Projetos, projetos…

2013 começou devagar. Estamos em meados de janeiro e ainda não me caiu a ficha de que é um novo ano.

Mas começou bem, com duas viagens planejadas, já: a primeira para Aracaju, única capital nordestina praiana que ainda não conheço (bem, tem São Luís, mas é quase Norte e vou deixar passar); a segunda, para Nova Iorque, depois de 12 anos de tentativas frustradas. Parece que agora a coisa vai.

Estou fazendo o Project333 novamente. Mais três meses, novas roupas. Selecioná-las dentre as que escondi quando comecei o projeto em outubro foi como fazer compras, com o bônus de não gastar um centavo, não enfrentar filas, não me frustrar no provador… É, na verdade, foi bem melhor que fazer compras. Logo faço um post sobre essa segunda etapa (e conto como foi a primeira experiência).

Os blogs estão em pausa. Andei doente, depois a vida tomou conta e meus dias estão completamente lotados. Aos poucos vou retomando as atividades, pelo menos aqui e no Mania de Organizar.

Por outro lado, o blog da Nospheratt está com a corda toda, com o projeto #52Posts que, por sua vez, baseia-se no projeto #365Posts do Janio.

Eu já tinha feito uma resolução pessoal (projeto?) de ler 52 livros e ver 52 filmes, pelo menos, em 2013. Um livro por semana, um filme por semana. Por outro lado, não tenho tido paciência de resenhar filmes ou livros (e tenho a forte impressão de que ninguém tem interesse nesse tipo de conteúdo). Então, trata-se apenas de um projeto pessoal, sem repercussão no DdF. Só que a Nosphie sugeriu que eu publicasse, pelo menos, duas listas com os títulos e achei uma boa ideia.

O lado ruim é que você pode se decepcionar com o tipo de literatura e cinema que me atraem. Mas aí, o problema não é meu. 😛

Então, se quiser acompanhar, é só seguir os links: #52Livros 2013 e #52Filmes 2013.

As melhores trilhas sonoras de séries

Já ouvi gente (que alegadamente “entende de cinema”) dizer que trilha sonora boa é aquela que passa despercebida. Suponho que essas pessoas são as mesmas que odeiam musicais.

Uma boa trilha sonora não é necessariamente a que passa despercebida (embora isso possa fazer sentido em filmes de ação, por exemplo), mas a que compõe com o filme, com o enredo, com o cenário. Uma trilha sonora realmente bem feita ajuda a contar a história. Em alguns casos, torna-se até um personagem da própria história.

Embora desde sempre eu repare em trilhas de filmes, só mais recentemente comecei a me ligar em trilhas de seriados – e meu, algumas são absolutamente maravilhosas. Estava pensando em fazer uma lista das melhores trilhas de séries, mas alguém já fez antes, e muito bem: As 10 melhores séries por suas trilhas sonoras. Eu acrescentaria, ou melhor, faria uma menção honrosa a E.R. (Plantão Médico), que fez um excelente uso de Chasing Cars numa das últimas temporadas e que narrou a morte do querido Dr. Greene, na oitava temporada, numa sequência que me emociona até hoje.

Se eu tivesse que fazer um Top 3, as melhores trilhas sonoras de seriados seriam:

3. The O.C.: muito rock, muito pop e músicas que marcaram cenas decisivas, como a morte de MarissaOriginalmente, nem considero Hallelujah uma música tão triste, mas depois desse episódio… bem, ela entraria facilmente num Top 5 de músicas mais melancólicas da história.

2. House: you can’t always get what you want deixou de ser “apenas” um trecho de letra para tornar-se uma das frases marcantes do personagem-título. As boas escolhas começaram na música de abertura e não pararam mais. É a série com trilha mais eclética, indo do clássico ao techno, com direito a solos de piano do multi-instrumentista Hugh Laurie.

Supernatural - Sexta Temporada

1. Supernatural: minha trilha favorita no momento. Os irmãos Winchester percorrem infindáveis quilômetros na caçada a monstros e demônios, e é claro que música é fundamental na estrada. Dean Winchester dá o tom – quem manda no som do seu Impala é ele, claro – e o rock impera. Carry On My Wayward Son é umas das mais perfeitas escolhas de todos os tempos em termos de trilha sonora.

Você costuma reparar nas trilhas sonoras dos seriados que acompanha? Quais as suas favoritas?

As séries do (meu) momento.

Sou uma viciada irrecuperável em seriados. Há uns dois anos, eu tentava acompanhar cerca de 40 séries. QUARENTA. Claro que não conseguia, claro que quase pirava tentando, claro que ver seriados estava deixando de ser prazeroso e tornando-se fonte de ansiedade e stress. E claro que eu parei com essa maluquice.

Hoje em dia, tento manter o número de séries em torno de dez. No momento, esse número está um pouquinho maior: 13. Ou 12, já que parece que Thundercats não vai mesmo voltar, pra minha tristeza.

