental - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096361743/" target="_blank">La Continental</a>; a <a title="La Quintana - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096313077/" target="_blank">La Quintana</a> foi um achado do dia de compras pelos outlets e fica na esquina da Scalabrini Ortiz com a Corrientes, a dois passos da estação Malabia da <a title="Buenos Aires - Linhas de Metrô" href="http://i181.photobucket.com/albums/x270/diadefolga/buenos-aires--linhas-de-metro.jpg" target="_blank">linha B do metrô</a>.</p>
<p>O atendimento nos cafés e padarias não é, como direi, paulista. Os garçons <strong>não </strong>estão sempre a postos, <strong>não</strong> atendem rapidamente e, na verdade, não parecem ter pressa pra nada. Pode ser porque os 10% venham em nota separada e sejam, realmente opcionais (no Brasil, convenhamos, são quase obrigatórios), mas esse descaso acaba caindo bem, já que você pode usar o <strong><em>wi-fi</em> gratuito</strong> do estabelecimento (o único lugar em que entrei e não tinha <em>wi-fi</em> foi o Havanna Café) sem pressa e sem sentir qualquer obrigação de consumir.</p>
<p>Não pode faltar uma parada na sorveteria <strong><a title="Freddo" href="http://www.freddo.com.ar/" target="_blank">Freddo</a></strong> (se não tiver tempo, peça do hotel que eles entregam). Todos os sabores que provei eram deliciosos, mas o de doce de leite é coisa de outro mundo.</p>
<p>Quanto à alta gastronomia, Buenos Aires concentra em Palermo a maior parte dos seus restaurantes internacionais. A Recoleta também conta com bons representantes e, claro Puerto Madero é visita obrigatória. A região não conta com tantos restaurantes &#8211; oito ou nove, talvez -, mas todos têm comida e atendimento de primeira, além de uma linda vista para o rio da Prata. Consegui comer sem fazer reserva no <a title="Bahia Madero" href="http://www.bahiamadero.com/" target="_blank">Bahia Madero</a>, mas talvez tenha dado sorte, já que era cedo para os padrões dos argentinos. Às oito da noite, quando cheguei, o restaurante estava quase vazio. Saí depois das dez, e aí a casa já estava bem movimentada.</p>
<p>Os preços das refeições continuam muito favoráveis aos brasileiros (até McDonalds é mais barato por lá). No Bahia Madero, pedi entrada (uns bolinhos que de &#034;inhos&#034; não tinham nada, de espinafre e não me lembro mais o quê), prato principal (massa e molho com filé), sobremesa (crème brûlée), água e vinho por cerca de 75 reais.  Todos os pratos estavam deliciosos e muito (exageradamente) bem servidos.</p>
<p>Com este texto, encerro a viagem por Buenos Aires. A seguir: Montevidéu. <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Buenos Aires &#8211; compras</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 13:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-compras/">Buenos Aires &#8211; compras</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Quase não fiz compras em Buenos Aires, então não tenho muitas dicas para compartilhar. Preferi explorar a cidade, os museus, os parques, em vez de gastar o tempo todo em provadores. Apenas meu primeiro dia na capital argentina foi destinado ao consumo. Então, não tenho muito pra contar, mas vou fazer um esforço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-compras/">Buenos Aires &#8211; compras</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Quase não fiz compras em Buenos Aires, então não tenho muitas dicas para compartilhar. Preferi explorar a cidade, os museus, os parques, em vez de gastar o tempo todo em provadores. Apenas meu primeiro dia na capital argentina foi destinado ao consumo. Então, não tenho muito pra contar, mas vou fazer um esforço. <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Freeshop</h3>
<p><strong>O freeshop é realmente o ponto alto das compras em Buenos Aires</strong>. O da partida é qualquer coisa. Já tinham me dito que é grande, mas meu, é <strong>muito</strong> grande. Deixa os freeshops de São Paulo no chinelo. O da chegada em Ezeiza também é bom, mas bem menor que o da saída.</p>
<p>Quanto aos preços, são todos melhores que os do freeshop de São Paulo e que os da cidade de Buenos Aires. Maquiagem da MAC, por exemplo, é vendida na Calle Florida por quase o mesmo preço do Brasil; no freeshop, os produtos são entre 60% e 70% mais baratos. Perfumes também são muito mais baratos que em Buenos Aires. Fique de olho nas promoções, que podem representar preços ainda menores ou presentes bacanas junto com determinados produtos.</p>
<p>Dentre as marcas de cosméticos, <strong>Lancôme e Clinique</strong> valem muito a pena; MAC e L&#039;Oreal também são bacanas. Dior e Channel são menos caras que aqui, mas muito caras ainda assim. Quanto aos perfumes, o freeshop tem trocentas marcas famosas a preços amigos.</p>
<p>A sessão de bebidas é enorme e os preços são ótimos (metade dos preços daqui, às vezes 25%&#8230; tinha uma promoção fantástica de Absolut), mas não me animo a carregar garrafas em viagem. Os chocolates também são variados (ah, os kitkats!) e baratos.</p>
<p>O freeshop de Ezeiza também tem roupas de grife, uma estante para Samsonite, outra pra Kipling, óculos (por preços ótimos), jóias, relógios e, claro, eletrônicos. Não achei que os preços de eletrônicos compensem se comparados aos do Submarino, que permite parcelamento e oferece garantia.</p>
<p><strong>Foi no freeshop, voltando para o Brasil, que fiz a maior parte das minhas compras</strong>. Tive quase três horas pra passear por lá e garanto que nem fiquei entediada.</p>
<h3>Outlets</h3>
<p>Concentram-se na <strong><a title="Avenida Córdoba - Outlets - Buenos Aires, queridos." href="http://myvillacrespo.com/2009/08/mais-outlets-avenida-cordoba/" target="_blank">Avenida Córdoba</a></strong> e nas ruas adjacentes. Se quiser conhecê-los, desça na <a title="Buenos Aires - Linhas de Metrô" href="http://i181.photobucket.com/albums/x270/diadefolga/buenos-aires--linhas-de-metro.jpg" target="_blank">estação Malabia da linha B</a> do metrô e caminhe umas cinco quadras em direção à Córdoba (lá saberão explicar direitinho). Vi muita modinha, bastante jeans e poucas lojas com roupas clássicas. Os preços eram bacanas, mas pouca coisa me interessou a ponto de provar. Comprei só uma jaqueta curta (spencer) por 50 reais.</p>
<p>A Córdoba tem uma ponta de estoque da Samsonite e outra da Primicia, e foi principalmente por isso que visitei a rua. Comprei uma mala da Primicia (que, apesar de brasileira, custa muito menos na Argentina) de tamanho médio, com quatro rodinhas 360º e compartimento principal expansível por menos de 250 reais. Uma bem semelhante estava à venda no outlet da Samsonite por 450 reais (e tinha um defeito pequeno no forro interno).</p>
<p>Perto da Córboda está a <strong><a title="Artigos de couro na Calle Murilo - Buenos Aires, queridos" href="http://myvillacrespo.com/2010/01/outlets-em-buenos-aires-artigos-de-couro-na-calle-murillo/" target="_blank">Calle Murilo</a></strong>, que dizem ser <strong>o</strong> lugar para comprar couro na Argentina. Eu até tinha intenção de ir, mas o cansaço me impediu.</p>
<p>A dica básica, aqui, é <strong>ir aos outlets durante a semana</strong>, quando estão tranquilos. Sábado não é dia de fazer compras, a menos que queira se aborrecer com a multidão e as filas.</p>
<p>A Paula fez um <a title="Outlets em Buenos Aires - Sweetest Person" href="http://sweetestpersonblog.com/2010/10/11/outlets-em-buenos-aires/" target="_blank">ótimo texto detalhando a região de outlets de Buenos Aires</a>.</p>
<h3>Calle Florida</h3>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a title="Galeria Pacífico by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096909956/" target="_blank"><img class=" " title="Galeria Pacífico." src="http://farm5.static.flickr.com/4148/5096909956_243c53f2a6.jpg" alt="Galeria Pacífico." width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Galerías Pacífico.</p></div>
<p>A rua tem dezenas de lojinhas de roupas &#8211; algumas boas, outras nem tanto. Os preços são mais baratos que no Brasil, sim, mas <strong>é preciso garimpar</strong>.</p>
<p>As grifes reúnem-se nas <strong><a title="Galerías Pacífico" href="http://www.progaleriaspacifico.com.ar/" target="_blank">Galerías Pacífico</a></strong> (Florida com Córdoba). Uma camiseta Lacoste é mais barata na Argentina? É: se aqui custaria 300 reais, lá custa 200, até 150. Eu continuo achando absurdamente cara, não dou valor a roupas de grife, mas pra você pode valer a pena. Em média, os preços das roupas grifadas são 30% mais baratos que no Brasil. O shopping vale a visita de qualquer forma, especialmente à noite, quando ganha uma bonita iluminação.</p>
<p>A maior parte dos outlets e das lojas da Calle Florida são &#034;tax-free&#034; (você solicita um formulário, preenche e tem cerca de 10% do valor da compra restituído quando estiver de partida, no aeroporto). As lojas de marcas estrangeiras não entram nessa: o &#034;tax-free&#034; vale apenas para produtos fabricados na Argentina.</p>
