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	<title>Dia de Folga &#187; ficção científica</title>
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	<description>opinião com gelo e laranja</description>
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		<title>2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/2012-o-filme/">2012</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: 2012. Direção: Roland Emmerich. Com John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, Thandie Newton, Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson. Em 2008, o presidente americano convoca uma reunião de emergência com as principais potências para conversar sobre um grande perigo para a humanidade. Com a proximidade de 2012, coloca-se em prática o plano iniciado anos atrás. Enquanto isso, o escritor Jackson Curtis descobre os primeiros sintomas da destruição do planeta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/2012-o-filme/">2012</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título original: <em>2012</em></li>
<li>País: Estados Unidos</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Ficção Científica</li>
<li>Duração: 2 horas e 38 minutos</li>
<li>Direção: Roland Emmerich</li>
<li>Roteiro: Harald Kloser e Roland Emmerich</li>
<li>Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, Thandie Newton, Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson.</li>
<li>Sinopse: em 2008, o presidente americano (Danny Glover) convoca uma reunião de emergência com as principais potências para conversar sobre um grande perigo para a humanidade. Com a proximidade de 2012, coloca-se em prática o plano iniciado anos atrás, sob o comando dos cientistas Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) e Carl Anheuser (Oliver Platt). Enquanto isso, o escritor Jackson Curtis (John Cusack) descobre os primeiros sintomas da destruição do planeta.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="2012" src="http://diadefolga.com/img/2012.jpg" alt="2012" width="200" height="300" /></p>
<p>Dessa vez <strong>a culpa não é nossa</strong>, como em <em>O Dia Depois de Amanhã</em> (quando as mudanças climáticas davam a tônica), nem dos alienígenas, como em <em>Independence Day</em>, dois sucessos de público do diretor Roland Emmerich. Para seu novo filme-catástrofe, ele escolheu um inimigo tão poderoso quanto inevitável: o Sol.</p>
<p>Assim começa <em>2012</em>: o Sol anda liberando neutrinos demais e esses tais neutrinos resolveram causar mudanças físicas no nosso planeta, elevando sua temperatura interna e, com isso, causando terremotos, maremotos e todo o tipo de cataclismo. Os maias já haviam previsto: o mundo acabará em 2012. As previsões científicas parecem confirmar o fato.</p>
<p>Tem presidente negro, modelo loira, russo desalmado, criança em perigo. Tem carro em alta velocidade, <em>Volcano</em> e <em>Titanic</em>. Tem até referência bíblica. Ou seja: <strong>um clichê atrás do outro</strong>. Ainda assim, <strong><em>2012</em> diverte muito</strong>. As duas horas e meia de filme &#8211; que me pareceram uma eternidade antes de entrar na sala &#8211; passam freneticamente, conduzidas por uma computação gráfica arrasadora e efeitos sonoros de primeira. <strong>É filme para se ver na telona</strong>, sem dúvida alguma.</p>
<p>O roteiro? Bem, quem vê filme-catástrofe em busca de roteiro? De todo modo, há uma tentativa de discussão séria sobre como deve ser decidido o rumo da humanidade, e por quem. Conta a meritocracia? Ou a economia fala mais alto? E quanto à solidariedade, em que barco (ops) ela fica?</p>
<p>Não se prenda, porém, a essas questões menores. <em>2012</em> dá exatamente o que promete: entretenimento-pipoca de qualidade.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="3 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" border="0" alt="3 estrelas" width="87" height="16" /> (mas, se <strong>filme-catástrofe</strong> é seu gênero preferido, esse chega fácil a 4 estrelas)</p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p>No cartaz de divulgação de <em>2012</em>, o Cristo Redentor desmorona. No filme, as notícias vêm da Globo News e, para alívio geral da plateia, <strong>o locutor fala português </strong>(pt-br, bem entendido).</p>
<p><strong>Cientistas não levam a sério</strong> a profecia do calendário maia (sim, existe uma profecia maia relacionada ao fim do mundo em 2012), é claro, mas alguns místicos, como o pessoal da Nova Era, levam a coisa bem a sério. É claro.</p>
<p>Leia sobre <a title="Calendário Maia - HowStuffWorks" href="http://pessoas.hsw.uol.com.br/calendario-maia.htm" target="_blank">o calendário maia em <em>HowStuffWorks</em></a>.</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="2012 - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/2102/" target="_blank">2012</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="2012" href="http://www.2012ofilme.com.br/" target="_blank">2012</a> &#8211; site oficial</li>