Em poucas linhas:

Ruby - Once Upon a Time

Once Upon a Time:  culpa da Nospheratt que, depois de quase um ano tentando, acabou me convencendo a acompanhar. O fato de House ter acabado no semestre passado e de Law and Order: Special Victims Unit ter ficado uma droga ajudou bastante também, já que ganhei espaço na agenda. Em todo caso, UOAT precisou de apenas um episódio para ganhar lugar cativo. E a Ruby está quase destronando a 13 no meu coração – eeeeer, pensando bem, não.  Mas fica num lugar bem pertinho.

American Horror Story: estou presumindo que a segunda temporada não terá o mesmo elenco da primeira, então ainda não sei se continuarei acompanhando. Fica na lista porque tenho esperanças de que continue interessante.

Grey’s Anatomy: hum, relação de amor e ódio. Sempre foi assim. Algumas temporadas foram fracas e me fizeram interromper a série por meses e, num dado momento, anos. E eu detesto a Meredith, muito mesmo. Atualmente, o grande problema é a tortura a que a autora submete os personagens. Na verdade, a Shonda Rhimes sempre foi sádica, mas tem piorado muito ao longo dos anos. Dá vontade de parar de ver pra parar de chorar (sim, eu choro com seriados – muito).

The Big Bang Theory: outra série que provavelmente acompanharei até o fim dos tempos, haja o que houver.

Dexter: embora ela tenha se suavizado a cada temporada e de vez em quando me canse por quase virar novelinha (as duas últimas temporadas não conseguiram, realmente, me conquistar), ainda acho que vale a pena.

Chandler - Friends

Go On: série nova do Matthew Perry (eterno Chandler, amo, s2 s2!) e minha atual queridinha. Como é uma série fácil (sitcom, superficialidades etc. etc.), tenho esperanças de que caia no gosto dos americanos e não seja brutalmente cancelada como foi Studio 60.

Community: já essa, se for cancelada, não me surpreende. É cheia de referências, é politicamente incorreta, inteligente… e já sofreu algumas ameaças de cancelamento. Aparentemente, a quarta temporada começa em 2 de novembro. #sixseasonsandamovie!

The Newsroom: tanta gente falou bem que resolvi começar a ver – mas ainda não comecei. Em todo caso, como verei uma temporada completa antes de desistir (sou dessas), já está na lista.

Sessão de Terapia: versão brasileira da franquia In Treatment. Estou gostando bastante da produção brasileira e vi alguns episódios antigos da versão norte-americana, a título de comparação. São quase idênticas, ambas são boas, e gosto de caçar as diferenças entre elas.

Dean e Castiel - Supernatural

Supernatural: minha favorita, no momento, embora a nova temporada ainda não tenha engrenado. Isso não é muito raro em SN: a temporada começa morna, depois fica fodasticamente boa e viciante. De qualquer forma, Supernatural é uma série que pode piorar violentamente e mesmo assim verei até o fim (House, estou olhando pra você). Adoro a relação entre os irmãos Winchester, suspiro pelo Cas e morro pelo Dean.

Menções honrosas: The Simpsons e Family Guy. Vejo há eras, adoro, mas em algum ponto sempre páro de acompanhar – o que é ótimo para aqueles momentos de tédio em frente à tv, quando estou zapeando e de repente caio num episódio que, pra mim, ainda é inédito.

Há outras tantas séries que, se aparecem na minha frente, vejo, gosto, mas não me torno espectadora fiel: 2 Broke Girls, The Middle, Mike & Molly e diversos reality shows entram nessa categoria.

E tem Avenida Brasil, que não é seriado, foi a primeira novela que acompanhei (o último terço, pelo menos) em 15 anos, tem me tomado um tempo enorme e graças aos deuses que já está no fim! Mal posso esperar para ter minhas noites livres novamente.

Pra finalizar, ficam as dicas:

  • para acompanhar as séries pelo calendário americano: MyEpisodes.com.
  • para ver comentários sobre episódios já exibidos no Brasil, de várias dessas séries e de outras tantas: Só Seriados de TV.
  • para ler mais sobre qualquer seriado: IMDB.

E você, o que tem visto de bom?

Pinterest, a rede social do momento.

Você já ouviu falar do Pinterest? O site não é tão novo, mas ainda é pouco conhecido pelas bandas tupiniquins. Nas últimas semanas, porém, parece que todo mundo resolveu aderir a ele.

O Pinterest surgiu em 2010, mas estourou mesmo em 2011, chegando a ser eleito um dos 50 melhores sites do ano pela conceituada revista Time. Estou lá desde o fim de 2011, mas apenas em janeiro de 2012 comecei a usá-lo. Havia umas duas ou três pessoas que eu conhecia por lá. Depois da “explosão” da rede no Brasil, já há algumas dezenas.

Certo, mas o que é o Pinterest?

O próprio site se define como um mural virtual. Lembra quando tínhamos painéis de cortiça no quarto e costumávamos recortar imagens de revistas para preenchê-lo, junto com fotos e frases motivadoras? Então, é isso. Só que na internet.