<p>A Florida tem inúmeras lojas de &#034;couro&#034;, mas é raro uma que tenha couro legítimo. Também guarda a loja de departamentos Falabella (próxima à Corrientes, bem bacana) e outras menos famosas, mas interessantes.</p>
<p>Depois das sete da noite, a rua (que, aliás, é uma <em>peatonal</em>, uma rua fechada para carros) fica tomada por camelôs vendendo tranqueiras chinesas, echarpes de todas as cores e artesanato. <strong>Para artesanato, recomendo dar um passeio pela feira da <a title="Buenos Aires - City Tour | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-city-tour/" target="_blank">Recoleta</a></strong>, que ganha em preço e variedade.</p>
<p>Se você está com tempo e vontade de bater perna, vale subir duas ruas perpendiculares à Florida, a Corrientes e a Santa Fé: elas têm uma miríade de lojas de roupas e sapatos com bons preços.</p>
<p>E só porque eu já estava do lado, visitei o <a title="Abasto Shopping" href="http://www.abasto-shopping.com.ar/" target="_blank">Abasto Shopping</a>, que fica pertinho do Museu Casa Carlos Gardel. Achei as lojas bem mais pé-no-chão que as da Galería Pacífico e havia, inclusive, uma loja fantástica de sapatos de couro (pena que não encontrei a ankle boot que queria). Na frente dele, do outro lado da rua, tem uma megaloja de tênis, onde comprei um Reebok Classic por 130 reais (no Brasil, custa uns 200 &#8211; ok, às vezes menos, mas só vejo o preto e o branco por aqui; o meu é bege com um efeito marmorizado cinza).</p>
<h3>Havanna Café</h3>
<p>Eu me joguei na <a title="Havanna Café" href="http://www.havanna.com.ar/" target="_blank">Havanna</a> próxima ao hostel. Comprei várias caixas de alfajores e havannetes, pra consumo próprio e para presente. Os preços são menos da metade dos praticados pela rede em São Paulo. É uma ótima ideia de presente e, se você esquecer de passar lá durante a viagem, pode comprar os produtos no freeshop de Ezeiza (um tiquinho mais caros).</p>
<p>Tem mais dicas de compras em Buenos Aires? Conte nos comentários!</p>

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		<title>Buenos Aires &#8211; Temaikèn</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-temaiken/">Buenos Aires &#8211; Temaikèn</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
O Temaikèn não é somente um zoológico, é um bioparque. Agregando jardim zoológico, jardim botânico, aquário e museus de história natural e de antropologia. As aves são o ponto forte, mas caí de amores pelos felinos. O aquário dos tubarões também é imperdível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-temaiken/">Buenos Aires &#8211; Temaikèn</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Embora eu goste de jardins zoológicos, não tiraria um dia inteiro para conhecer mais um, especialmente em Buenos Aires, com tanta coisa para ver. Foi a insistência da <a title="Blosque" href="http://blosque.com" target="_blank">Nospheratt</a> (obrigada! <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ) que me fez pensar que, ok, podia ser uma boa ideia passar um dia no <a title="Temaikèn" href="http://www.temaiken.com.ar/" target="_blank"><strong>Temaikèn</strong></a>. Para acabar com qualquer desculpa, a agência de turismo do <a title="Buenos Aires - como chegar e onde ficar | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-como-chegar-e-onde-ficar/" target="_blank">Hostel Suites Florida</a> oferecia um pacote com transporte e ingresso por uns 140 pesos (cerca de 70 reais). Vai daí que resolvi passar o sábado no Temaikèn&#8230; e não me arrependi.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a title="Viveiro by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096350487/" target="_blank"><img title="Viveiro pelo lado de fora." src="http://farm5.static.flickr.com/4085/5096350487_3916613345.jpg" alt="Viveiro pelo lado de fora." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Viveiro pelo lado de fora. Dá pra ter uma ideia de como funciona.</p></div>
<p>O Temaikèn não é somente um zoológico, é um bioparque. Agrega jardim zoológico, jardim botânico, aquário e museus de história natural e de antropologia. O forte são as aves; o Temaikèn começou justamente pelo interesse de seus donos pelas aves, que passaram a mantê-las em um viveiro normal que foi crescendo, crescendo e, por fim, transformou-se numa megaestrutura. Dentro do Temaikèn há restaurantes, lanchonetes, parquinho para a criançada, mini-fazenda&#8230; e mais de 5.000 animais do mundo todo, inclusive 2.500 aves de 200 espécies diferentes, vindas de todas as partes do mundo.</p>
<p>O mais bacana do parque é que você não vê as aves separadas por telas de arame; a maior parte delas está em viveiros gigantes nos quais o visitante entra e pode apreciá-las sem qualquer tipo de obstáculo. Eles são separados por continente (Eurásia, América, África e Oceania) e reproduzem a fauna e a flora do bioma original. Também há espécies que transitam fora dos viveiros.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a title="Guepardos by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096949326/" target="_blank"><img title="Guepardos." src="http://farm5.static.flickr.com/4084/5096949326_a1ceaece64.jpg" alt="Guepardos." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Banho de gato.</p></div>
<p>Os cuidados para recriar ecossistemas não se limitam às aves. Os <a title="Colobo - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096354471/" target="_blank">colobos</a>, por exemplo, que são primatas de origem africana, só ficam expostos à temperatura ambiente quando ela é superior a 16ºC; abaixo disso, contam com um espaço climatizado para ficarem confortáveis. Os felinos têm as maiores áreas que já vi em um zôo, com árvores, pedras e acidentes de terreno.</p>
<p>Aliás, os felinos são um caso à parte. Para quem tem gatos, é uma graça ver como esses parentes selvagens &#8211; e enormes &#8211; possuem o gestual e as brincadeiras dos nossos bichinhos domésticos. Os <a title="Guepardos - Temaikèn - youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=iM9AYG2CPaA" target="_blank">guepardos</a> ficam separadas do público apenas por um painel de vidro de poucos centímetros. São ativos e brincalhões, fazendo a alegria dos visitantes a qualquer hora do dia. Os <a title="Tigres - Temaikèn - youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=1v5QxvhkZzw" target="_blank">tigres</a> estavam dormindo escondidos quando passei pelo espaço deles, ao meio-dia; mas às cinco da tarde estavam elétricos, brincando de emboscada o tempo todo.</p>
<p>Os aquários são outra parte imperdível do Temaikèn, <a title="Tubarão - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096947922/" target="_blank">com destaque para o de tubarões</a>. O teto da entrada é de vidro e faz parte do aquário &#8211; você vê tubarões passando sobre a sua cabeça.</p>
<p>O cinema 360º tem uma pegada religiosa, mas vale a pena pelas belas filmagens e por alguns detalhes que tornam a experiência mais realista.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a title="Hipopótamo by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096937980/" target="_blank"><img title="Sim, dá pra ver o hipopótamo mesmo dentro d'água." src="http://farm5.static.flickr.com/4083/5096937980_1943ed2d76.jpg" alt="Sim, dá pra ver o hipopótamo mesmo dentro d'água." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Sim, dá pra ver o hipopótamo mesmo dentro d&#39;água.</p></div>
<p>Comprar o passeio numa agência, como eu fiz, sai caro, mas é mais cômodo. A entrada para o Temaikèn custa uns 50 pesos, muito mais barato do que paguei, mas aí você tem de se virar com transporte. Não é um bicho de sete cabeças, mas é necessário pegar o <a title="Buenos Aires - Linhas de Metrô" href="http://diadefolga.com/img/buenos-aires--linhas-de-metro.jpg" target="_blank">a linha D do metrô</a> até a Plaza Italia (em Palermo) e de lá pegar um ônibus para o Temaikèn, que fica na cidade de Escobar, a uns 50 quilômetros de Buenos Aires. Eu preferi pagar mais caro pela comodidade.</p>
<p>É passeio para o dia inteiro mesmo &#8211; o Temaikèn abre às 10 da manhã e fecha às 18 horas (19h no verão), e posso garantir que vale a pena chegar cedo e sair tarde. Eu sei, se a viagem é curta fica difícil tirar um dia inteiro só para o parque, mas vale anotar a sugestão e, se não usá-la na primeira viagem, guardá-la para a próxima.</p>
<p>Dica: se quiser comprar lembranças na loja do Temaikèn, faça-o cedo. Após as 17 horas, o lugar fica tão lotado que só com paciência chinesa dá pra comprar algo. A loja tem as lembranças de praxe &#8211; canecas, postais, camisetas e afins &#8211; e outras coisas fofíssimas, como suricatas de pelúcia.</p>