<li><a title="2012" href="http://www.whowillsurvive2012.com/" target="_blank">2012</a> &#8211; site oficial (em inglês)</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Distrito 9</title>
		<link>http://diadefolga.com/distrito-9/</link>
		<comments>http://diadefolga.com/distrito-9/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 14:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[2 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/distrito-9/">Distrito 9</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: District 9. Direção: Neill Blomkamp. Com Sharlto Copley, Jason Cope, Nathalie Boltt, Sylvaine Strike, Vanessa Haywood, Johan van Schoor. Alienígenas são mantidos no no Distrito 9, uma favela na África do Sul. Atritos entre eles e os humanos são constantes e agravam-se quando o governo decide removê-los.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/distrito-9/">Distrito 9</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título original: <em>District 9</em></li>
<li>País: Estados Unidos/Nova Zelândia</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Ficção Científica</li>
<li>Duração: 112 minutos</li>
<li>Direção: Neill Blomkamp</li>
<li>Roteiro: Neill Blomkamp e Terri Tatchell</li>
<li>Elenco: Sharlto Copley, Jason Cope,  Nathalie Boltt, Sylvaine Strike, Vanessa Haywood e Johan van Schoor.</li>
<li>Sinopse: há 20 anos, uma nave espacial chegou a Joanesburgo, capital da África do Sul. Seus tripulantes foram confinados no Distrito 9, sob péssimas condições e sofrendo maus-tratos. Pressionado por problemas políticos e financeiros, o governo local deseja transferir os alienígenas para outra área. Para tanto, é preciso realizar um despejo geral, o que cria atritos com os extraterrestres.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignleft" title="Distrito 9" src="http://diadefolga.com/img/distrito9.jpg" alt="Distrito 9" width="204" height="300" /> Eu sei, o filme é badaladíssimo, cotadíssimo, todos os &#8220;íssimos&#8221; do mundo. O sucesso foi tanto que já se fala numa sequência. Baixo orçamento, história inovadora, <em>yada yada yada</em>. A propaganda pré-lançamento era realmente interessante. Fiquei com vontade de ver. Vi e&#8230; não gostei.</p>
<p><em>Distrito 9</em> começa bem, num tom de documentário e fazendo óbvias referências ao <em>Apartheid</em>. A seguir, caminha para um discurso sobre miséria, favelização, violência e suas interrelações. Depois&#8230; bem, depois começa a se perder. Navega por experimentos pseudomédicos, conspirações governamentais, críticas à indústria armamentista e por aí afora. São tantos assuntos que o filme tenta abordar que não consegue aprofundar nenhum deles e deixa uma sensação de colcha de retalhos.</p>
<p>Essa impressão se intensifica diante das inúmeras produções que o filme evoca: de <em>Alien &#8211; O Oitavo Passageiro</em> até <em>X-Men</em>, passando por <em>A Mosca</em>, <em>Independence Day</em>, <em>Transformers</em>, entre outros. Há muito pouco realmente original em <em>Distrito 9</em>.</p>
<p>Nem vou mencionar os furos no roteiro. Sim, ficção científica exige um exercício de abandono do real &#8211; toda produção de ficção, na verdade, exige. <em>District 9</em>, porém, força demais a barra, a ponto de a prosaica explicação &#8220;se não fosse assim não existira filme&#8221; fazer-se necessária umas duas vezes, no mínimo. Falta coerência interna à história.</p>
<p>Diga-se de passagem que outras produções foram muito mais felizes ao abordar temas pungentes como preconceito e favelização &#8211; basta lembras de <em>Hotel Ruanda </em>e <em>Cidade de Deus</em>, para ficar apenas com dois exemplos. Na ficção científica, o preconceito rendeu ótimos enredos, como <em>Planeta dos Macacos</em> ou o clássico <em>Blade Runner</em> e é tema recorrente em seriados como <em>Star Trek</em>.</p>
<p>De positivo, em <em>District 9</em>, destacam-se as ótimas atuações (a do estreante Sharlto Copley no papel principal é particularmente brilhante) e os efeitos visuais de altíssima qualidade, tornando os alienígenas gerados por computação gráfica tão convincentes quanto nojentos.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p><img class="alignright" src="http://diadefolga.com/img/distrito9-cartaz.jpg" alt="" width="162" height="240" /></p>
<p>O ponto de partida para <em>Distrito 9</em> foi o curta-metragem <a title="Alive in Joburg - IMDB" href="http://www.imdb.com/title/tt0813999/" target="_blank"><em>Alive in Joburg</em></a>, do mesmo diretor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="separador" src="http://diadefolga.com/wp-content/themes/clean3/images/artigos/separador.gif" alt="separador" width="56" height="16" /></p>
