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	<title>Dia de Folga &#187; cinema</title>
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	<description>opinião com gelo e laranja</description>
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		<title>Cisne Negro</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 01:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/cisne-negro/">Cisne Negro</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Black Swan. Direção: Darren Aronofsky. Com Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel. A primeira bailarina de uma companhia está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina, mas ela possui sérios conflitos interiores. Pressionada por Thomas Leroy, um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/cisne-negro/">Cisne Negro</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Black Swan<br />
</em></li>
<li>País: Estados Unidos</li>
<li>Ano: 2010</li>
<li>Gênero: Drama</li>
<li>Duração: 1 hora e 48 minutos</li>
<li>Direção: Darren Aronofsky</li>
<li>Elenco: Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel.</li>
<li>Sinopse: Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios conflitos interiores, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis).</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Cisne Negro" src="http://diadefolga.com/img/cisne-negro.jpg" alt="Cisne Negro" width="300" height="450" />Se eu soubesse que <em>Cisne Negro </em>é do mesmo diretor de <em>Réquiem para um Sonho</em>, não teria ido ao cinema. Felizmente, não sabia. Se por um lado <em>Cisne Negro </em>tem a mesma tratativa psicológica de <em>Réquiem</em>, a coisa vertiginosa de entrar na mente da protagonista, por outro é um filme menos angustiante que seu antecessor, e nada depressivo.</p>
<p>Provavelmente o que torna <em>Cisne Negro</em> mais ameno que <em>Réquiem</em> é sua obviedade. O tema central é clichê (como é clichê o próprio <em>Lago dos Cisnes</em>): a dicotomia em várias formas, bem/mal, claro/escuro,  infantilidade/amadurecimento. O diretor recheia o filme de metáforas, mas faz questão de explicá-las todas; com isso, não chega a entediar (aliás, o filme não entedia em momento algum), mas subestima o expectador. Se bem que, ainda assim, vi gente sair do cinema dizendo que não tinha entendido o filme.</p>
<p>Essa tendência a explicar tudo nos míííínimos detalhes dá uma folga quando o assunto é o mundo interior de Nina, a protagonista. Os conflitos diários da moça acabam se convertendo em violentas alucinações e, em alguns momentos, fica difícil para a platéia distinguir delírio de realidade, como é difícil para a própria Nina. Ainda agora, pergunto-me se algumas cenas (e até personagens) realmente existiram (dentro do universo do filme, é claro) ou se não passaram da imaginação de Nina.</p>
<p>Sim, há cenas de sexo e masturbação no filme, como já foi comentado <em>ad nauseam</em> pela imprensa. Todas, contudo, servem a um propósito. Nada está deslocado, nada é &#8220;nojento&#8221; ou &#8220;sujo&#8221;, como li em uma crítica tão virulenta que me faz pensar que o tal crítico tem sérios problemas para lidar com a sexualidade feminina.</p>
<p>Um dos grandes méritos do filme é a edição envolvente, com um movimento das câmeras que faz um excelente trabalho em capturar as sensações da dança. Boa parte do ambiente tenso, perturbador mesmo, é criada pela excelente montagem. Outro ponto forte são as interpretações, todas ótimas &#8211; a de Natalie Portman, irretocável (ou &#8220;perfeita&#8221;, como diria sua personagem). Talvez, ainda assim, não seja filme para Oscar. A uma, pelas obviedades já mencionadas. A duas (e, de certa forma, numa crítica correlacionada), pelo mau uso de computação gráfica em diversos momentos, chegando a &#8220;quebrar o clima&#8221; do filme e desviar a atenção do trabalho magistral de Natalie Portman.</p>
<p>Aliás, se pode haver dúvidas quanto ao merecimento do Oscar de melhor filme, tem-se a certeza absoluta de que Natalie Portman merece o Oscar de melhor atriz principal. A moça faz um papel excepcional após o outro desde os onze anos, já foi indicada por <a title="Closer - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/closer-perto-demais/" target="_blank"><em>Closer</em></a> e dessa vez excede qualquer expectativa. Se não levar a estatueta, será pura injustiça.</p>
<p>Cotação: <img src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Curiosidades</h3>
<ul>
<li>Natalie Portman, que sempre foi <em>mignon</em>, emagreceu dez quilos para o papel. Em alguns ângulos a magreza é tão intensa que chega a dar agonia. Diz-se que, a certa altura da filmagem, o diretor implorava que ela comesse alguma coisa.</li>
<li>A atriz fez balé clássico dos 4 aos 12 anos. Para interpretar o papel, submeteu-se a um treinamento de quase um ano, com direito a dores intensas. Durante as filmagens, deslocou uma costela (e continuou gravando). Ainda assim, foi usada uma dublê (a bailarina profissional Sarah Lane) para as acrobacias mais complexas e os <em>close-ups</em> abaixo da cintura.</li>
<li>Mila Kunis (Lilly) também emagreceu cerca de dez quilos para o papel, chegando a absurdos 43 quilos. Treinou intensamente por quatro meses, sofreu várias lesões e deu declarações dizendo que nunca mais quer dançar. Também foi usada uma dublê para as cenas mais elaboradas.</li>
<li>O orçamento do filme foi de míseros 13 milhões de dólares &#8211; tão baixo que, quando Natalie Portman deslocou a costela e precisou de tratamento médico, teve de abrir mão do seu trailer para obtê-lo.</li>
</ul>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/cisne-negro/" target="_blank"><em>Cisne Negro</em> &#8211; Adoro Cinema</a></li>
<li><a title="IMDB" href="http://www.imdb.com/title/tt0947798/" target="_blank"><em>Black Swan</em> &#8211; IMDB (em inglês)</a></li>
<li><a title="A insustentável leveza de Natalie - Revista Criativa" href="http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI206403-17376,00-A+INSUSTENTAVEL+LEVEZA+DE+NATALIE.html" target="_blank">Entrevista com Natalie Portman</a></li>