<p>Veja <a title="Temaikèn - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/temaiken/" target="_blank">mais fotos do Temaikèn</a>.</p>

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		<title>Buenos Aires &#8211; Museu de Ciências Naturais</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 13:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-museu-de-ciencias-naturais/">Buenos Aires &#8211; Museu de Ciências Naturais</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Se você curte ciência e, principalmente dinossauros (não é uma pena que dinos e humanos só tenham convivido nos Flintstones e em Jurassic Park?), o Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia é imperdível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-museu-de-ciencias-naturais/">Buenos Aires &#8211; Museu de Ciências Naturais</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Se você curte ciência e, principalmente dinossauros (não é uma pena que dinos e humanos só tenham convivido nos <em>Flintstones</em> e em <em>Jurassic Park</em>?), o <a title="Museu Argentino de Ciências Naturais - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Museo_Argentino_de_Ciencias_Naturales" target="_blank"><strong>Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia</strong></a> é imperdível.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a title="Argentinossauro by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096374311/" target="_blank"><img title="Crânio de Argentinossauro." src="http://farm5.static.flickr.com/4083/5096374311_ed7c443a5c.jpg" alt="Crânio de Argentinossauro." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Crânio de Argentinossauro.</p></div>
<p>O prédio que o abriga foi inaugurado em 1937 e já vale a visita. Dentro dele, há diversas salas, cada uma dedicada a um tema: geologia (inclusive com alguns meteoritos), osteologia comparada (com textos sobre a evolução das espécies), botânica, mamíferos atuais (com esqueletos e curiosidades, como a de que o chifre do rinoceronte não é realmente feito de osso), aquário e, claro, <strong>paleontologia</strong>.</p>
<p>A sala de paleontologia é fascinante. Sério, você entra e não quer sair tão cedo. São vários esqueletos de dinossauros (há alguns originais e várias réplicas, o que não diminui seu encanto), com destaque para um crânio de <strong>Argentinossauro</strong>, o maior dino da América do Sul. Também há espaço para mamíferos extintos há dez mil anos, como o <a title="Tigre-Dentes-de-Sabre - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096371729/" target="_blank">Tigre-Dentes-de-Sabre</a> e a <a title="Preguiça Gigante - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096371953/in/photostream/" target="_blank">Preguiça Gigante</a> (alguém falou em <em>Era do Gelo</em>?). Completando a sala, alguns fósseis e um mini-sítio paleontológico para as crianças.</p>
<p>A sala tem até com alguns bancos pra você apreciar a História Natural da Terra com toda a calma.</p>
<p>Como chegar: <a title="Buenos Aires - Linhas de Metrô" href="http://diadefolga.com/img/buenos-aires--linhas-de-metro.jpg" target="_blank">Metrô B, estação Ángel Gallardo</a>. O museu fica no <a title="Parque Centenario - Buenos Aires" href="http://www.flickr.com/search/?w=48555438@N00&amp;q=caballito+AND+parques&amp;m=tags" target="_blank">Parque Centenário</a>, um grande espaço verde que vale conhecer, especialmente no fim-de-semana, quando há vários artistas de rua por lá.</p>
<p>Veja mais <a title="Museu Argentino de Ciências Naturais - Flickr" href="http://www.flickr.com/search/?w=48555438@N00&amp;q=buenosaires+AND+ci%C3%AAncia+AND+museus&amp;m=tags" target="_blank">fotos do Museu Argentino de Ciências Naturais</a>.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&lt;a href=&#034;http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096375485/&#034; title=&#034;Fachada do Museu Argentino de Ciências Naturais by Lu Monte, on Flickr&#034;&gt;&lt;img src=&#034;http://farm5.static.flickr.com/4089/5096375485_52da6c46ce.jpg&#034; width=&#034;375&#034; height=&#034;500&#034; alt=&#034;Fachada do Museu Argentino de Ciências Naturais&#034; /&gt;&lt;/a&gt;</div>

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		<title>Buenos Aires &#8211; Tango!</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 16:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-tango/">Buenos Aires &#8211; Tango!</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
É impossível falar de Buenos Aires sem falar do tango. Para conhecê-lo e aproveitá-lo, há duas formas complementares e altamente recomendáveis: o Museu Casa Carlos Gardel e um bom show de tango.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-tango/">Buenos Aires &#8211; Tango!</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a title="Show de Tango by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096312727/" target="_blank"><img title="Apresentação de tango na Calle Florida." src="http://farm5.static.flickr.com/4084/5096312727_0d31d81f36.jpg" alt="Apresentação de tango na Calle Florida." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de tango na Calle Florida.</p></div>
<p><strong>É impossível falar de Buenos Aires sem falar do tango</strong>. Por onde você andar, verá referências a ele: lojas de roupas para a dança, lojas de cds (!) com bancas cheias de gravações de tango, nomes de bairros, de estabelecimentos comerciais, de ruas&#8230; <strong>O tango é patrimônio cultural imaterial da Argentina </strong>e os porteños levam isso muito a sério, tanto quanto os mineiros levam a cachaça (e não, não é como o samba no Rio de Janeiro; o tango é muito mais difundido e valorizado, presente nas regiões mais nobres, ouvido o tempo todo).</p>
<p>A propósito<strong> o tango é patrimônio cultural imaterial também do Uruguai</strong> (a proposta foi apresentada pelos presidentes de ambos os países em 2009, e aceita pela UNESCO). A discussão sobre qual dos países é o berço do tango é antiga. Seu maior expoente, <strong>Carlos Gardel</strong>, pode ser considerado o uruguaio mais argentino de todos os tempos (embora haja uma teoria que lhe atribua nacionalidade francesa). Gardel foi o responsável por tornar o tango mundialmente conhecido nas primeiras décadas do século XX, mas a sua origem remonta ao século XVIII e guarda influências negras, indígenas e européias. Era a música instrumental que animava os cabarés (as letras começaram a surgir só no fim do século XIX) e alegrava os imigrantes e aventureiros que, longe da família, tentavam ganhar a vida na região cisplatina; por isso, era mal visto pela alta sociedade. Apenas a partir da primeira década do século XX esse cenário começou a mudar. O curioso é que o tango teve de primeiro ser aceito em Paris, para só então voltar triunfal a Buenos Aires.</p>
<p>O tango se sofisticou, tornou-se uma dança elaborada, mas <strong>não perdeu a sensualidade</strong> herdada do ambiente onde nasceu. Pode ser dançado com mais simplicidade ou com passos altamente coreografados e ensaiados à exaustão, mas nunca perde seu caráter sedutor e insinuante, seu gestual que recorda uma briga-e-reconciliação de amantes. A maior parte das letras fala de desengano, decepção, desejo e paixão, embora haja canções voltadas para o cotidiano simples. Alguns passos lembram o nosso samba de gafieira (provavelmente devido aos ancestrais negros comuns), mas o ritmo é mais marcado e isso se reflete na dança.</p>
<p>Em Buenos Aires, há duas formas de conhecer e aproveitar melhor o tango, ambas complementares e altamente recomendáveis:</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a title="Pasaje Carlos Gardel by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096383193/" target="_blank"><img title="Pasaje Carlos Gardel" src="http://farm5.static.flickr.com/4088/5096383193_a07963af02.jpg" alt="Pasaje Carlos Gardel" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Pasaje Carlos Gardel.</p></div>
<h3>O Museu Casa Carlos Gardel</h3>
<p>Numa rua calma e arborizada, próxima à movimentada Corrientes, você encontra casas coloridas e retratos de Carlos Gardel pintados nas fachadas. Nessa mesma rua, a <strong>Jean Jaures</strong>, fica o <strong><a title="Museu Casa Carlos Gardel" href="http://www.museocasacarlosgardel.buenosaires.gob.ar/gardel_entornos.html" target="_blank">Museo Casa Carlos Gardel</a></strong>, que apresenta a vida do mais ilustre cantor de tango de todos os tempos. Gardel viveu com sua mãe, Dona Berthe Gardes, nessa casa. O museu guarda relíquias, como <a title="Chapéu usado por Gardel - Museu Casa Carlos Gardel" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096978634/in/photostream/" target="_blank">o clássico chapéu</a> e alguns vinis com gravações clássicas como a de <a title="La Cumparsita, na voz de Carlos Gardel." href="http://www.youtube.com/watch?v=P0LosvoEEy8" target="_blank">La Cumparsita</a>. Também conta a história de músicos importantes na história do tango.</p>