<p>Algumas entrevistas que permeiam o filme foram feitas com sul-africanos pobres que, perguntados sobre o que achavam dos &#8220;aliens&#8221;, ligaram a expressão aos imigrantes ilegais vindos do Zimbábue (o idioma inglês permite a confusão e esse era mesmo o intento) e soltaram o verbo. O preconceito demonstrado pelos entrevistados é, portanto, bem real.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="separador" src="http://diadefolga.com/wp-content/themes/clean3/images/artigos/separador.gif" alt="separador" width="56" height="16" /></p>
<p>Os nigerianos estão entre os &#8220;caras maus&#8221; da história &#8211; o chefão Obesandjo, inclusive, tem o nome muito parecido com o do ex-presidente Olusegun Obasanjo. O governo nigeriano manifestou-se oficialmente contra o filme, e ainda exigiu que fossem retiradas dele todas as referências à Nigéria (o que não foi feito, evidentemente).</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Distrito 9 - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/distrito-9/" target="_blank">Distrito 9</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Distrito 9" href="http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/district9/" target="_blank">Distrito 9 &#8211; site oficial</a></li>
<li><a title="D-9" href="http://www.d-9.com/" target="_blank">District 9 &#8211; site oficial</a> (em inglês)</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagens: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Eu Sou a Lenda</title>
		<link>http://diadefolga.com/eu-sou-a-lenda/</link>
		<comments>http://diadefolga.com/eu-sou-a-lenda/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 18:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[5 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/eu-sou-a-lenda/">Eu Sou a Lenda</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: "I Am Legend". Direção: Francis Lawrence. Com Will Smith, Alice Braga, Charlie Tahan, Salli Richardson, Willow Smith. Baseado no livro homônimo de Richard Matheson. A população de Nova York foi dizimada por um vírus mortal. Um brilhante cientista (Will Smith) é imune e tenta desenvolver um antídoto e encontrar outros sobreviventes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/eu-sou-a-lenda/">Eu Sou a Lenda</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título original: <em>I Am Legend</em></li>
<li>País de origem: EUA</li>
<li>Ano: 2007</li>
<li>Gênero: Ficção Científica</li>
<li>Duração: 101 minutos</li>
<li>Direção: Francis Lawrence, que também dirigiu <em><a class="bbli" title="Encontre no JáCotei" href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:2330/tags:Constantine+dvd" target="_blank">Constantine<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a></em><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>.</li>
<li>Roteiro: Mark Protosevich e Akiva Goldsman, baseado em <span class="bbli"><a title="Encontre no JáCotei" href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:2330/tags:livro+Richard+Matheson" target="_blank">livro de <strong>Richard Matheson</strong><img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script><strong></strong></span><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>.</li>
<li>Elenco: Will Smith, Alice Braga, Charlie Tahan, Salli Richardson, Willow Smith.</li>
<li>Sinopse: a população de Nova York foi dizimada por um vírus mortal. Um brilhante cientista (Will Smith) é imune e tenta desenvolver um antídoto e encontrar outros sobreviventes.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignleft" title="Eu Sou A Lenda" src="http://diadefolga.com/img/eu-sou-a-lenda.jpg" alt="Eu Sou A Lenda" width="162" height="240" /> Essa minha mania de ir ao cinema sem ler nada a respeito do filme antes me mete em ciladas de vez em quando. Antes que você ache que <em>Eu Sou a Lenda</em> é uma cilada, deixe-me explicar: o filme é excelente, mas dá <strong>altos sustos</strong> &#8211; ao menos em mim, que sou um tanto covarde para filmes de monstros. Sem exageros, porém &#8211; há quem tenha se decepcionado com o filme justamente por esperar mais sustos. Para mim, a dose foi suficiente.</p>
<p>O filme se passa num futuro próximo: em 2009, o vírus do sarampo é alterado geneticamente para combater o câncer; a experiência sai do controle e o vírus mutante dizima a espécie humana. A maior parte da ação se situa em 2012, contando o dia-a-dia do Dr. Robert Neville em sua luta pela sobrevivência e pela busca de uma cura para a doença mortal.</p>
<p>O que conduz brilhantemente a produção, elevando-a a um patamar muito acima da mediocridade, é a interpretação de <strong>Will Smith</strong>. O ator sustenta a história praticamente sozinho, conferindo-lhe uma carga dramática tão grande que é difícil acreditar que seja o mesmo Will Smith da comédia boa, mas fácil, <em>The Fresh Prince of Bel-Air</em> &#8211; aqui no Brasil, <a title="Encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/um-maluco-no-pedaco-1-temporada-4-dvds-multi-regiao-reg-4.html?af=2330" target="_blank"><em>Um Maluco No Pedaço</em></a>. Smith tem <span class="bbli"><a title="Encontre no JáCotei" href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:2330/tags:will+smith+dvd" target="_blank">outros bons filmes no currículo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script></span><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, mas nenhum que exigisse tanto.</p>