<li><a title="G1" href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/01/academia-anuncia-indicados-ao-oscar-2011.html" target="_blank">Candidatos ao Oscar 2011</a> (<em>Cisne Negro </em>concorre em cinco categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor atriz, melhor fotografia e melhor montagem.)</li>
<li><a title="Omelete" href="http://www.omelete.com.br/cinema/globo-de-ouro-2011-os-vencedores/" target="_blank">Premiados pelo Globo de Ouro 2011</a> (Natalie Portman levou o prêmio de melhor atriz por <em>Cisne Negro</em>).</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Alô, Alô, Terezinha</title>
		<link>http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/</link>
		<comments>http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 16:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[história real]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/">Alô, Alô, Terezinha</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Alô, Alô, Terezinha. Direção: Nelson Hoineff. Com Russo, Boni, Dercy Gonçalves e inúmeros artistas, Rita Cadillac e várias ex-chacretes, ex-calouros etc. e tal. Entre os anos 50 e 80, Chacrinha foi o apresentador de programas de auditório mais famoso do Brasil. Irreverente e com um estilo próprio, comandou programas que se tornaram recordistas de audiência e atraíram o gosto popular. Lançou diversos artistas e criou as chacretes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/">Alô, Alô, Terezinha</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Alô, Alô, Teresinha</em></li>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Documentário</li>
<li>Duração: 1 hora e 30 minutos</li>
<li>Direção: Nelson Hoineff</li>
<li>Elenco: Russo, Boni, Dercy Gonçalves e inúmeros artistas, Rita Cadillac e várias ex-chacretes, ex-calouros etc. e tal.</li>
<li>Sinopse: Entre os anos 50 e 80, Chacrinha foi o apresentador de programas de auditório mais famoso do Brasil. Irreverente e com um estilo próprio, comandou programas que se tornaram recordistas de audiência e atraíram o gosto popular. Lançou diversos artistas que depois se firmaram na música brasileira e criou as chacretes, que ficaram no imaginário popular masculino.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Alô, Alô, Terezinha" src="http://diadefolga.com/img/alo-alo-terezinha.jpg" alt="" width="240" height="319" />Para quem tem mais de 30, <strong><em>Alô, Alô, Terezinha </em>é obrigatório</strong> pelo manancial de recordações e referências. Para quem ainda não chegou lá, é obrigatório pelo resgate de uma fase única da televisão brasileira.</p>
<p>O filme <strong>não pretende biografar Chacrinha</strong>. Na verdade, perde-se entre fatos e boatos da vida do comunicador. É proposital: o diretor Nelson Hoineff parafrasea Abelardo Barbosa e diz que o filme veio para confundir, não para explicar. Antes de ser uma biografia, é um apanhado sobre a televisão brasileira dos anos 60, 70 e, principalmente, 80.</p>
<p>Os vários bordões estão lá: &#8220;Quem não se comunica, se trumbica&#8221;, &#8220;Ganhou um abacaxi&#8221;, &#8220;Vocês querem bacalhau?&#8221; (surgido quando Chacrinha resolveu ajudar as Casas da Banha a venderem o produto encalhado) e, claro, &#8220;Terezinha!&#8221;, seguido do coro &#8220;uhuuuu&#8221;. A clássica &#8220;Na televisão nada se cria, tudo se copia&#8221; também é do Velho Guerreiro.</p>
<p>O visual era assumidamente <em>kitsch</em>, quase <em>trash</em>, <strong>sem outra pretensão além de divertir</strong>. Quem não se lembra dos maiôs com lantejoulas e dos shortinhos santropeito? E dos cabelões das chacretes? Nada da padronização da chapinha e do loiro de farmácia. Aliás, como mudou o padrão de beleza. Mulher bonita, hoje, tem que ser esquelética. Nenhuma chacrete era esquelética, e pergunte por aí se não eram consideradas lindas pelos homens.</p>
<p>Falando em chacretes, elas provam que <strong>o tempo passa para todos</strong> e, geralmente, passa mal. Hoje estão mais pra lá do que pra cá fisicamente, claro, mas o pior é perceber que várias não conseguiram aproveitar o sucesso. Uma ou outra lucrou algo além dos 15 minutos de fama. De todas, a mais bem-sucedida foi <strong>Rita Cadillac</strong>, sem dúvida. Nas palavras de Helmar Sérgio, &#8220;era a mais analfabeta, mas foi quem mais se deu bem&#8221;.</p>
<p>Há muitas curiosidades sobre as ex-dançarinas, como a declaração de Rita Cadillac de que o sujeito pra quem ela mais tem vontade de dar é o <strong>José Mayer</strong> e a informação quase inacreditável de que ela ficou mais de oito anos sem transar. Tem também a<strong> Índia Potira</strong>, quase como veio ao mundo (rapazes, não se empolguem), e outra chacrete que virou crente. É tanto material que deve sair uma minissérie só sobre elas.</p>
<p>A passagem do tempo refletiu-se também na <strong>forma de fazer televisão</strong> e, novamente, para pior. Há os que falarão que as chacretes eram um atentado contra o feminismo. Talvez fossem mesmo. Outros dirão que as piadas e trocadilhos do Chacrinha eram de baixo calão, que os calouros eram humilhados. Tudo verdade. Ao menos, porém, a coisa era escrachadamente natural. <strong>Não havia pasteurização</strong>. Não existia ainda a irritante preocupação com o <em>politicamente correto</em>. Eram tempos mais divertidos.</p>
<p>(Nem por isso, diga-se de passagem, faziam-se concursos para eleger a melhor chacrete-mirim ou coisa semelhante, como fizeram nos anos 90 para escolher a criança de 5 anos que mais descia na boquinha da garrafa, lembra?)</p>
<p><em>Alô, Alô, Terezinha </em>promove um desfile de artistas. Tem Cauby Peixoto, Rogéria, Jerry Adriani, Wanderlei Cardoso, Roberto Carlos, Elba Ramalho, Biafra, Dercy Gonçalves, Nelson Ned, Elke Maravilha, Gretchen, Ney Matogrosso (&#8220;quanto mais nu eu me apresentava, mais o Chacrinha gostava&#8221;),  o insuportavelmente arrogante Agnaldo Timóteo, Dercy Gonçalves, Gilberto Gil. É Gilberto Gil quem diz, bem a propósito, que &#8220;<strong>o humor é cruel</strong>&#8220;; em vários momentos, o espectador não sabe se ri ou se lamenta a má sorte dos entrevistados, particularmente dos ex-calouros que ganharam abacaxis vida afora.</p>
<p>Tem também Baby Consuelo exorcizando demônios. Alheios, claro. Por telefone. E tem Fábio Jr. emocionado e emocionando ao agradecer seu sucesso ao Velho Guerreiro. E muito, muito mais gente.</p>