<p>Descendo a rua Jean Jaures, chega-se à <strong>Pasaje Carlos Gardel</strong>, uma viela curtinha com fachadas pintadas em homenagem a Gardel e à era de ouro do tango.</p>
<p>Como chegar: <a title="Buenos Aires - Linhas de Metrô" href="http://diadefolga.com/img/buenos-aires--linhas-de-metro.jpg" target="_blank">Metrô B, estação Carlos Gardel</a>.</p>
<p><em>Algo que ainda não mencionei nos artigos é que todos os museus são pagos, mas todos são muito baratos,entre 3 e 10 pesos (menos de 5 reais). Creio que só no Museu Evita paguei mais (cerca de 15 pesos).<br />
</em></p>
<h3>Os Shows de Tango</h3>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a title="Sabor a Tango - decoração by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096973910/" target="_blank"><img title="Sabor a Tango." src="http://farm5.static.flickr.com/4125/5096973910_b29e97f455.jpg" alt="Sabor a Tango." width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Sabor a Tango.</p></div>
<p>No plural, porque há vários, ao gosto do freguês. O mais famoso é, provavelmente, o <a title="Señor Tango" href="http://www.senortango.com.ar/" target="_blank">Señor Tango</a>, embora os nativos digam que ele está teatralizado demais, fugindo às raízes do bom e velho tango.</p>
<p>Não por isso, escolhi outro show na minha primeira visita a Buenos Aires: o <strong><a title="Sabor a Tango" href="http://www.saboratango.com.ar/" target="_blank">Sabor a Tango</a></strong>. Sua grande atração é uma <strong>aula de tango para iniciantes</strong> no início da noite. Por cerca de uma hora, dois professores (que também são dançarinos no espetáculo) ensinam os passos básicos e quase me convenceram de que, com um pouquinho mais de prática, poderei bailar o tango &#034;perfectamente&#034;.</p>
<p>Depois da aula, segue-se o jantar composto de entrada, prato principal e sobremesa (há algumas opções para cada prato), <strong>regado a muito vinho</strong>. Quando todos acabam de comer (o vinho corre por toda a noite -ou melhor, ao lado de cada mesa repousa uma garrafa), o show tem início. É proibido filmar ou fotografar, mas garanto que é um <strong>lindo espetáculo</strong>, com um conjunto musical, um cantor de voz potente e alguns pares de dançarinos que fazem cair o queixo com sua habilidade.</p>
<p>O passeio também inclui transporte de ida e volta. Por tudo isso, paguei cerca de 120 reais (não lembro mesmo o valor exato, mas não fugiu muito disso). Comprei na agência de turismo do <a title="Buenos Aires - como chegar e onde ficar | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-como-chegar-e-onde-ficar/" target="_blank">Hostel Suites Florida</a> e é por isso que a aconselho mesmo a quem não se hospedar lá: hotéis granfinos da Recoleta vendem o mesmo programa por quase o dobro.</p>
<p>Na Calle Florida, você pode assistir todas as noites a exibições de tango (durante o dia, há dançarinos no Caminito). Essas exibições são meio fracas, contudo. A cada cinco minutos de dança, o apresentador faz uns dez de discurso, cumprimenta os visitantes de vários países e, claro, passa o chapéu. Não dá pra considerá-las um verdadeiro show de tango. Desses grupos, o mais bacana foi o que vi na frente da Galería Pacífico por volta das oito da noite: dois casais, um deles idoso, ambos bailando lindamente, em estilos ligeiramente diferentes (pena que não tirei fotos).</p>
<p>Veja <a title="Tango - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/tango/" target="_blank">fotos ligadas ao tango</a> que fiz por lá.</p>
<h3>Para saber mais</h3>
<ul>
<li><a title="Tango - wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tango" target="_blank">Tango</a> &#8211; Wikipédia</li>
<li><a title="Tango - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tango" target="_blank">Tango</a> &#8211; Wikipedia em espanhol (texto muito mais completo)</li>
<li><a title="Carlos Gardel - wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Gardel" target="_blank">Carlos Gardel</a></li>
</ul>

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</ul>

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		<title>Buenos Aires &#8211; City Tour</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 23:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-city-tour/">Buenos Aires &#8211; City Tour</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Um passeio por onze paradas e vários pontos turísticos de Buenos Aires. Aproveite!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-city-tour/">Buenos Aires &#8211; City Tour</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Se tem uma coisa que não curto é aquele maldito <em>city tour</em> de hotel: todo mundo trancado dentro de um ônibus com ar condicionado glacial, janelas que não abrem e uma comissária de bordo narrando o caminho (que você mal consegue ver) em dois os três idiomas mal falados. Você não tira fotos, não passeia e morre de tédio por horas.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a title="Ônibus Turístico by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096365167/" target="_blank"><img title="Ônibus Turístico de Buenos Aires." src="http://farm5.static.flickr.com/4087/5096365167_629bb1b584.jpg" alt="Ônibus Turístico de Buenos Aires." width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Ônibus Turístico de Buenos Aires.</p></div>
<p>Maaaaas&#8230; em algumas cidades, existe um tipo de <strong><em>city tour</em> </strong><strong>muito bacana</strong>: ônibus de dois andares (sendo aberto o de cima &#8211; ótimo pra ver e fotografar!), narração gravada em vários idiomas (nada de perder tempo ouvindo o que não interessa) e, a melhor parte, paradas! <strong>Você pode descer</strong>, passear à vontade e embarcar em outro ônibus turístico quando quiser prosseguir o passeio. Curitiba tem esse serviço há vários anos; Brasília começou recentemente; e, pra minha felicidade, <strong>Buenos Aires tem ônibus turístico desde maio de 2009</strong>.</p>
<p>Você encontra todas as informações no site <a title="Buenos Aires Bus" href="http://www.buenosairesbus.com/" target="_blank"><strong>Buenos Aires Bus</strong></a>. Em resumo, é o seguinte: no ponto inicial (Calle Florida com Diagonal Norte) você compra o bilhete, que pode ser para apenas um dia (70 pesos, cerca de 35 reais) ou por dois dias consecutivos (90 pesos). O site está com preços muito defasados &#8211; se quiser ver a tabela real consulte a compra online. Aliás, quando fui não consegui comprar pela internet mas, se você conseguir pode ser uma boa, porque a fila é grande, especialmente nos feriados e fins-de-semana.</p>
<p>Pois bem. Sugiro que <strong>compre o passe válido por dois dias</strong>. A diferença é pequena e você verá que tem muita coisa interessante pra visitar.</p>
<p>De posse desse bilhete, <strong>você pode entrar e descer do ônibus quantas vezes quiser</strong>, nas doze paradas. O itinerário e os horários estão num mapa que você ganhará ao embarcar e que é muito útil, pois registra os principais pontos de interesse do trajeto. Pode não descer nenhuma vez, também. Você faz o seu passeio do jeito que bem entender.</p>
<p>Dicas importantes:</p>
<ul>
<li>Sente-se no segundo andar (descoberto) para aproveitar melhor o passeio.</li>
<li>Use protetor solar! Você não quer torrar ao sol.</li>
<li>Leve um casaco se pretender passear de ônibus após as cinco da tarde.</li>
</ul>
<p>A seguir, alguns comentários sobre cada parada. Mesmo que você resolva não pegar o ônibus turístico, dê uma olhada nas sugestões listadas como <em>Não deixe de conhecer</em>: são pontos que visitei e recomendo.</p>
<h3>1. Plaza de Mayo</h3>
<p><strong>A Plaza de Mayo é o coração político de Buenos Aires</strong>. Ao seu redor estão a <a title="Casa Rosada - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096961666/" target="_blank">Casa Rosada</a>, o <a title="Palácio do Governo de Buenos Aires - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096914136/" target="_blank">Palácio do Governo da Cidade de Buenos Aires</a>, o <a title="Banco de la Nación - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096315647/" target="_blank">Banco de la Nación Argentina</a> e a <a title="Catedral Metropolitana - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096913940/" target="_blank">Catedral Metropolitana</a> (é típico da colonização ibérica ter, ao redor da mesma praça, o poder político e o poder religioso representados). O Congresso Nacional já funcionou ali.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a title="Praça de Maio by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096315003/" target="_blank"><img title="Praça de Maio" src="http://farm5.static.flickr.com/4131/5096315003_0bbbaee348.jpg" alt="Praça de Maio" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Plaza de Mayo</p></div>