<p>Já Alice Braga, a sobrinha de Sônia Braga, tem um papel curto, mas bem desempenhado.  Alice mostra mais talento, simpatia e beleza que sua tia costuma exibir.</p>
<p>Os efeitos visuais são um show à parte &#8211; os infectados são todos gerados por computação. Os efeitos sonoros também impressionam. É provável que <em>Eu Sou a Lenda</em> seja lembrado nas categorias técnicas no Oscar 2009.</p>
<p>Sim, é mais um filme-catástrofe. Sim, é previsível (mas guarda uma ou outra surpresa). De toda forma, no seu gênero <em>Eu Sou a Lenda</em> merece 5 estrelas.</p>
<p>Cotação: <img src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/5.gif" border="0" alt="5 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p><em>Eu Sou a Lenda</em> é a <strong>terceira adaptação</strong> para o cinema do romance de Matheson, juntando-se a <em><a title="Encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/mortos-que-matam-multi-regiao-reg-4.html?af=2330" target="_blank">The Last Man on Earth</a> </em>(&#8220;Mortos que Matam&#8221;, 1964) e <em>The Omega Man</em> (1971, com Charlton Heston no papel principal). Segundo críticos, <em>Eu Sou a Lenda</em> distanciou-se demais do original, mais que seus predecessores.</p>
<p>Os mais atentos perceberão, numa das primeiras tomadas que mostram Nova Iorque arrasada, o pôster de um clássico nunca acontecido e sempre desejado pelos fãs dos quadrinhos: o filme <strong><em>Batman vs. Superman</em></strong>. Trata-se de uma piada de Akiva Goldsman, roteirista do filme.</p>
<p><strong><a title="Encontre no JáCotei" href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:2330/tags:bob+marley+cd" target="_blank">Bob Marley<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script></strong><strong><script src="http://stable.boo-box.com/"></script></strong> permeia o filme: <em>Three Little Birds</em> aparece a todo momento; o cd preferido do Dr. Neville é Legend, uma coletânea do cantor de reggae; a música dos créditos é <em>Redemption Song</em>.</p>
<h3>Além da Tela</h3>
<p>O vírus que desencadeia a quase extinção da espécie humana é uma mutação construída em laboratório do vírus do <strong>sarampo</strong>. O sarampo é, hoje, raro em países desenvolvidos, graças à vacinação em massa; em países pobres, ainda infecta milhões  de crianças por ano, levando à morte milhares delas. No Brasil, a doença está <strong>quase erradicada</strong> e a última morte foi registrada em 1999.</p>
<p><strong>Vampiros</strong> rendem boas histórias há séculos, povoando a literatura e o cinema. Também fazem sucesso nos <em>role playing games</em> (RPG). O termo &#8220;vampiro&#8221; popularizou-se no século XVIII, mas o mito é muito anterior, remontando aos antigos gregos, hebreus e mesopotâmicos. O livro<em> I Am Legend</em>, escrito por Richard Matheson em 1954, oferece uma nova explicação sobre vampiros: em vez de tratá-los como criaturas sobrenaturais, como a literatura de horror fazia, Matheson vale-se da ficção científica para explicá-los à luz da ciência.</p>
<p><em>Atualização em 11 de março de 2008: a Fabiana Neves, do blog <a title="Rockerspace" href="http://rockerspace.net/" target="_blank">Rockerspace</a>, publicou o <a title="Eu Sou A Lenda - Confira o final alternativo do filme | Rockerspace" href="http://rockerspace.net/eu-sou-a-lenda-confira-o-final-alternativo-do-filme/" target="_blank">final alternativo do filme</a>, disponível no dvd norte-americano. Como ela, também prefiro a versão que foi exibida no cinema. E você?</em></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Eu Sou A Lenda - Warner Bros. Pictures" href="http://wwws.br.warnerbros.com/iamlegend/" target="_blank">Eu Sou a Lenda &#8211; Site Oficial</a></li>
<li><a title="Eu Sou A Lenda - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com.br/filmes/eu-sou-a-lenda/eu-sou-a-lenda.asp" target="_blank">Eu Sou a Lenda &#8211; Adoro Cinema</a></li>
<li><a title="MTV Movies Blog" href="http://moviesblog.mtv.com/2007/12/03/batman-vs-superman-coming-in-2009-but-will-we-live-to-see-it/" target="_blank">Mais sobre a piada interna <em>Batman vs. Superman</em></a> (em inglês)</li>
<li><a title="Eu Sou a Lenda [livro] - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/eu-sou-a-lenda-livro/" target="_blank">Eu Sou a Lenda &#8211; resenha do livro</a></li>
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		<item>
		<title>Violação de Privacidade</title>
