Brigdet Jones no Limite da Razão

Ficha técnica

Bridget Jones: the Edge of Reason. Inglaterra/França/Irlanda/EUA, 2004. Comédia Romântica. 108 min. Direção: Beeban Kidron. Com Renée Zellweger, Hugh Grant, Colin Firth e Jim Broadbent.

Bridget começa a se sentir desconfortável em sua relação com o conservador Mark, quando reencontra o cafajeste Daniel.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

O primeiro filme é mais interessante, detendo-se na crise dos 30 anos. No Limite da Razão concentra-se mesmo nas trapalhadas de Bridget. Dá pra rir e vale a pena para quem gosta da trintona mais enrolada do mundo, mas não provoca tanta identificação quanto o primeiro.

Decididamente, não me identifiquei com a Bridget do segundo filme. Não sou tão atrapalhada quanto ela, não estrago as coisas com tanta freqüência (só de vez em quando), nunca fui à Tailândia e não uso super-sutiã. Principalmente, não há nenhum Colin Firth correndo atrás de mim e, certamente, nenhum Hugh Grant (canalha, é verdade) tentando me seduzir…

O ponto alto do filme é a trilha sonora, tão boa quanto a do primeiro longa. Identificação muito maior com as músicas que com a história propriamente dita.

Baseado em livro homônimo.

Leis da Atração

Ficha técnica

Laws of Attraction. EUA, 2003. Comédia Romântica. 90 min. Direção: Peter Howitt. Com Pierce Brosnan, Julianne Moore e Parker Posey.

Especialista em divórcio, advogada de Nova York começa a ter problemas quando um novo e atraente adversário chega à cidade.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

Daqui a uns anos, você poderá assistir a Leis da Atração na Sessão da Tarde. É bobinho, ótimo pra gente desligar o cérebro enquanto assiste. Não tem grandes atrativos. Interpretações razoáveis, roteiro mediano e um tanto previsível. Os destaques são os embates entre os advogados no tribunal, capazes de arrancar boas risadas, e a mãe da advogada protagonista, muito divertida em sua busca pela juventude eterna.

Em suma, o filme propicia alguma diversão. Assista, se não tiver opções mais interessantes.

O Albergue Espanhol

Ficha técnica

L’auberge espagnole. França/Espanha, 2003. Comédia Romântica. 115 min. Direção: Cédric Klapisch. Com: Romain Duris, Judith Godrèche e Audrey Tautou.

Rapaz francês vai estudar na Espanha e divide apartamento com estudantes de várias nacionalidades.

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

4 estrelas

Não me lembro exatamente quais as nacionalidade dos moradores dessa irreverente “república”. Há uma inglesa, um alemão, uma única espanhola. Xavier, o rapaz francês mencionado na sinopse da Folha, fica felicíssimo quando consegue vaga nesse exótico mundo. Depois dele, ainda passa a morar com eles uma belga homossexual que dá a Xavier algumas aulas sobre o que as mulheres gostam – ensinamentos que ele não tarde em pôr em prática. Ah, sim, o irmão da inglesa passa uma temporada no apartamento, também. Eu não tinha mencionado que isso se passa em um apartamento? O que você esperava? Uma mansão? Aí, não teria graças, oras!

O Albergue Espanhol é envolvente. Traz algumas doses de drama, mas o que predomina mesmo é o humor – não o pastelão americano, mas o humor mais cotidiano dos europeus. Cotidiano e, por isso mesmo, factível. É possível colocar-se no lugar da personagem, imaginar-se vivendo as mesmas situações.

O idioma “oficial” do albergue é o inglês, carregado de sotaque – ótimo para ser entendido por quem não fala grande coisa, como eu. Há trechos também em francês (vários), espanhol e até catalão.

Saí do cinema com vontade de “mochilar” pela Europa. Sabe o que fiz? Fiquei quietinha e esperei a vontade passar! Sou organizadinha demais para conseguir viver em uma república, especialmente em uma tão bagunçada!

Ah, a protagonista de Bem-me-quer, mal-me-quer, Audrey Tautou, tem uma participação nesse filme, como a namorada do Xavier, Martine. Ela também  interpreta o papel principal de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.

Um dos filmes mais divertidos do ano.

Simplesmente Amor

Ficha técnica

Love Actually. Inglaterra, 2003. Comédia Romântica. 135 min. Direção: Richard Curtis. Com: Hugh Grant, Colin Firth, Emma Thompson, Rodrigo Santoro e Laura Linney.

O filme acompanha a história de vários personagens envolvidos em questões amorosas, desde uma empregada portuguesa até o primeiro-ministro britânico, às vésperas do Natal. Estréia na direção do roteirista de Quatro Casamentos e um Funeral (1994).

Mais informações: Adoro Cinema.

Comentários

3 estrelas

Certo, é um filme bobo, não nego. Daqueles que, daqui a três ou quatro anos, irá parar na Sessão da Tarde ou, na melhor das hipóteses, na Sessão de Sábado. Só que é um filme bobo delicioso!

É “água com açúcar” na medida certa. Todo mundo que já se apaixonou ao menos uma vez na vida vai se identificar com alguma cena, com alguma história: o primeiro amor, a fase da conquista, as tentativas frustradas, a traição, o recomeço.

O enredo é construído a partir de várias histórias paralelas, o que dá agilidade às mais de duas horas de projeção. Gosto desse tipo de filme, formado por vários esquetes. O elenco é excelente, contando com grandes nomes e outros não tão conhecidos, mas que desenvolvem muito bem seus papéis. O Rodrigo Santoro arrancou suspiros extasiados da platéia na sua primeira aparição e em algumas nutras cenas muito, muito bonitas, eu diria. Inegavelmente, está um gato!

Se você está amando, não deixe de ver o filme. Se está feliz sozinha, como eu, também assista-o pois, além da “água com açúcar”, Simplesmente Amor traz situações inesperadas, provocando bons momentos de risos. Ótima opção para as férias.