<p>O local é famoso pelos protestos. O mais conhecido é o das Mães da Praça de Maio, que acontece todas as quintas-feiras, mas é praticamente impossível não se deparar com faixas reivindicando alguma coisa espalhadas pela praça. Quando a visitei, os <a title="Plaza de Mayo - protesto dos veteranos das Malvinas - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096316415/" target="_blank">veteranos da Guerra das Malvinas</a> protestavam.</p>
<p>Não vale a pena descer nessa parada, pois ela está encostadíssima (uns quinhentos metros) ao ponto inicial do ônibus turístico. Desça a Diagonal Norte e passeie à vontade na Plaza de Mayo. Seguindo esse mesmo raciocínio, se você chegar ao ponto inicial, digamos, às 10 horas e só conseguir bilhete para o meio-dia, não perca tempo: aproveite para conhecer a Plaza de Mayo e volte ao marco zero quinze minutos antes da hora do embarque (foi exatamente o que eu fiz).</p>
<p>Veja <a title="Plaza de Mayo - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/plazademayo/" target="_blank">fotos da Plaza de Mayo</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>A <a title="Casa Rosada" href="http://www.casarosada.gov.ar/" target="_blank">Casa Rosada</a> por dentro: aos fins-de-semana, há visita guiada gratuita de meia em meia hora.</li>
</ul>
<h3>2. Congreso Nacional</h3>
<p>Veja só por que acho válido comprar o bilhete para os dois dias: nem assim consegui ver tudo. Não desci na <a title="Plaza del Congreso - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096915788/" target="_blank">Plaza del Congreso</a> e só tirei foto do <strong><a title="Congreso Nacional - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096318649/" target="_blank">Congresso Nacional</a></strong> de dentro do ônibus.</p>
<p>Buenos Aires é assim mesmo: enorme, cheia de pontos interessantes. Não dá pra conhecer tudo numa só viagem. Elegi prioridades e o Congresso não estava entre elas.</p>
<h3>3. Montserrat</h3>
<p><a title="Monserrat - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monserrat_%28Buenos_Aires%29" target="_blank"><strong>Monserrat</strong></a> está entre San Telmo e a Plaza de Mayo. No segundo dia de <em>city tour</em>, foi de lá que comecei meu passeio, já que o ponto inicial tinha uma fila quilométrica. Não é trapaça: se você já tem o bilhete, pode começar o percurso do ponto em que desejar.</p>
<p>O bairro é bem antigo e guarda <a title="Librería de Avila, ou Librería del Colegio" href="http://www.libreriadeavila.servisur.com/" target="_blank">a livraria mais antiga de Buenos Aires</a> (aliás, a cidade é famosa, entre outras coisas, pela grande quantidade de livrarias) e o <a title="Palacio Barolo - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Barolo" target="_blank">Palácio Barolo</a>.</p>
<p>Veja <a title="Monserrat - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/monserrat/" target="_blank">fotos de Monserrat</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>As igrejas da Calle Alsina, se você aprecia turismo religioso: <a title="Basílica Menor de São Francisco Monserrat - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096961238/" target="_blank">Igreja e Convento de São Francisco</a>, <a title="Capela de São Roque - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096363783/" target="_blank">Capela de São Roque</a> e <a title="Igreja de Santo Inácio - Wikipédia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Iglesia_de_San_Ignacio_%28Buenos_Aires%29" target="_blank">Igreja de Santo Inácio</a>.</li>
<li>A <a title="Libreria de Avila - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096921310/" target="_blank">Librería de Avila</a>, também na Alsina, nem que seja pelo lado de fora.</li>
</ul>
<h3>4. San Telmo</h3>
<p><a title="San Telmo - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/San_Telmo_%28Buenos_Aires%29" target="_blank"><strong>San Telmo</strong></a> é um dos bairros mais antigos da cidade (descobertas recentes indicam que é <strong>o </strong>mais antigo), e meu favorito.  Pitoresco, cheio de antiquários, galerias e achados, é uma região para você se perder por algumas horas. Há vários cafés, bares e restaurantes gostosos, pode comer por lá mesmo.</p>
<p>Fica perto da Calle Florida, o suficiente para ir a pé (uns dois quilômetros de caminhada, mais ou menos). É um ótimo lugar pra comprar presentes e lembranças de viagem, especialmente aos domingos, quando acontece a <a title="Feria de San Telmo - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Feria_de_San_Telmo" target="_blank"><strong>Feira de San Telmo</strong></a>. Além das bancas de antiguidades, a feira tem badulaques diversos, artesanato e <a title="Artesanato em Rodocrosita - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096363089/" target="_blank">belos trabalhos em rodocrosita</a> (a pedra nacional da Argentina).</p>
<p>Originalmente, a Feira concentrava-se na Plaza Dorrego; hoje, derrama-se por toda a Calle Defensa, até Monserrat.</p>
<p>Veja <a title="San Telmo - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/santelmo/" target="_blank">fotos de San Telmo</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>A <a title="Pasaje de la Defensa - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096319245/" target="_blank">Pasaje de la Defensa</a>, casarão da família Ezeiza transformado em galeria (de tranqueiras e de arte).</li>
<li>O <a title="Mercado de San Telmo - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096916670/" target="_blank">Mercado de San Telmo</a>, que mistura um pouco de tudo.</li>
<li>A <a title="Casa Mínima - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096915524/" target="_blank">Casa Mínima</a>, pelo lado de fora (creio que não há visita guiada).</li>
<li>A Calle Defensa num dia comum, com suas dezenas de lojinhas ( e a Pasaje, e o Mercado).</li>
<li>A <a title="Movimento! - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096959928/" target="_blank">Calle Defensa num domingo</a>, durante a Feira de San Telmo &#8211; a rua se transforma!</li>
</ul>
<h3>5. La Boca</h3>
<p><a title="La Boca - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/La_Boca" target="_blank"><strong>La Boca</strong></a> é distante e, embora as taxas de criminalidade de Buenos Aires sejam baixas, não é recomendável visitar a região à noite. O bairro destaca-se por ser a sede do time de futebol Boca Juniors e pelo charmoso <a title="Caminito" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Caminito" target="_blank"><strong>Caminito</strong></a>.</p>
<p>Sobre o Caminito, é importante dizer que sim, vale a visita, mas resista à tentação de fazer compras por lá: as lembrancinhas são muito mais caras que em outros lugares, como San Telmo. Só compre se vir algo imperdível e, de preferência, único, como uma obra de arte &#8211; o Caminito tem ateliês com trabalhos belíssimos.</p>
<p>Também evite comer por lá, pois os preços são altos (por uma comida que não tem nada de especial) e o atendimento não é dos melhores, dada a quantidade de turistas.</p>
<p>Veja <a title="La Boca e Caminito - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/laboca/" target="_blank">fotos de La Boca e do Caminito</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>Os arredores do estádio <a title="La Bombonera - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096921612/" target="_blank">La Bombonera</a>, se você é fã de futebol &#8211; tem um museu do Boca Juniors por ali, além de uma <a title="Maradona - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096319935/" target="_blank">estátua em tamanho natural do Maradona</a>.</li>
<li>O <a title="Caminito - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096917488/" target="_blank">Caminito</a>.</li>
</ul>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Costanera Sur by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096321173/" target="_blank"><img class=" " title="Costanera Sur" src="http://farm5.static.flickr.com/4127/5096321173_a40ba8c7a1.jpg" alt="Costanera Sur" width="240" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Tem como não lembrar do Pequeno Príncipe?</p></div>
<h3>6. Reserva Ecológica</h3>
<p>A <strong><a title="Reserva Ecológica - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Reserva_Ecol%C3%B3gica_de_Buenos_Aires" target="_blank">Reserva Ecológica de Buenos Aires</a></strong>, ou Costanera Sur, abriga um belo parque. Ao seu lado fica o <a title="Museo de Calcos - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Museo_de_Calcos_y_Escultura_comparada" target="_blank">Museo de Calcos y Escultura Comparada</a>, com um acervo de mais de 700 réplicas de obras famosas. Infelizmente, estava em <a title="Museu de Réplicas - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096918272/" target="_blank">estado lastimável</a> quando fui e não faço ideia se voltará a funcionar.</p>