<p>Alceu Valença, conterrâneo de Chacrinha, aproveita para oferecer uma explicação para a origem das chacretes, das vestimentas e do comportamento do comunicador: o <strong><a title="Pastoril - Entre o Sagrado e o Profano" href="http://www.recife.pe.gov.br/especiais/brincantes/8a.html" target="_blank">pastoril</a></strong>, tradicional festejo pernambucano, que traz, entre seus personagens, um Velho piadista (normalmente indecoroso) e pastoras enfeitadas (às vezes, sensuais).</p>
<p>O filme termina com <strong>Russo</strong>, assistente de palco que ganhou o emprego depois de vencer o concurso do homem mais feio do Brasil. Subindo a ladeira, melancolicamente. A melancolia, aliás, é uma constante no documentário, tanto quanto o riso.</p>
<p><em>Alô, Alô, Terezinha </em>abusa do deboche, da ridicularização, da vergonha alheia, exatamente como fazia o Abelardo Barbosa. <strong>Não é um filme para puritanos</strong>, como nunca foi o Chacrinha &#8211; embora eu, na minha ingenuidade infantil, não visse nada de mais <em>mesmo</em> nos seus programas. <strong>Eram outros tempos</strong>, decididamente.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="4 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" border="0" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Alô, Alô, Terezinha - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/alo-alo-terezinha/" target="_blank">Alô, Alô, Terezinha</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Alô, Alô, Terezinha - site oficial" href="http://www.aloaloterezinhaofilme.com.br/" target="_blank">Alô, Alô, Terezinha</a> &#8211; site oficial</li>
<li><a title="Crítica de Heitor Augusto a &quot;Alô, Alô, Terezinha&quot;" href="http://entretenimento.r7.com/cinema/noticias/leia-a-critica-de-alo-alo-terezinha-20091029.html" target="_blank">Uma crítica desfavorável ao filme</a></li>
<li><a title="Mofo TV" href="http://mofotv.blogspot.com/" target="_blank">MofoTV</a> &#8211; de lá saíram alguns vídeos usados no documentário, com o devido crédito</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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		<title>Julie &amp; Julia</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 15:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[história real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/julie-e-julia/">Julie &#038; Julia</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: Julie &#038; Julia. Direção: Nora Ephron. Com Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci, Chris Messina, Linda Emond. 1948. Julia Child é uma americana que mora em Paris devido ao trabalho do marido. Para ocupar-se, estuda culinária e passa a apresentar um programa de tv sobre o assunto. Cinquenta anos depois, Julie Powell está frustrada com sua vida. Em busca de um objetivo, resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro de Julia, e cria um blog para relatar a experiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/julie-e-julia/">Julie &#038; Julia</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Julie &amp; Julia</em></li>
<li>País: EUA</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Drama</li>
<li>Duração: 2 horas e 3 minutos</li>
<li>Direção: Nora Ephron</li>
<li>Roteiro: Nora Ephron, baseado no livro <em>Julie &amp; Julia</em>, de Julie Powell, e <em>My Life in France</em>, de Julia Child e Alex Prud&#8217;homme</li>
<li>Elenco: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci, Chris Messina, Linda Emond.</li>
<li>Sinopse: 1948. Julia Child (Meryl Streep) é uma americana que mora em Paris devido ao trabalho de seu marido, Paul (Stanley Tucci). Para ocupar-se, estuda culinária e passa a apresentar um programa de tv sobre o assunto. Cinquenta anos depois, Julie Powell (Amy Adams), prestes a completar 30 anos, está frustrada com sua vida. Em busca de um objetivo, resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro de Julia Child, <em>Mastering the Art of French Cooking</em>, e cria um blog para relatar a experiência.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Julie e Julia" src="http://diadefolga.com/img/julie-julia.jpg" alt="Julie e Julia" width="300" height="419" /></p>
<p>Filmes de culinária estão se tornando uma categoria à parte. <em>Julie &amp; Julia </em>é mais uma dessas histórias que têm na comida o ponto de partida e, sem querer fazer trocadilhos, é deliciosa.</p>
<p>Diga-se que <em>Julie &amp; Julia</em> não é somente um filme sobre culinária, é um filme sobre blog(ueiros). Impossível não se identificar com os primeiros passos de Julie, a surpresas dos primeiros comentários, o prazer em saber que existe gente do outro lado da tela lendo o que ela escreve. Minhas partes preferidas do filme giram em torno do blog, não da cozinha.</p>
<p>Aliás, o problema de filmes que se passam em duas realidades diferentes é que costumo preferir uma delas e torcer loucamente para que a outra termine logo e tenha continuidade a minha eleita. Por incrível que pareça, embora Meryl Streep esteja ótima como sempre (bastante irritante, mas condizente com a Julia Child original), minha história favorita é mesmo a de Julie. Amy Adams está excelente no papel com o qual sou obrigada a me identificar: 30 anos, servidora pública frustrada com sua carreira e&#8230; blogueira.</p>
<p>Ao fim e ao cabo, <em>Julie &amp; Julia</em> usa culinária e blog para falar sobre buscas, metas e realização pessoal. Pode-se dizer que, embora trate de cozinha, é um filme feminista, enfocando a força dessas duas mulheres separadas pela geografia e pelo tempo. Os homens estão lá, sim, como apoio. Elas são as estrelas de suas próprias vidas.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="4 estrelas" src="../wp-content/uploads/4.gif" border="0" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p>Julia Child foi a primeira mulher norte-americana a estudar na famosa escola de gastronomia <em>Le Cordon Bleu</em>.</p>
<p>Meryl Streep é bem mais baixa que Julia Child (que tinha impressionantes 1,90 m.), então foram necessários truques de câmera e de cenário, além de muito salto alto, para fazê-la parecer enorme.</p>