		<link>http://diadefolga.com/violacao-de-privacidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2005 02:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/violacao-de-privacidade/">Violação de Privacidade</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Omar Naim. Com: Robin Williams, Mira Sorvino e James Caviezel. Título original: "The Final Cut". O enredo mistura "O Show de Truman", "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças" e "Vanilla Sky". O resultado da salada? Um fiasco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/violacao-de-privacidade/">Violação de Privacidade</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>The Final Cut</em>. EUA, 2004. Ficção Científica. 104 min. Direção: Omar Naim. Com: Robin Williams, Mira Sorvino e James Caviezel.</p>
<p>Num futuro próximo, as pessoas podem comprar um chip que, instalado no cérebro, grava todas as suas memórias, transformando-as posteriormente em um filme. Homem especialista em editar essas lembranças começa a ser atormentado pelo seu passado ao descobrir uma pessoa na memória de um diretor de sua empresa.</p>
<p>Mais informações: <a title="Violação de Privacidade" href="http://adorocinema.com.br/filmes/violacao-de-privacidade/violacao-de-privacidade.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="Meia estrela" src="/wp-content/uploads/0-5.gif" alt="Meia estrela" width="87" height="16" /></p>
<p>O filme é fraquíssimo. Meia estrela, no máximo &#8211; e &#8220;pra fazer caridade&#8221;!</p>
<p>O enredo mistura <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=341419&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>O Show de Truman</em></a> (a questão de estar sempre sendo observado), <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=251129&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças</em></a> (vale a pena rever o passado, ou é melhor apagá-lo?) e <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=166567&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Vanilla Sky</em></a> (a reconstrução das lembranças). Três filmes ótimos. O resultado da salada? Um fiasco.</p>
<p>Em destaque, dois temas: a invasão da privacidade (como indicado pelo título em português) e a manipulação das lembranças &#8211; algo que, vez por outra, todos nós gostaríamos de poder fazer. Em <em>Brilho Eterno</em> e <em>Vanilla Sky</em>, essa manipulação é feita com o consentimento do &#8220;dono&#8221; das memórias &#8211; em Violação, é realizada após a sua morte.</p>
<p>O roteiro ainda traz: um drama pessoal de infância; uma tentativa superficial de abordar questões éticas; um romance capenga; um simulacro de cenas de ação.</p>
<p>No fim das contas, são tantos os tópicos que <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=317988&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Violação de Privacidade</em></a> propôs que terminou por não cuidar bem de nenhum deles. Quis abraçar o mundo com as pernas e caiu de cara no chão.</p>
<p>Não vale sequer pela atuação do Robin Williams, medíocre (no sentido literal: mediana, comum).</p>
<p>Um dos piores filmes de 2004.</p>

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</ul>

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		<title>Eu, Robô</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2004 22:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/eu-robo/">Eu, Robô</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Alex Proyas. Com Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk e James Cromwell. Título original: "I, Robot". O roteiro de Eu, Robô não guarda semelhanças com a história homônima de Asimov. O único ponto de contato são as três leis da robótica – aliás, um dos melhores conceitos já criados pela ficção científica, usado e abusado por diversos autores e roteiristas de cinema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/eu-robo/">Eu, Robô</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em> I, Robot</em>. EUA, 2004. Ficção Científica. 115 min. Direção: Alex Proyas. Com Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk e James Cromwell.</p>
<p>Em 2035, detetive investiga o assassinato de um cientista em que o principal suspeito é um robô. Inspirado em <a title="Pesquise no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=237942&amp;catid=215&amp;af=2330" target="_blank">contos de Isaac Asimov</a>.</p>
<p>Mais informações: <a title="Eu, Robô" href="http://adorocinema.com.br/filmes/eu-robo/eu-robo.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="4 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p>Adoro ficção científica, gosto muito do Asimov e sou fã do Will Smith. Logicamente, na minha visão parcial, só posso considerar esse filme ótimo, bem além das duas estrelas dadas pela Folha.</p>
<p>O roteiro de <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=244747&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Eu, Robô</em></a> não guarda semelhanças com a <a title="Eu, Robô, de Isaac Asimov - encontre no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=237942&amp;catid=215&amp;af=2330" target="_blank">história homônima de Asimov</a>. O único ponto de contato são as três leis da robótica – aliás, um dos melhores conceitos já criados pela ficção científica, usado e abusado por diversos autores e roteiristas de cinema. Ah, você não as conhece? São as seguintes:</p>