<p>Na frente da Costanera Sur há um lindo monumento, a <a title="Fonte Monumental das Nereidas - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096320663/" target="_blank">Fuente de las Nereidas</a>.</p>
<p>A região não é imperdível. Vá apenas se estiver com tempo de sobra.</p>
<p>Veja <a title="Costanera Sur - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/costanerasur/" target="_blank">fotos da Reserva Ecológica</a>.</p>
<h3>7. Puerto Madero</h3>
<p>Puerto Madero é um projeto de revitalização que deu certo. A região passou de decadente a chique, com uma gastronomia excelente. É um trecho pequeno às margens do Rio da Prata, com uma bonita vista de dia ou de noite.</p>
<p>Veja <a title="Puerto Madero - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/puertomadero/" target="_blank">fotos de Puerto Madero</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li><a title="Puerto Madero - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096317579/" target="_blank">Puerto Madero a pé</a>, com calma, apreciando a paisagem.</li>
<li>A <a title="Puente de la Mujer - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096918668/" target="_blank">Ponte da Mulher</a>.</li>
<li>Um dos restaurantes de lá. Ir a Buenos Aires e não jantar em Puerto Madero é como ir ao Rio e não passear em Ipanema. Eu escolhi o <a title="Bahia Madero" href="http://www.bahiamadero.com/" target="_blank">Bahia Madero</a> e recomendo, mas há outras excelentes opções.</li>
</ul>
<h3>8. Plaza San Martín</h3>
<p>Fica no bairro do <a title="Retiro - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Retiro_%28barrio%29" target="_blank"><strong>Retiro</strong></a>, no fim da Calle Florida e imediatamente antes da Recoleta. É uma área nobre de Buenos Aires. Foi outro lugar por onde não tive tempo de andar. O bairro guarda a <a title="Torre dos Ingleses - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096321529/" target="_blank">Torre dos Ingleses</a>, renomeada como Torre Monumental após a Guerra das Malvinas, por motivos óbvios.</p>
<h3>9. Palermo &#8211; Rosedal</h3>
<p>Ok, você vai precisar de uma viagem inteira só pra conhecer <strong><a title="Palermo - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Palermo_%28Buenos_Aires%29" target="_blank">Palermo</a></strong>. O bairro é enorme, dividido em vários setores (Palermo Viejo, Palermo Soho e Palermo Hollywood são os mais conhecidos) e lotado de atrações. Boa parte da gastronomia e das baladas de Buenos Aires está em Palermo, inclusive aqueles típicos lugares &#034;para ver e ser visto&#034;.</p>
<p>Olha, dá pra ficar um mês só em Palermo sem enjoar.</p>
<p>Veja <a title="Palermo - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/palermo/" target="_blank">fotos de Palermo</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>O <a title="Jardim Japonês - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096324815/" target="_blank">Jardim Japonês</a>: lindo, poético, relaxante &#8211; tudo o que se espera de um Jardim Japonês.</li>
<li>O <a title="MALBA - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/MALBA" target="_blank">MALBA</a> &#8211; Museu de Arte Latino-americano de Buenos Aires. Lá está a tela <a title="Abaporu - Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abaporu" target="_blank">Abaporu</a>, pintada por Tarsila do Amaral (eu queria muito ter ido, mas as filas estavam sempre enormes &#8211; viajar no feriado tem essas desvantagens).</li>
</ul>
<h3>10. Plaza Italia</h3>
<p>Também está em Palermo, na frente do <a title="Zoológico de Buenos Aires - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Zool%C3%B3gico_de_Buenos_Aires" target="_blank">Jardim Zoológico da Cidade de Buenos Aires</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li>O <a title="Jardim Zoológico de Buenos Aires - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096919744/" target="_blank">Zoológico</a> &#8211; a distância dos animais  para o público é bem pequena e o parque é muito bem cuidado.</li>
<li>O <a title="Museu Evita - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096326363/" target="_blank">Museu Evita</a>, que conta uma parte importante da história argentina.</li>
</ul>
<h3>11. Recoleta</h3>
<p>A grande atração é o <a title="Cementerio de la Recoleta - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cementerio_de_la_Recoleta" target="_blank">Cemitério da Recoleta</a> repleto de obras de arte. Além disso, o bairro traz diversos museus (entre eles, o <a title="Museu de Belas Artes - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096919822/" target="_blank">Museu Nacional de Belas Artes</a>), a Embaixada do Brasil, a <a title="Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096920382/" target="_blank">Faculdade de Direito</a> e uma <a title="Floralis Generica - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Floralis_Generica" target="_blank">flor de metal</a> muito, muito exótica.</p>
<p>Veja <a title="Recoleta - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/tags/recoleta/" target="_blank">fotos da Recoleta</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a title="Cemitério da Recoleta by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096336221/" target="_blank"><img title="Cemitério da Recoleta." src="http://farm5.static.flickr.com/4106/5096336221_2125c3054d.jpg" alt="Cemitério da Recoleta." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Cemitério da Recoleta.</p></div>
<ul>
<li>O <a title="Cementerio de la Recoleta - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096929778/" target="_blank">Cemitério da Recoleta</a>. E o Cemitério da Recoleta. Ah, não se esqueça do Cemitério da Recoleta. Se der tempo, passe no <em>hypado</em> <a title="Túmulo de Eva Perón - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096332981/" target="_blank">túmulo de Evita Perón</a>, mas preste mesmo atenção às esculturas belíssimas espalhadas pelo cemitério. Chegue antes das 16:00, para não correr o risco de ficar do lado fora(o cemitério fecha às 17h, mas dependendo do movimento a entrada é bloqueada antes disso).</li>
<li>A feira de artesanato que funciona na <a title="Praça Intendente Alvear - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096932914/" target="_blank">Praça Intendente Alvear</a> (em frente ao cemitério) nos fins-de-semana.</li>
<li>A Librería El Ateneo &#8211; ou, para ser precisa, <a title="Librería El Ateneo - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libreria_El_Ateneo" target="_blank">sua filial mais ilustre</a>. Funciona em um antigo teatro restaurado. A iluminação realça os lindos detalhes do lugar.</li>
</ul>
<h3>12. Plaza Lavalle</h3>
<p>Próxima ao famoso <a title="Teatro Colón - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teatro_Col%C3%B3n" target="_blank">Teatro Colón</a>, eternamente fechado para reformas, e ao <a title="Obelisco - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096365233/" target="_blank">Obelisco</a>.</p>
<h4>Não deixe de conhecer</h4>
<ul>
<li><a title="El Gato Negro - Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/El_Gato_Negro_%28caf%C3%A9_de_Buenos_Aires%29" target="_blank">El Gato Negro</a>, um café cheio de especiarias, cores e aromas pra deixar doido qualquer <em>gourmet</em>. Fica na Calle Corrientes, 1669.</li>
<li>A loja <a title="Rigoletto Curioso" href="http://www.rigoletto-curioso.com.ar/" target="_blank">Rigoletto Curioso</a>, do outro lado da rua, dentro de uma galeria (Corrientes, 1660): pôsteres, miniaturas, fotografias, revistas e trocentas coisas para fazer a festa de colecionadores.</li>
</ul>
<p>Finalmente chegamos ao marco inicial do nosso <em>city tour</em>. Gostou?</p>
<p>Existem quatro pontos turísticos que ficaram de fora dessa rota: o <strong>Museu Casa Carlos Gardel</strong>, o <strong>Museu de Ciências Naturais</strong>, o <strong>Temaikèn</strong> e, claro, um <strong>show de tango</strong>. Trato deles nos próximos artigos.</p>

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</ul>

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		<title>Buenos Aires &#8211; dicas variadas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 22:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[buenos aires]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-dicas-variadas/">Buenos Aires &#8211; dicas variadas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Dicas de deslocamento, dia-a-dia e segurança em Buenos Aires, além de outras válidas para qualquer viagem internacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-dicas-variadas/">Buenos Aires &#8211; dicas variadas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Algumas dicas úteis para quem visitará pela primeira vez a terra dos nossos <em>hermanos</em>.</p>