<p>O casal Meryl Streep e Stanley Tucci já havia contracenado no excelente <a title="O Diabo Veste Prada - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/o-diabo-veste-prada" target="_blank"><em>O Diabo Veste Prada</em></a>.</p>
<p>Nora Ephron, a roteirista e dirtora, é especializada em filmes fofos. Na lista estão, por exemplo, <em>Mensagem para Você</em>, <em>Sintonia de Amor</em> e, meu favorito, <em>Harry e Sally &#8211; Feitos Um Para O Outro</em>.</p>
<p>Ainda é possível ler algo do <a title="The Julie/Julia Project" href="http://blogs.salon.com/0001399/" target="_blank">The Julie/Julia Project</a> (o blog que inspirou o livro que inspirou o filme), e Julie Powell mantém outro blog em atividade, o <a title="What Could Happen?" href="http://juliepowell.blogspot.com/" target="_blank"><em>What Could Happen?</em></a>.</p>
<p><a title="The Julie/Julia Project - primeiro post" href="http://blogs.salon.com/0001399/2002/08/25.html" target="_blank">O primeiro post do blog original</a> fala em 536 receitas. O filme repete o tempo todo que são 524.</p>
<p>Segundo o <a title="Julie e Julia - IMDB (em inglês)" href="http://www.imdb.com/title/tt1135503/" target="_blank">IMDB</a>, <em>Julie &amp; Julia</em> é o primeiro filme com importância baseado em um blog.</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Julie e Julia - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/julie-julia/" target="_blank">Julie &amp; Julia</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Julie e Julia - site oficial" href="http://www.sonypictures.com/homevideo/julieandjulia/" target="_blank">Julie &amp; Julia</a> &#8211; site oficial (em inglês)</li>
<li><a title="Encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/julie-julia-365-dias-524-receitas-e-uma-cozinha-apertada-powell-julie-9788576162681.html?af=2330" target="_blank">Julie &amp; Julia &#8211; o livro</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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		<title>Budapeste</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 14:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[2 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/budapeste/">Budapeste</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Budapeste. Direção: Walter Carvalho. Com Leonardo Medeiros, Giovanna Antonelli, Gabriella Hámori, Paola Oliveira, Débora Nascimento, Antonie Kamerling, Ivo Canellas. José Costa é um "ghost writer" carioca bem-sucedido. Ao conhecer Budapeste, apaixona-se pelo idioma local. No Rio, sua vida torna-se cada vez mais infeliz. Costa passa a escrever autobiografias, na esperança de que a vida de outras pessoas o salve do tédio que sente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/budapeste/">Budapeste</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p style="text-align: right;"><cite>Única, intacta, intraduzível.<br />
(Frase eternamente repetida por um dos personagens do filme.)</cite></p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Budapeste</em></li>
<li>País: Brasil/Hungria/Portugal</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Drama</li>
<li>Duração: 1 hora e 53 minutos</li>
<li>Direção: Walter Carvalho</li>
<li>Roteiro: Rita Buzzar, baseado em livro de Chico Buarque</li>
<li>Elenco: Leonardo Medeiros, Giovanna Antonelli, Gabriella Hámori, Paola Oliveira, Débora Nascimento, Antonie Kamerling, Ivo Canellas.</li>
<li>Sinopse: José Costa é um <em>ghost writer</em> carioca bem-sucedido. Ao conhecer Budapeste, apaixona-se pelo idioma local. No Rio, sua vida torna-se cada vez mais infeliz. Costa passa a escrever autobiografias, na esperança de que a vida de outras pessoas o salve do tédio. Sua esposa acaba se apaixonando por um dos biografados sem saber que o marido é o verdadeiro autor das histórias. Costa divide-se entre o Rio e Budapeste, onde parece ser mais feliz.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Budapeste" src="http://diadefolga.com/img/budapeste.jpg" alt="Budapeste" width="240" height="354" /></p>
<p>Certas histórias simplesmente não funcionam no cinema. É o caso de <em>Budapeste</em>, excelente livro de Chico Buarque que perdeu grande parte de sua força ao ser filmada.</p>
<p>O longa mal consegue traduzir a angústia de Costa, o <em>ghost writer</em> que sofre e, ao mesmo tempo, regozija-se no anonimato. Costa não tem nada que o torne memorável ou lhe dê orgulho,  sequer o filho. Por isso mesmo, Budapeste, um lugar completamente estranho, torna-se-lhe tão viável. Budapeste, para ele, é quase um portal para outra dimensão, uma chance de ser feliz.</p>
<p>O filme mastiga tudo isso, mas falha em envolver o espectador na angústia de Costa. Não consegue transmitir sua ambiguidade, a sensação de não pertencimento a lugar algum. A interpretação de Leonardo Medeiros, excessivamente comedida, dilui qualquer empatia que o público pudesse ter com o protagonista.</p>
<p>O roteiro toma rumos equivocados, como a inserção de cenas de sexo que nada acrescentam à trama. Por outro lado, pouca atenção é dada a uma situação tão marcante no livro de Chico: a perda do domínio do próprio idioma por Costa, que se embrenha tanto no húngaro (&#8220;a única língua que o diabo respeita&#8221;, segundo sua anfitriã e professora Kriska) que lentamente abandona o português. O livro é impregnado de uma vertigem que o filme não é capaz de transmitir.</p>
<p><em>Budapeste</em> tem o mérito de uma fotografia belíssima com cenas marcantes, como a estátua de Lênin descendo o Rio Danúbio. Também traz um desfecho interessante (com um detalhe a mais que o livro). Infelizmente, porém, o fim demora demais a chegar.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Budapeste - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/budapeste/" target="_blank">Budapeste</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/budapeste-chico-buarque-8535904174.html?af=2330" target="_blank">Budapeste &#8211; o livro</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Jean Charles</title>