<ol>
<li>Um robô não pode fazer mal a um ser humano ou, por inação,    permitir que algum mal lhe aconteça.</li>
<li>Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando    estas contrariarem a primeira lei.</li>
<li>Um robô deve proteger a sua integridade física, exceto quando    isto contrarie as duas primeiras leis.</li>
</ol>
<p>O sistema, criado para dar segurança a uma humanidade cada vez mais envolvida com os robôs, mostra-se falho e incompleto no filme, introduzindo-se a discussão de que nada pode superar o livre arbítrio humano. O plano filosófico, disputa espaço com diversas cenas de ação, efeitos especiais de primeira qualidade e um Audi que encantou até a mim, que não sou aficcionada por carros.</p>
<p>As boas interpretações e uma trama que reserva surpresas até o desfecho completam o conjunto, fazendo de Eu, Robô um filme que vale a pena ser visto, ainda que a ficção científica não seja seu gênero preferido.</p>
<h4>Notinhas</h4>
<p>Continuo querendo ter um gato. Nem precisa ser o <a title="Coisa mais fofa... e cara!" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=513143&amp;catid=150&amp;af=2330" target="_blank">Gato de Botas</a> do <a title="Pesquise no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=186186&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank">Shrek</a>. Pode ser aquele    de <em>Eu, Robô</em>, mesmo.</p>
<p>O filme guarda alguma semelhança com <a title="Pesquise no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=182723&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank">Inteligência Artificial</a>, só que consegue manter-se interessante e coerente até a última cena – o que é mais que se pode dizer de A. I..</p>
<p>Alguém me explica por que as salas de cinema costumam lembrar frigoríficos? Passei boa parte da sessão tentando convencer-me de que frio é psicológico.<!--filme Asimov--></p>

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</ul>

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		<title>Efeito Borboleta</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2004 22:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/efeito-borboleta/">Efeito Borboleta</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Eric Bress e J. Mackye Gruber. Com Ashton Kutcher, Amy Smart e Kevin Schmidt. Título original: "The Butterfly Effect". "É dito que algo tão pequeno como o bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo." Essa frase abre "Efeito Borboleta" e freqüentemente é utilizada para exemplificar a teoria do caos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/efeito-borboleta/">Efeito Borboleta</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>The Butterfly Effect</em>. EUA, 2004. Ficção Científica. 113 min. Direção: Eric Bress e J. Mackye Gruber. Com: Ashton Kutcher, Amy Smart e Kevin Schmidt.</p>
<p>Homem traumatizado com fatos do passado consegue voltar no tempo e faz mudanças que afetam o presente.</p>
<p>Mais informações: <a title="Efeito Borboleta" href="http://adorocinema.com.br/filmes/efeito-borboleta/efeito-borboleta.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="4,5 estrelas" src="/wp-content/uploads/4-5.gif" alt="4,5 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><em>&#8220;É dito que algo tão pequeno como o bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo.&#8221;</em> Essa frase abre <em>Efeito Borboleta</em> e freqüentemente é utilizada para exemplificar a teoria do caos.</p>
<p>O protagonista sofre de lapsos de memória em situações-limite, desde a infância. Já adulto, descobre que pode usar precisamente esses momentos para alterar uma cadeia de eventos. Inúmeras vezes, tenta fazer modificações para melhorar sua própria vida e a das pessoas que ama &#8211; só que brincar com o tempo gera conseqüências imprevisíveis e, freqüentemente, desastrosas.</p>
<p>A trama é bem desenvolvida. O espectador sente-se tentado a prever quais serão as mudanças que cada ação do protagonista acarretará. Mesmo que adivinhe vez por outra, o filme mantém-se interessante por reservar detalhes surpreendentes e, principalmente, pela reflexão que gera: &#8220;E se eu tivesse feito isso? E se eu tivesse feito aquilo?&#8221;. É muito comum perguntarmo-nos esse tipo de coisa quando desejamos mudar algo cujo resultado não nos foi agradável. Geralmente, inventamos desfechos melhores, ideais. Acreditamos que, se tivéssemos saído de casa cinco minutos mais cedo, não teríamos nos envolvido em um acidente de carro, por exemplo. Só que nos esquecemos da teoria do caos &#8211; as coisas não vão, necessariamente, sair da forma que desejamos. Se saíssemos de casa cinco minutos antes, poderíamos ter sido vítimas de uma bala perdida &#8211; hipoteticamente, claro.</p>
<p>O filme é realmente muito, muito bom. <!--Científica--></p>
<h3>Um pouco sobre a teoria do caos</h3>
