Depois de "É Agora… ou Nunca", parti para mais um livro de Marian Keyes: "Sushi". Dessa vez, já sabia o que esperar e tive exatamente o que pretendia.
Depois de "É Agora… ou Nunca", parti para mais um livro de Marian Keyes: "Sushi". Dessa vez, já sabia o que esperar e tive exatamente o que pretendia.
Duas histórias em um só livro. Assim se constitui o último livro do consagrado escritor norte-americano Paul Auster, que já havia utilizado o mesmo recurso em fases anteriores da carreira e agora o retoma em "Homem no Escuro".
O término oficial de uma guerra é o ponto de partida para o romance "Sem Sangue", do italiano Alessandro Baricco. O escritor faz questão de deixar claro que o texto é ficcional e não fornece informações geográficas ou temporais que permitam ao leitor situar a história. Todas as guerras são, afinal, iguais na dor, nas feridas e nos traumas que causam.
Há livros que, mesmo em prosa, transbordam poesia. Assim é "Paraíso Perdido", de Cees Nooteboom, escritor holandês de destaque e um dos convidados da FLIP 2008. Não por acaso, ele empresta o título do poema épico do inglês John Milton ao livro, referenciado em diversos momentos da história.
Ou melhor, as mulheres e os homens de Mario Prata, que resolveu transformar em livro sua agenda telefônica. O resultado é o desfile de mais de duzentas pessoas – várias delas, famosas – em histórias indiscretas, curiosas, algumas melancólicas, quase todas divertidas.
Primeiro livro da Marian Keys que leio, só caiu nas minhas mãos porque veio de um sebo a um precinho camarada – afinal, ora bolas, quem precisa de mais um livro à la Helen Fielding? Para minha surpresa, porém, os personagens de Marian Keyes têm pouco a ver com Bridget Jones ou Becky Bloom.
13 queries. 0,235