		<link>http://diadefolga.com/jean-charles/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[história real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/jean-charles/">Jean Charles</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Jean Charles. Direção: Henrique Goldman. Com Selton Mello, Vanessa Giácomo, Luís Miranda, Patrícia Armani, Maurício Varlotta, Sidney Magal, Daniel de Oliveira. Jean Charles de Menezes é um eletricista mineiro que mora em Londres. Em 22 de julho de 2005, é morto por agentes do serviço secreto britânico no metrô local, confundido com um terrorista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/jean-charles/">Jean Charles</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Jean Charles</em></li>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Drama</li>
<li>Duração: 1 hora e 30 minutos</li>
<li>Direção: Henrique Goldman</li>
<li>Roteiro: Marcelo Starobinas e Henrique Goldman</li>
<li>Elenco: Selton Mello, Vanessa Giácomo, Luís Miranda, Patrícia Armani, Maurício Varlotta, Sidney Magal, Daniel de Oliveira, Marcelo Soares, Rogério Dionísio.</li>
<li>Sinopse: Jean Charles de Menezes (Selton Mello) é um eletricista mineiro que mora em Londres e ajuda na chegada de sua prima Vivian no país onde já vive com Alex e Patrícia. Muito comunicativo, Jean Charles conhece muita gente se envolve em várias situações. Em 22 de julho de 2005 ele é morto por agentes do serviço secreto britânico no metrô local, confundido com um terrorista. O fato abala a vida dos primos, que precisam reconstruir a vida ao mesmo tempo em que buscam por justiça.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Jean Charles" src="http://diadefolga.com/img/jean-charles.jpg" alt="Jean Charles" width="240" height="348" /></p>
<p>A história todo mundo conhece: o mocinho morre no final. Então, por que assistir a <em>Jean Charles</em>?</p>
<p>Porque é um filme redondo, em que atores e cenografia se complementam para desenvolver um enredo que, embora obviamente previsível, emociona. Ao longo do filme, o espectador se envolve com as aventuras de Jean Charles, um de milhares de mineiros que emigram ilegalmente para tentar ganhar a vida. Jean divide um apartamento pequeno com dois primos e ajuda a trazer mais uma para viver com eles a fim de juntar dinheiro para tratar da mãe que tem diabetes.</p>
<p>Jean não é um modelo de cidadão. Dá o perdido nos funcionários da imigração no aeroporto de Londres, enrola o próprio chefe (também brasileiro), encarna o típico malandro &#8211; não daqueles que habitam o Congresso Nacional, bem entendido, mas daqueles que fazem trambiques pra levar o dia-a-dia. É bem-humorado, esperto, divertido e disposto a ajudar os amigos, embora nem sempre as coisas corram da forma desejável.</p>
<p>Esse é um dos méritos do filme, aliás: não querer santificar Jean Charles. Ele era apenas um brasileiro como tantos outros. O que o diferencia é o assassinato estúpido de que foi vítima pelas mãos da polícia londrina, paranóica com o terrorismo. Outro mérito da produção é, justamente, resgatar uma história que ainda não teve fim, visto que ninguém foi responsabilizado pela morte de Jean Charles. Mas a tragédia e o que seguiu-se a ela ocupa pouco mais de um quarto do filme. O foco está mesmo na luta pela sobrevivência do grupo de brasileiros ilegais ao qual pertence Jean. Por isso mesmo o filme captura a atenção e emociona, mesmo conhecendo-se o desfecho.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="3 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" border="0" alt="3 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p>Sidney Magal especializou-se em pontas. Lá está ele, como ele mesmo, durante uma festa para brasileiros em Londres. (A festa até aconteceu, mas o cantor na ocasião foi Zeca Pagodinho).</p>
<p><em>Jean Charles </em>é a primeira coprodução Brasil/Inglaterra.</p>
<p>Patrícia Armani é realmente prima de Jean Charles, interpretando a si mesma no filme.</p>
<p>Não contente com a morte absurda de Jean Charles, o sujeito que chefiava a polícia londrina na época do incidente, Ian Blair, <a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u639941.shtml" target="_blank">tenta reescrever a história em autobiografia a ser lançada em breve</a>. Segundo ele, se Jean Charles fosse o terrorista procurado, os agentes mereceriam uma medalha de honra. Bem, se aqui nevasse todo mundo usava esqui.</p>
<p>Em 23 de novembro de 2009, foi paga uma indenização de cem mil libras para a família de Jean Charles, a título de acordo. O valor corresponde a cerca de um terço do que os advogados da família pediram e, segundo o jornal <em>Daily Mail</em>, <a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656174.shtml" target="_blank">seria maior se Jean Charles viesse de família rica</a>.</p>
<p>O tal Ian Blair recebeu 400 mil libras ao renunciar ao cargo de chefe da polícia metropolitana de Londres.</p>
<p>Até hoje, nenhum policial foi responsabilizado pela morte de Jean Charles.</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Jean Charles - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/jean-charles/" target="_blank">Jean Charles</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Jean Charles de Menezes - wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Charles_de_Menezes" target="_blank">Jean Charles de Menezes</a> &#8211; resumo na wikipédia do que aconteceu</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Romance</title>
		<link>http://diadefolga.com/romance/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/romance/">Romance</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Romance. Direção: Guel Arraes. Com Wagner Moura, Letícia Sabatella, Andréa Beltrão, Vladimir Brichta, José Wilker, Marco Nanini, Tonico Pereira. Pedro é um ator e diretor de teatro, que se apaixona por Ana, também atriz, ao contracenarem na peça "Tristão e Isolda". O namoro é afetado pelo posterior sucesso dela na TV, impulsionado pela empresária Fernanda. Além disto, ao gravar um especial de TV, Ana conhece Orlando, um ator por quem se apaixona.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/romance/">Romance</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Romance</em></li>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2008</li>
<li>Gênero: Drama</li>
<li>Duração: 1 hora e 40 minutos</li>
<li>Direção: Guel Arraes</li>
<li>Roteiro: Guel Arraes e Jorge Furtado</li>