(Suponho que os mais novos tenham feito essas montagens em quadros magnéticos. Eu não usava quadro de cortiça, mas sim a parte de dentro das portas do armário do quarto. E tinha gente que preferia a agenda. Hum, dúvida: essas colagens são “coisa de menina”? Os meninos também fazem/faziam as suas? Fato é que a maioria absoluta dos usuários do Pinterest é de mulheres.)

Como você pode usar o Pinterest

O serviço permite que você “espete um alfinete” (pin) em qualquer imagem online que desperte seu interesse (interest; pin + interest = pinterest) e as agrupe em murais temáticos, ou colagens virtuais.

Cada colagem pode ter uma ou múltiplas funções. Eis alguns usos frequentes dos murais:

  • coletânea de ideias para casamentos e outros eventos
  • planejamento de viagens
  • acompanhamento de tendências na moda
  • ideias para decoração
  • dicas de artesanato
  • frases motivadoras
  • imagens engraçadas
  • coleção de receitas
  • venda de produtos
  • listas de presentes
  • sonhos de consumo
  • passo-a-passo de maquiagem
  • indicações de livros, músicas, filmes
  • vision boards (murais que motivam a seguir um objetivo qualquer)
  • incremento e divulgação de negócios online

O uso é muito simples. Você solicita ao site um convite (o meu levou cerca de uma semana pra chegar, se bem me lembro) ou recebe um convite de alguém que já faça parte do Pinterest. Assim que se cadastra, ganha alguns murais vazios. Você pode mudar os nomes deles (e suas respectivas categorias) e criar outros. Em seguida, é só sair espetando alfinetes virtuais. Uma boa forma de entender como a coisa funciona é passear pelas colagens dos outros usuários.

Para espetar uma tachinha em qualquer imagem online, basta adicionar o marcador do Pinterest à barra de favoritos do seu navegador (se você tem iPhone, também pode baixar o app). Você também pode subir uma imagem do seu computador direto para seus quadros temáticos.

Uma vez que você “alfinete” uma imagem, outros usuários do Pinterest podem “realfinetar” (repin), “curtir” (like) ou comentar. Todos os murais são públicos.

O Pinterest permite a criação de murais coletivos, ou seja, editáveis por dois ou mais usuários. É uma boa forma de planejar viagens em grupo, compartilhar fotos sobre projetos em comum e organizar eventos em conjunto, por exemplo.

Você pode seguir (follow) outros usuários (e não pode impedir que alguém te siga). Uma opção bem interessante é acompanhar apenas os murais que lhe interessam. Se um usuário tem, por exemplo, um mural superbacana com imagens de gatinhos e outro chatérrimo sobre os lêmures-de-cauda-anelada, você pode escolher seguir apenas o de gatinhos.

Clicar em uma imagem no Pinterest leva ao site de onde ela foi retirada. Por isso, os murais têm se revelado uma excelente fonte de tráfego para sites em geral e lojas virtuais em particular.

Evite simplesmente dar “repin” em tudo, ou seus murais virarão mais do mesmo. Crie novas formas de organizar as imagens em vez de apenas copiar os murais existentes, adicione suas próprias fotos, ou compartilhe o que encontra de bacana pela rede além do próprio Pinterest.

Como eu uso o Pinterest

Para ver meu perfil no Pinterest, é só clicar aqui. Eis os meus murais, hoje:

Pinterest - meus murais hoje
Meus murais no Pinterest.

Lilacs and Violets: não necessariamente as flores, mas as cores, que são minhas favoritas para várias coisas. Aqui só entram imagens com predominância de lilás, lavanda ou roxo. Para mim, o resultado é repousante.

Style: roupas e acessórios que acho lindos e que têm a ver com meu estilo (que é clássico, urbano, lady-like, quase romântico em algumas composições).

Inspiration: coleção de frases motivacionais, inspiradoras.

Cats: imagens de gatinhos, aaaaawww! =^^=

For the Home: ideias, objetos e sonhos de consumo para o lar-doce-lar.

Food: fotos de comidas – a maior parte delas leva aos sites que contêm as respectivas receitas, e pretendo fazê-las um dia.

Drinks: fotos de bebidas, no mesmo esquema das comidas. Por enquanto, é o patinho feio das minhas colagens.

DIY: projetos artesanais (DIY é a sigla para do it yourself, ou “faça você mesmo”).

Beautiful People: motivações extras para manter-me em forma…

Sim, todos os meus murais são em inglês. O inglês é a língua quase exclusiva do Pinterest, mas nada impede que você use outro idioma.

O Pinterest é uma rede social?

É, porque você pode seguir e ser seguido por outras pessoas, e pela facilidade de dar um “repin” nas imagens alheias. Mas você pode muito bem usá-lo sem interagir com ninguém. Lembre-se, apenas, de que todos os seus murais são públicos.

E aí, gostou? Vai embarcar na onda dos murais online?