<p>Tradicionalmente, sistemas que não apresentavam qualquer ordem aparente eram descartados pelos cientistas. A partir dos anos 60, alguns deles começaram a tentar explicar tais sistemas, como as gotas d&#8217;água que pingam de uma torneira mal fechada e as nuvens de fumaça de um cigarro. Desses estudos, nasceram intrincadas eqüações. O estudo aplica-se a diversos ramos do conhecimento, podendo ser utilizado, por exemplo, para prever ataques epilépticos ou o crescimento de uma população.</p>
<p>A teoria do caos não é uma teoria da desordem, mas uma busca no aparente acaso de uma ordem intrínseca. Uma das principais conclusões da teoria do caos é que o desenvolvimento de sistemas caóticos depende das condições iniciais. Tendo-se como condição inicial uma situação modificada pelo protagonista de Efeito Borboleta, inicia-se uma seqüência de eventos que pode alterar completamente os anos seguintes, de forma aparentemente imprevisível, mas teoricamente passível de ser estudada pela teoria do caos.</p>
<p>(<em>Dia de Folga</em> também é cultura, mas não é plágio. As explicações acima foram resumidas a partir dos textos desse endereço).</p>
<p><em>Teoria do Caos versus Lei de Murphy</em></p>
<p>Numa visão simplista (a minha), a teoria do caos é uma forma científica de eqüacionar a famosa Lei de Murphy e seu corolário: se alguma coisa pode dar errado, dará, e na pior seqüência possível.</p>
<p>Bem, estou sendo pessimista. Partindo-se de uma situação inicial qualquer, a cadeia de eventos pode se desenvolver de modo a produzir um resultado bom e desejado.</p>
<p>Ahã.</p>
<h3>Teoria do Caos e Parque dos Dinossauros</h3>
<p>Lembram-se desse filme jurássico? Um dos principais personagens é o matemático Ian Malcom, estudioso da teoria do caos, que fica horrorizado ao ver a recriação de dinos e tenta demonstrar, com o auxílio da teoria, como a experiência tenderia a uma catástrofe. A teoria é bem explicada no livro de Michael Crichton que deu origem ao filme.</p>
<p>No filme, Malcom estava certo. &#8220;Se alguma coisa pode dar errado…&#8221; &#8211; Lei de Murphy aplicada à teoria do caos.</p>

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</ul>

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		<title>O Dia Depois de Amanhã</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2004 01:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-dia-depois-de-amanha/">O Dia Depois de Amanhã</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Roland Emmerich. Com Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum e Sela Ward. Título original: "The Day after Tomorrow". Típico filme-catástrofe. O diretor é o mesmo de "Independence Day". O enredo tenta ser moralizante, com aquela velha lição: "se vocês não cuidarem bem do planeta, ele não cuidará bem de vocês".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-dia-depois-de-amanha/">O Dia Depois de Amanhã</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>The Day after Tomorrow</em>. EUA, 2004. Ficção Científica. 124 min. Direção: Roland Emmerich. Com Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum e Sela Ward.</p>
<p>Várias alterações climáticas no planeta provocam fenômenos naturais de grandes proporções, como maremotos e furacões. Enquanto os sobreviventes migram para o sul, para fugir das geadas, um cientista segue o caminho inverso à procura de seu filho, em Nova York.</p>
<p>Mais informações: <a title="O Dia Depois de Amanhã" href="http://adorocinema.com.br/filmes/dia-depois-de-amanha/dia-depois-de-amanha.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="3 estrelas" src="/wp-content/uploads/3.gif" alt="3 estrelas" /></p>
<p><a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=238848&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>O Dia Depois de Amanhã</em></a> é um típico filme-catástrofe. O diretor é o mesmo de <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=181566&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Independence Day</em></a>. Assim que o filme começa, você já imagina aparecer, na parte inferior da tela, aquele símbolo da Globo e as letras em amarelo formando &#8220;Tela Quente&#8221;.</p>
<p>O enredo tenta ser moralizante, com aquela velha lição: &#8220;se vocês não cuidarem bem do planeta, ele não cuidará bem de vocês&#8221;. Os efeitos especiais são ótimos, ainda que dêem margem a situações extremamente mentirosas de vez em quando, como lobos voadores e lufadas de gelo que mais parecem monstros apocalípticos.</p>
<p>A melhor parte é ver os Estados Unidos se dando realmente mal. Não há grandes heróis, não há uma fórmula mágica para reverter a situação, não há uma resposta milagrosa na hora &#8220;h&#8221;. O que é visto são americanos fugindo desesperadamente, sendo rejeitados pelos mexicanos, atravessando o Rio Grande a nado (numa inversão da corrente migratória ilegal México-Estados Unidos). O cinema inteiro vibrou de alegria quando foi anunciado que os americanos poderiam, sim, entrar no México – desde que a dívida externa da América Latina fosse perdoada.</p>