<li>Elenco: Wagner Moura, Letícia Sabatella, Andréa Beltrão, Vladimir Brichta, José Wilker, Marco Nanini, Edmilson Barros, Bruno Garcia, Tonico Pereira.</li>
<li>Sinopse: Pedro (Wagner Moura) é um ator e diretor de teatro, que se apaixona por Ana (Letícia Sabatella), também atriz, ao contracenarem na peça &#8220;Tristão e Isolda&#8221;. O namoro é afetado pelo posterior sucesso dela na TV, impulsionado pela empresária Fernanda (Andréa Beltrão). Além disto, ao gravar um especial de TV, Ana conhece Orlando (Vladimir Brichta), um ator por quem se apaixona.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Romance" src="http://diadefolga.com/img/romance-filme.jpg" alt="Romance" width="240" height="352" /></p>
<p><em>Romance </em>é um desses grandes filmes que, por razões que a própria razão desconhece, passou batido pelo grande público.</p>
<p>A história acontece em dois tempos: o primeiro começa no teatro e marca o encontro e a paixão de Pedro e Ana enquanto ensaiam a clássica montagem <em>Tristão e Isolda. </em>É Pedro quem discorre sobre a importância dessa trama do século XII para a literatura mundial, pois a partir dela tornou-se frequente o tema do amor impossível. Esse primeiro arco rende belas homenagens à literatura e ao teatro. Embora haja a marca de Guel Arraes nessa primeira etapa, com os duelos de palavras por exemplo, ela é suave, com espaço para pausas, olhares e simbolismos</p>
<p>No segundo tempo da história, tem-se nítida a <em>verve </em>de Guel Arraes. Os diálogos se aceleram e as piadas são mais frequentes. Nesse segundo momento o filme faz referência à televisão &#8211; chamar de &#8220;homenagem&#8221; seria exagero, já que há uma boa dose de ironia, não faltando críticas à pasteurização das produções televisivas e ao culto à celebridade. Estão presentes nessa segunda metade a ambientação no Nordeste (traço frequente em Guel Arraes) e o indefectível Marco Nanini (excelente, como sempre).</p>
<p>O roteiro passeia por outras histórias de amor consagradas, como a de Otelo e Cyrano de Bergerac &#8211; todas inspiradas no mito de Tristão e Isolda, na infelicidade dos amantes. O amor nunca realizado ou efêmero, esse amor que tanto inspira os artistas, é o grande reverenciado em <em>Romance</em>.</p>
<p>O elenco é de tirar o chapéu. Wagner Moura está particularmente fantástico, destacando-se pela extrema versatilidade &#8211; não só comparando-se este trabalho aos anteriores, mas também dentro do próprio filme, conduzindo as idas e vindas de seu personagem com maestria. O restante do elenco, maravilhoso, e a direção musical de Caetano Veloso fazem deste um dos melhores filmes brasileiros dos últimos tempos.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="4 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" border="0" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Romance - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/romance/" target="_blank">Romance</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Romance - site oficial" href="http://www.romanceofilme.com.br/" target="_blank">Romance</a> &#8211; site oficial</li>
<li><a title="Tristão e Isolda - wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trist%C3%A3o_e_Isolda" target="_blank">Tristão e Isolda</a> &#8211; wikipédia</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>2012</title>
		<link>http://diadefolga.com/2012-o-filme/</link>
		<comments>http://diadefolga.com/2012-o-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/2012-o-filme/">2012</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: 2012. Direção: Roland Emmerich. Com John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, Thandie Newton, Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson. Em 2008, o presidente americano convoca uma reunião de emergência com as principais potências para conversar sobre um grande perigo para a humanidade. Com a proximidade de 2012, coloca-se em prática o plano iniciado anos atrás. Enquanto isso, o escritor Jackson Curtis descobre os primeiros sintomas da destruição do planeta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/2012-o-filme/">2012</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título original: <em>2012</em></li>
<li>País: Estados Unidos</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Ficção Científica</li>
<li>Duração: 2 horas e 38 minutos</li>
<li>Direção: Roland Emmerich</li>
<li>Roteiro: Harald Kloser e Roland Emmerich</li>
<li>Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, Thandie Newton, Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson.</li>
<li>Sinopse: em 2008, o presidente americano (Danny Glover) convoca uma reunião de emergência com as principais potências para conversar sobre um grande perigo para a humanidade. Com a proximidade de 2012, coloca-se em prática o plano iniciado anos atrás, sob o comando dos cientistas Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) e Carl Anheuser (Oliver Platt). Enquanto isso, o escritor Jackson Curtis (John Cusack) descobre os primeiros sintomas da destruição do planeta.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="2012" src="http://diadefolga.com/img/2012.jpg" alt="2012" width="200" height="300" /></p>
<p>Dessa vez <strong>a culpa não é nossa</strong>, como em <em>O Dia Depois de Amanhã</em> (quando as mudanças climáticas davam a tônica), nem dos alienígenas, como em <em>Independence Day</em>, dois sucessos de público do diretor Roland Emmerich. Para seu novo filme-catástrofe, ele escolheu um inimigo tão poderoso quanto inevitável: o Sol.</p>
<p>Assim começa <em>2012</em>: o Sol anda liberando neutrinos demais e esses tais neutrinos resolveram causar mudanças físicas no nosso planeta, elevando sua temperatura interna e, com isso, causando terremotos, maremotos e todo o tipo de cataclismo. Os maias já haviam previsto: o mundo acabará em 2012. As previsões científicas parecem confirmar o fato.</p>
<p>Tem presidente negro, modelo loira, russo desalmado, criança em perigo. Tem carro em alta velocidade, <em>Volcano</em> e <em>Titanic</em>. Tem até referência bíblica. Ou seja: <strong>um clichê atrás do outro</strong>. Ainda assim, <strong><em>2012</em> diverte muito</strong>. As duas horas e meia de filme &#8211; que me pareceram uma eternidade antes de entrar na sala &#8211; passam freneticamente, conduzidas por uma computação gráfica arrasadora e efeitos sonoros de primeira. <strong>É filme para se ver na telona</strong>, sem dúvida alguma.</p>