<h3>Informações e Deslocamento</h3>
<ul>
<li><strong>Falando devagar</strong>, os argentinos nos entendem (e a recíproca é verdadeira); melhor nem se arriscar no portunhol.</li>
<li>Assim que chegar ao aeroporto, dirija-se ao guichê de informações e peça um <strong>mapa da cidade</strong> &#8211; é gratuito e muito útil, especialmente para tirar o melhor proveito do metrô.</li>
<li><strong>A cidade de Buenos Aires é dividida em quadras com 100 metros cada</strong>; se você está no nº 300 da Corrientes e quer ir ao nº 1.000, sabe que andará 700 metros (ou 7 quadras), o que facilita bastante a vida.</li>
<li>O metrô (subte) é velho, esquisito, mas <strong>muito eficiente e barato</strong> (1,10 peso &#8211; menos de 60 centavos de real), cobrindo os principais pontos turísticos da cidade &#8211; aproveite!</li>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a title="Metrô by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096374925/" target="_blank"><img title="Metrô de Buenos Aires" src="http://farm5.static.flickr.com/4132/5096374925_60132906dd.jpg" alt="Metrô de Buenos Aires" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">O pitoresco metrô de Buenos Aires.</p></div>
<li>O ônibus (bus) aceita cartão magnético ou <strong>moedas</strong>, e somente moedas (não há cobrador para voltar troco) &#8211; justamente por isso, não o utilizei nenhuma vez.</li>
<li>Táxi é barato, mas à noite eles ficam mais raros; se estiver em um restaurante ou balada e quiser voltar ao hotel, <strong>peça para alguém do estabelecimento chamar um táxi pra você</strong>.</li>
<li><strong>Dispense os remis</strong> &#8211; táxis especiais, em que a corrida é prefixada -, esses são bem caros.</li>
<li><strong>Todo mundo sabe dar informações com precisão</strong> (e quem não sabe já diz logo e não perde o seu tempo), contando as quadras e usando &#034;esquerda&#034; e &#034;direita&#034; em vez de &#034;aqui&#034; e &#034;ali&#034;, &#034;sobe&#034; e &#034;desce&#034;.</li>
<li>Eventualmente, podem tentar te responder em inglês <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>(Quase) Todo café, padaria ou restaurante tem <strong>wi-fi grátis</strong>, basta pedir a senha.</li>
</ul>
<h3>Dia-a-dia</h3>
<ul>
<li>Os <em>hermanos</em> <strong>tratam os brasileiros com cortesia</strong>, portanto desarme-se contra eventuais preconceitos.</li>
<li><strong>Aprenda o mínimo de espanhol</strong> &#8211; basta saber algumas expressões de civilidade e conseguir passar endereços para facilitar sua vida:
<ul>
<li>hola: oi</li>
<li>por favor: por favor</li>
<li>gracias: obrigado</li>
<li>buenos dias, buenas noches (&#034;notches&#034;): bom dia, boa noite</li>
<li>calle (fala-se &#034;caje&#034;): rua</li>
<li>cero, uno, dos, tres, cuatro, cinco, seis, siete, ocho, nueve: 0 a 9</li>
</ul>
</li>
<li>Há vários <strong>kioskos </strong>(lojinhas de conveniência) espalhados pelo centro da  cidade (e mais raros em outros bairros) que funcionam 24 horas por dias e quebram o galho com  água, refrigerantes e guloseimas.</li>
<li>Tudo que você comprar lá e for de fabricação argentina dá direito à <strong>restituição de uma parte do valor</strong> pago em impostos (cerca de 10%) na saída do país; procure pelas placas &#034;tax free&#034; (ou pergunte para o vendedor), guarde os recibos e peça o reembolso no aeroporto, antes de voltar para o Brasil.</li>
<li><strong>A voltagem em Buenos Aires é 220</strong>.</li>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Nunca é lúpus! by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096362933/" target="_blank"><img title="Nunca é lúpus!" src="http://farm5.static.flickr.com/4124/5096362933_ee6cff58c8_m.jpg" alt="Nunca é lúpus!" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Feira de San Telmo.</p></div>
<li><strong>As tomadas são diferentes</strong>, com três pinos chatos dispostos em forma de triângulo; veja se o hotel cede os adaptadores ou compre alguns em casas de ferragem ou camelôs  &#8211; dois adaptadores custam 5 pesos.</li>
<li>Não tente passear na Florida ao meio-dia  ou no fim do expediente &#8211; trata-se do coração financeiro da cidade e os pedestres acabarão atropelando você se estiver em passo de turista, exatamente como na Avenida Paulista.</li>
<li>Não adianta sair do hotel cedo pra bater perna: <strong>o comércio começa a funcionar depois das nove</strong>, principalmente depois das dez da manhã; em compensação, <strong>fica aberto até tarde</strong>.</li>
<li>Também não vale a pena sair pra jantar muito cedo; os porteños vão se preocupar com a janta <strong>depois das nove da noite</strong>.</li>
<li>Se quiser muito ir a determinado restaurante,<strong> faça reserva</strong>; se sair pra comer sem reserva, é melhor ter duas ou três alternativas.</li>
</ul>
<h3>Segurança</h3>
<ul>
<li>A cidade é tranquila, com baixos índices de violência, mas é uma metrópole &#8211; preste atenção à sua volta e <strong>não dê moleza</strong> com câmera fotográfica, nem caminhe com cara de bobo à noite.</li>
<li>Eu fui e voltei à noite de Puerto Madero à Calle Florida (por volta das 23 horas) a pé, sem qualquer problema, mas convém<strong> andar com passo acelerado nos trechos desertos</strong>.</li>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a title="Puerto Madero by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096920664/" target="_blank"><img title="Puerto Madero" src="http://farm5.static.flickr.com/4112/5096920664_2d9f22b6d6.jpg" alt="Puerto Madero" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Puerto Madero</p></div>
<li>Por outro lado, <strong>alguns lugares ficam bem movimentados até de madrugada</strong>: Puerto Madero é um exemplo e a própria Calle Florida também.</li>
<li>Não troque dólares ou reais com o povo que fica no meio da rua gritando &#8211; há fortes chances de receber notas falsas; <strong>informe-se no hotel sobre a casa de câmbio mais próxima</strong>.</li>
<li>Procure ter <strong>dinheiro trocado para o taxista</strong> &#8211; eles também têm fama de voltarem <strong>notas falsas</strong>.</li>
<li>O mesmo vale no metrô, para não correr o risco de receber troco errado (faltando, claro).</li>
</ul>
<h3>Dicas válidas para qualquer viagem internacional</h3>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Praça Intendente Alvear by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096932914/" target="_blank"><img title="Praça Intendente Alvear" src="http://farm5.static.flickr.com/4125/5096932914_eb746811d6_m.jpg" alt="Praça Intendente Alvear" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Recoleta, num sábado ao fim da tarde.</p></div>
<ul>
<li><strong>Informe o gerente do seu banco</strong> sobre a viagem para evitar que os cartões de crédito sejam bloqueados por uso incomum.</li>
<li><strong>Leve sempre dois cartões de crédito</strong>, pelo menos; nem sempre a máquina do seu cartão preferido está funcionando.</li>
<li><strong>Leve dinheiro vivo para pequenos gastos</strong> (especialmente de transporte e em feiras de artesanato); nem sempre é fácil encontrar um caixa automático e geralmente as taxas de saque são altas.</li>
<li>No aeroporto, antes de voltar para o Brasil, você pode trocar o dinheiro que sobrou por reais&#8230;</li>
<li>&#8230;mas evite fazer muito câmbio &#8211; a cada troca, você sempre perderá um pouco.</li>
</ul>
<p>E a dica principal de qualquer viajante: <strong>quem converte, não se diverte</strong>! Aproveite a viagem dentro do seu orçamento, mas sem contabilizar cada centavo. (Se bem que, na Argentina e no Uruguai, o câmbio é muito favorável aos brasileiros.)</p>
<p>Ufa! Devo ter esquecido alguma coisa. Você já foi a Buenos Aires? Compartilhe suas dicas!</p>

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</ul>

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		<title>Buenos Aires &#8211; como chegar e onde ficar?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 19:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-como-chegar-e-onde-ficar/">Buenos Aires &#8211; como chegar e onde ficar?</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Passagem aérea e sete noites em Buenos Aires por 700 reais - quer saber como? Leia este artigo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/buenos-aires-como-chegar-e-onde-ficar/">Buenos Aires &#8211; como chegar e onde ficar?</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><em>Veja <a title="Buenos Aires e Montevidéu - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-e-montevideu/" target="_blank">todos os textos sobre Buenos Aires e Montevidéu</a>.</em></p>
<p>Quando decidi ir a Buenos Aires, a primeira ideia foi procurar uma agência de viagens. Afinal, todos sabemos que os pacotes são tentadores e valem muito a pena, não?</p>
<p>Errr&#8230; não. Ou melhor: nem sempre.</p>