<p>O Brasil se daria muito bem numa catástrofe climática como a retratada no filme: não seria diretamente atingido, e ainda se livraria da dívida externa. Perfeito.</p>
<p>Vale como uma diversão despretensiosa em uma tarde de férias.</p>
<h4>Notinha</h4>
<p>Durante a sessão:<br />
<em> Eu, não levando o filme nada a sério</em>: – Já reparou como esses desastres nunca acontecem em outro lugar, só nos Estados Unidos?<br />
<em><a title="Cama, Mesa e Banho" href="http://camamesaebanho.blogspot.com/" target="_blank"> Kika</a>, no mesmo estado de espírito</em>: – É. Os Estados Unidos são egoístas até com as catástrofes.</p>

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		<title>Matrix Revolutions</title>
		<link>http://diadefolga.com/matrix-revolutions/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2003 01:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/matrix-revolutions/">Matrix Revolutions</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Andy e Larry Wachowski. Com Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne e Hugo Weaving. Título original: "The Matrix Revolutions". Tudo que envolve muita expectativa também envolve um grande risco de decepção. Assim foi com Matrix Revolutions. A trilogia, que começou brilhantemente e teve uma boa continuação, terminou de modo frustrante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/matrix-revolutions/">Matrix Revolutions</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>The Matrix Revolutions</em>. EUA, 2003. Ficção Científica. 129 min. Direção: Andy e Larry Wachowski. Com Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne e Hugo Weaving.</p>
<p>A última parte da trilogia continua no momento em que parou <em>Matrix Reloaded</em>, quando as sentinelas tinham conseguido invadir Sião, a única cidade dominada pelos humanos.</p>
<p>Mais informações: <a title="Matrix Revolutions" href="http://adorocinema.com.br/filmes/matrix-3/matrix-3.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="3 estrelas" src="/wp-content/uploads/3.gif" alt="3 estrelas" /></p>
<p>Tudo que envolve muita expectativa também envolve um grande risco de decepção. Assim foi com <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=224390&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Matrix Revolutions</em></a>. A trilogia, que começou brilhantemente e teve uma boa continuação, terminou de modo frustrante.</p>
<p>Não digo que joguei dinheiro fora, ou que o filme não presta. Presta, sim. Recomendo. Assista, como uma boa forma de lazer. Só não espere grandes questões filosóficas, muito menos a resposta para todas as que foram levantadas nas duas primeiras partes. Não há respostas. É justamente nesse aspecto que o filme decepciona.</p>
<p>Os efeitos especiais são fantásticos. O filme é recheado    de ação. Não entedia, não dá sono. Mantém    a atenção do público.</p>
<p>O problema é a falta de argumentação, de explicações convincentes ou, simplesmente, de explicações, ponto. Quando <em>Matrix Revolutions</em> termina, você se pergunta: &#8220;Já acabou? Era só isso?&#8221;. Primeiro, pensei que não tinha entendido nada. Depois, percebi que não havia mesmo nada para entender. Então, senti-me lograda.</p>
<p>A conclusão a que se chega é que 90% de toda a filosofia que foi vista em <em>Matrix</em> estava apenas na cabeça dos fãs. Os irmãos Wachowski não tinham tantas intenções quanto procurávamos ver nos filmes. Não eram tão profundos. Não estavam deixando pistas. Simplesmente, criaram uma trama interessante e fizeram um excelente filme de ação. Isso é meritório, mas pára por aí. Debater as grandes questões da humanidade não estava nos planos dos Wachowski. Nós, os fãs, é que pensamos que estava.</p>
<p>Acontece. É comum uma manifestação artística ou cultural tomar dimensões maiores do que as desejadas ou esperadas pelos próprios criadores. Sou fã de <em>Star Trek</em> e, às vezes, surpreendia-me com a quantidade de significados que os <em>trekkers</em> conseguiam tirar de uma simples frase. Em outras ocasiões, eu mesma pegava-me divagando profundamente sobre alguma passagem que, provavelmente, foi escrita sem maiores pretensões.</p>
<p>Após <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=208565&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Matrix Reloaded</em></a>, circularam inúmeros textos filosóficos sobre a trilogia, com as mais diversas e ricas interpretações. Tudo coisa da cabeça dos admiradores da série. Apenas isso. E sobre os diversos finais? Li alguns infinitamente mais interessantes do que o final de Revolutions. Parece que faltou imaginação aos Wachowski. Faltou saber como acabar a história. Daí, fizeram qualquer coisa.</p>
<p>A Folha de São Paulo deu uma estrela. Eu daria três. Repito: o filme vale a pena. Não me arrependo de ter visto no cinema e certamente vou revê-lo na TV, futuramente. É um excelente filme de ação. Não espere mais que isso, e gostará bastante.</p>

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