<p>O roteiro? Bem, quem vê filme-catástrofe em busca de roteiro? De todo modo, há uma tentativa de discussão séria sobre como deve ser decidido o rumo da humanidade, e por quem. Conta a meritocracia? Ou a economia fala mais alto? E quanto à solidariedade, em que barco (ops) ela fica?</p>
<p>Não se prenda, porém, a essas questões menores. <em>2012</em> dá exatamente o que promete: entretenimento-pipoca de qualidade.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="3 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" border="0" alt="3 estrelas" width="87" height="16" /> (mas, se <strong>filme-catástrofe</strong> é seu gênero preferido, esse chega fácil a 4 estrelas)</p>
<h3>Curiosidades</h3>
<p>No cartaz de divulgação de <em>2012</em>, o Cristo Redentor desmorona. No filme, as notícias vêm da Globo News e, para alívio geral da plateia, <strong>o locutor fala português </strong>(pt-br, bem entendido).</p>
<p><strong>Cientistas não levam a sério</strong> a profecia do calendário maia (sim, existe uma profecia maia relacionada ao fim do mundo em 2012), é claro, mas alguns místicos, como o pessoal da Nova Era, levam a coisa bem a sério. É claro.</p>
<p>Leia sobre <a title="Calendário Maia - HowStuffWorks" href="http://pessoas.hsw.uol.com.br/calendario-maia.htm" target="_blank">o calendário maia em <em>HowStuffWorks</em></a>.</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="2012 - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/2102/" target="_blank">2012</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="2012" href="http://www.2012ofilme.com.br/" target="_blank">2012</a> &#8211; site oficial</li>
<li><a title="2012" href="http://www.whowillsurvive2012.com/" target="_blank">2012</a> &#8211; site oficial (em inglês)</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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		<title>Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</title>
		<link>http://diadefolga.com/os-normais-2-a-noite-mais-maluca-de-todas/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/os-normais-2-a-noite-mais-maluca-de-todas/">Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção: José Alvarenga Jr. Com Luiz Fernando Guimarães, Fernanda Torres, Drica Moraes, Danielle Winits, Daniele Suzuki, Cláudia Raia, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas. Rui e Vani estão completando 13 anos de namoro. Para evitar que o relacionamento deles entre em crise, o casal decide realizar uma grande fantasia. A intenção é apimentar o relacionamento, realizando um ménage à trois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/os-normais-2-a-noite-mais-maluca-de-todas/">Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Comédia</li>
<li>Duração: 1 hora e 15 minutos</li>
<li>Direção: José Alvarenga Jr.</li>
<li>Roteiro: Alexandre Machado e Fernanda Young</li>
<li>Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Fernanda Torres, Drica Moraes, Danielle Winits, Daniele Suzuki, Cláudia Raia, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas.</li>
<li>Sinopse: Rui e Vani estão completando 13 anos de namoro. Para evitar que o relacionamento deles entre em crise, o casal decide realizar uma grande fantasia. A intenção é apimentar o relacionamento, realizando um ménage à trois. Em busca da parceira ideal, eles sondam uma prima de Vani, uma bicampeã de kickboxing, uma bissexual, uma francesa e uma garota de programa.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Os Normais 2" src="http://diadefolga.com/img/os-normais-2.jpg" alt="Os Normais 2" /> Com a relação esfriando cada vez mais, o ménage à trois parece ser o caminho para recuperar a paixão dos tempos de namoro &#8211; mas, como se trata de Rui e Vani, as coisas não correm tranquilamente, para a alegria da plateia.</p>
<p>No geral, o filme vai bem. Algumas situações são forçadas demais, é verdade. Os roteiristas exageraram no pastelão. As piadas mais engraçadas são, justamente, as menos escrachadas (por exemplo, o impagável gráfico da Vani demonstrando como o tempo de relacionamento interfere &#8211; para pior &#8211; na quantidade de sexo). Embora seja um filme curto, uma cena ou outra ainda poderia ter dançado na edição final, tornando-o mais consistente.</p>
<p>No mais, assim como <a title="Os Normais - O Filme: encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/os-normais-o-filme-multi-regiao-reg-4.html?af=2330" target="_blank">o primeiro filme</a>, <em>Os Normais 2</em> é um episódio do seriado em versão estendida, quase como um episódio duplo. As tarjas pretas estão lá, os diálogos ágeis também, Drica Moraes também. Danielle Winits quase passa batido num papel que explora mais sua (boa) interpretação que seus seios. Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães continuam com uma excelente química.</p>
<p>Se você, como eu, é fã do <a title="Os Normais - a série: encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/filtros/index/257/os%20normais?af=2330" target="_blank">seriado</a>, vai se divertir com o filme. Se espera algo além de um bom episódio, espere passar na tv.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="3 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" border="0" alt="3 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Os Normais 2 - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/os-normais-2/" target="_blank">Os Normais 2</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Os Normais 2" href="http://www.osnormais2.com.br/" target="_blank">Os Normais 2</a> &#8211; site oficial</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>O que vi (e o que achei) do XI FICBrasília</title>
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		<comments>http://diadefolga.com/o-que-vi-e-o-que-achei-do-xi-ficbrasilia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[notinhas]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-que-vi-e-o-que-achei-do-xi-ficbrasilia/">O que vi (e o que achei) do XI FICBrasília</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