<p><strong>Os pacotes de agências de turismo como a CVC valem a pena se você vai viajar com mais alguém</strong>. Isso porque geralmente são pensados para duas, três ou quatro pessoas, o que reduz bastante o custo de hospedagem. Os hotéis com que as boas agências trabalham costumam seguir o padrão &#034;quatro estrelas&#034; (ou, pelo menos, três); logo, são mais caros. Diluindo-se o custo entre os viajantes, a diária sai em conta, mas eu queria viajar sozinha. Já no quesito deslocamento, as agências ofereciam-me passagens pelo mesmo preço que a TAM oferece ao consumidor final. Quanto aos passeios, bem, nada além do <em>city tour</em> de praxe.</p>
<p>Em números: pelas passagens de ida e volta e cinco noites em Buenos Aires, num hotel bacana (sem luxo) e central, eu pagaria cerca de 2.000 reais em abril de 2010.</p>
<p>É, dois mil. Como eu disse, aqueles cartazes que anunciam pacotes a partir de 800 reais presumem sempre que você viajará com mais alguém.</p>
<p>Depois do susto, parti para o Plano B: <strong>milhas e indicações de hospedagem dadas por amigos e conhecidos</strong>.</p>
<p>Em viagens internacionais, a TAM não permite que você compre apenas um trecho com milhas/pontos (como é possível nos destinos nacionais). Um trecho na América do Sul custa 10.000 pontos (eventualmente, há promoções). Ou seja,<strong> ida-e-volta exigem 20.000 pontos</strong>. Ok, eu tinha isso (santo cartão de crédito). Depois da habitual via sacra que é usar o site da TAM, e de pagar cerca de 200 reais de taxas de embarque, estava com as passagens em mãos.</p>
<p>E o hotel? Bom, essa é a melhor parte.</p>
<p>Inicialmente, pensei no Íbis. <a title="Accor Hotéis" href="http://www.accorhotels.com/pt-br/booking/hotels-list.shtml" target="_blank">Rede Accor</a>, padrão conhecido, preço razoável (leia-se, 90 dólares por dia, sem café-da-manhã e sem wi-fi incluído), boa localização. Hum&#8230; mas será que não dava pra conseguir coisa melhor?</p>
<p>Recebi algumas dicas no twitter. Entre elas, a da <a title="Diário da Música" href="http://www.diariodamusica.com/" target="_blank">Roberta Zouain</a> , que sugeriu o <a title="Hostel Suites Florida" href="http://www.hostelsuitesflorida.com/" target="_blank"><strong>Hostel Suites Florida</strong></a>. Hostel? Leia-se: albergue? Eu?? Nem pensar! Sempre descartei essa hipótese &#8211; essa coisa de dividir quarto com três, ou quatro, ou dez pessoas que nunca vi mais gordas &#8211; e, pior de tudo, <strong>dividir o banheiro</strong> &#8211; é muito riponga pra mim.</p>
<p>Aí, ela me explicou: quarto individual, <strong>banheiro individual</strong>, tudo limpinho, muito bem localizado&#8230; Hum. Tá. Não custa olhar, né?</p>
<p>Gente, <strong>o albergue é sensacional!</strong> Fica no começo da <a title="Calle Florida - wikipedia (em espanhol)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Calle_Florida" target="_blank">Calle Florida</a> (a rua de pedestres conhecida pelo comércio e no coração de Buenos Aires), ao lado da Calle Corrientes (de onde se vai facilmente a qualquer ponto da cidade, de táxi, ônibus ou metrô). Melhor localizado, impossível! As vantagens são tantas que é melhor listá-las:</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Hostel Suites Florida by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096378611/" target="_blank"><img title="Quarto do Hostel Suites Florida" src="http://farm5.static.flickr.com/4129/5096378611_a7793a4385_m.jpg" alt="Quarto do Hostel Suites Florida" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Sabonetinho e xampu.</p></div>
<ul>
<li>transporte grátis do aeroporto de Ezeiza ao hotel: você economiza uns 80 pesos, cerca de 40 reais</li>
<li>atendimento em português (os atendentes são <strong>todos </strong>muito simpáticos e bem informados), inclusive por email (são rápidos!)</li>
<li>agência de turismo com ótimas sugestões de passeios (vale muito a pena usá-la mesmo que você não seja hóspede, os preços são muito bons)</li>
<li>wi-fi grátis na área comum (primeiro andar, onde também fica a recepção e a agência de turismo)</li>
<li>ao lado de uma casa de câmbio confiável</li>
<li>a três quadras (300 metros) da Avenida de Mayo, de onde sai um <a title="Buenos Aires - City Tour | Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/buenos-aires-city-tour/" target="_blank"><em>city tour</em> muito bacana</a></li>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a title="Banheiro - Hostel Suites Florida by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096910242/" target="_blank"><img title="Banheiro - Hostel Suites Florida" src="http://farm5.static.flickr.com/4092/5096910242_4d091de580_m.jpg" alt="Banheiro - Hostel Suites Florida" width="180" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Com secador de cabelo.</p></div>
<li>a três quadras da famosa Galeria Pacifico</li>
<li>a meia quadra de uma estação de metrô</li>
<li>pertinho de um Havanna Café e de um Starbucks</li>
<li>a cerca de 800 metros de Puerto Madero</li>
<li>roupas de cama e banho impecáveis</li>
<li>instalações limpíssimas</li>
<li>café-da-manhã: maçã, banana, iogurte, sucrilhos, pão, requeijão, doce de leite &#8211; delicioso! -, manteiga, café, leite, chá</li>
<li><a title="Jantar grátis no Hostel Suites Florida - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096383539/" target="_blank">jantar grátis</a> (é preciso retirar o <em>voucher</em> na recepção na parte da manhã, e eles são limitados), desde que você compre uma bebida (até água vale e os preços são bacanas; recomendo pedir um vinho)</li>
<li>baladas no bar do próprio hostel, no subsolo (não chega barulho aos quartos)</li>
<li>transporte hotel-aeroporto por 40 pesos (metade do preço da corrida de táxi)</li>
</ul>
<p>Tudo isso por <strong>40 dólares a diária, em quarto individual</strong>. Fica mais barato se você fizer a carteirinha do <a title="Hostelling International" href="http://www.hihostels.com/" target="_blank">Hostelling International</a> (recomendo &#8211; os passeios também têm desconto com ela) e/ou se dividir o quarto. Em acomodações para seis pessoas, a diária fica em torno de 10 dólares.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Fusion, o bar do hotel by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096383439/" target="_blank"><img title="Fusion, o bar do hotel." src="http://farm5.static.flickr.com/4090/5096383439_4e0a59e0ff_m.jpg" alt="Fusion, o bar do hotel." width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Fusion, o bar do hotel.</p></div>
<p>O que o hostel <strong>não </strong>tem:</p>
<ul>
<li>máquina de cartão de crédito (todos os pagamentos devem ser feitos em dinheiro)</li>
<li>televisão</li>
<li>frigobar no quarto (há uma geladeira na área comum)</li>
<li>piscina, sauna e outras tranqueiras do gênero</li>
</ul>
<p>Para quem, como eu, passa o dia batendo perna e nunca tem tempo de ver tv ou ir à piscina do hotel, foi perfeito! De quebra, mudei meu conceito sobre albergues, se bem que viajantes mais experientes já me alertaram: <strong>nem todos são bons desse jeito</strong>. Procure os filiados ao <em>Hostelling International</em>, que têm a obrigação de manterem um certo padrão de qualidade.</p>
<p>No fim das contas, <strong>a parte área e a hospedagem em Buenos Aires por sete noites custaram cerca de 700 reais</strong>.  Se você está viajando com companhia, tem mais uma razão para pensar seriamente no albergue, já que dividirá quarto com quem conhece e pagará <em>baratim, baratim</em>.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a title="Vista para a Falabella by Lu Monte, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianamonte/5096975686/" target="_blank"><img title="Vista para a Falabella" src="http://farm5.static.flickr.com/4128/5096975686_1cc5893ccd_m.jpg" alt="Vista para a Falabella" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Sim, o hostel fica na frente da famosa loja de departamentos Falabella.</p></div>
<p>Algumas dicas:</p>
<ul>
<li>o Hostel Suites Florida e a agência de turismo aceitam pagamentos em reais, dólares ou pesos argentinos; compare as cotações e veja como é mais vantajoso (em geral, pagar em dólares sai mais barato)</li>
<li>marque o transporte do aeroporto para o hostel com folga suficiente para lidar com imprevistos aéreos e, principalmente, para olhar o freeshop <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>a sugestão vale ainda mais na volta: o freeshop de Ezeiza para quem está saindo de Buenos Aires é muito maior que o freeshop da chegada; reserve umas duas horas para passear nele com calma (acredite, duas horas passam voando ali!)</li>
</ul>
<p>Quer compartilhar dicas de hospedagem em Buenos Aires? Use o espaço dos comentários!</p>

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</ul>

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