As férias da semana passada permitiram-me assistir a 7 dos 14 filmes do XI FICBrasília exibidos no CCBB. A seguir, um resuminho de cada um deles, minhas impressões e os horário de reapresentação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-que-vi-e-o-que-achei-do-xi-ficbrasilia/">O que vi (e o que achei) do XI FICBrasília</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p>As férias da semana passada permitiram-me assistir a 7 dos <a title="XI FICBrasília - Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/xi-ficbrasilia-comeca-hoje/" target="_blank">14 filmes do XI FICBrasília exibidos no CCBB</a>. A seguir, um resuminho de cada um deles, minhas impressões e os horário de reapresentação.</p>
<p><strong>Apology of an Economic Hitman</strong>, de Stelios Koul (Grécia, 2008, documentário, 90 minutos). A história impressionante de como os Estados Unidos tornaram-se um império global valendo-se, em primeiro lugar, do seu poderio econômico.</p>
<p>John Perkins, autor do livro em que se baseia o documentário, foi um &#8220;assassino econômico&#8221;. Seu trabalho consistia em aliciar presidentes de países do Terceiro Mundo; a alternativa era a morte. O processo era tão cruel quanto simples: fornecer enormes empréstimos aos países necessitados, sufocando-os com dívidas insaldáveis para, então, conduzi-los de forma a beneficiar os EUA, não só econômica mas politicamente, por meio, por exemplo, da compra de votos na ONU.</p>
<p>O filme relata a atuação dos assassinos econômicos no Equador, na Venezuela, no Panamá e no Iraque, desenvolve o conceito de corporocracia e demonstra como as grandes empresas privadas, o governo e pentágono andam de mãos dadas há décadas. Dias 13 (17h) e 15 (21h). <img style="border: 0pt none;" title="5 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/5.gif" border="0" alt="5 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>Arranca-me a Vida</strong>, de Roberto Sneider (México, 2009, drama, 110 minutos). A história de Catalina, uma adolescente sonhadora que se torna uma mulher forte e inconformada por viver à sombra do marido. Baseado no livro homônimo de Ángeles Mastretta.</p>
<p>Em 1931, Catalina, uma menina de 15 anos conhece o general de araque Andrés Ascencio, com quem se casa. Ascencio cultiva o sonho de tornar-se presidente do México, não importa por cima de quantos cadáveres tenha de passar. Cati precisa lidar com o marido cruel, autoritário e infiel. Ela não se dobra, contudo. Na verdade, torna-se cada vez mais decidida a tomar para si o rumo da sua vida. A história é narrada por Catalina, o que é decisivo no tom feminista do filme. A música, o figurino e a cenografia de época são um espetáculo à parte. Dias 8 (19h) e 10 (21h). <img style="border: 0pt none ;" title="5 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/5.gif" border="0" alt="5 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>Francia</strong>, de Adrián Caetano (Argentina, 2009, comédia, 77 minutos). A história de Mariana, uma menina de 12 anos filha de pais separados e com problemas na escola.</p>
<p>Dramédia de pais separados, com baixo poder aquisitivo e uma filha que não consegue encontrar seu lugar na ordem da família e da escola. A intenção do diretor era contar a história do ponto de vista da menina (conforme afirmou, em rápida palestra após a exibição), mas ele próprio parece esquecer-se disso na maior parte da película, tornando a trama irregular. Seria um filme mais divertido se menos pretensioso. Dia 14 (21h). <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>I am Happy</strong>, de Soraya Umewaka (Japão/Brasil, 2009, documentário, 66 minutos). Filmado em regiões pobre do Rio, como o Morro do Cantagalo, o documentário traça paralelos entre pobres e ricos.</p>
<p>O documentário começa num ritmo maniqueísta: bandidos são coitados sem oportunidade, a polícia é má. Logo perde esse tom (felizmente), mas segue no maniqueísmo, afirmando e reafirmando que os pobres é que são felizes e que os ricos não têm felicidade verdadeira. Retrata preconceitos mas é, em si, uma produção preconceituosa. Enaltece a pobreza, suscita o conformismo, indica que não há mobilidade social no Brasil. Conheço várias famílias que, em uma ou duas gerações, progrediram social e economicamente &#8211; você não conhece?</p>
<p>Tem o mérito de exibir o belo e pouco conhecido  trabalho da política comunitária (GPAE) nos morros cariocas. E só. Dias 8 (15h) e 13 (19h). <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>Karma: Crime, Passion, Reincarnation</strong>, de M.R. Shahjahan (Índia, 2008, suspense, 100 minutos). Uma moça acompanha seu futuro marido à Índia para conhecer o pai dele. Alucinações a perseguem, uma forte sensação de déjà vu a domina e ela começa a se envolver numa história de assassinato ocorrida muitos anos antes.</p>
<p>Um clichê atrás do outro e diálogos que lembram novela mexicana &#8211; esses são os pontos que ressaltam do filme. A história mescla suspense e terror, com um toque de cinema <em>noir</em>. Apesar do artificialismo, consegue reservar alguma surpresa até o último momento. Paisagens e roupas indianas compõem um bonito visual. Dias 7 (17h) e 10 (19h). <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>O Pequeno Burguês &#8211; Filosofia de Vida</strong>, de Eduardo Mansur (Brasil, 2008, documentário, 70 minutos). A vida de Martinho da Vila, com depoimentos dos seus filhos, de Dudu Nobre e outros.</p>
<p>Eu esperava um filme mais musical e emocionante, como o belíssimo <em>Vinícius</em>. Achei o roteiro um tanto sem sal. Sem dúvida, 15 ou 20 minutos a menos o teriam tornado mais interessante. Ainda assim, vale para os fãs do sambista. Dias 8 (21h) e 15 (19h). <img style="border: 0pt none;" title="2 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/2.gif" border="0" alt="2 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p><strong>Petition</strong>, de Zhao Liang (China, 2009, documentário, 120 minutos). A vida miserável dos chineses que seguem a Pequim para peticionar contra as autoridades de suas cidades de origem.</p>
<p>Zhao Ling acompanhou vários peticionantes ao longo de mais de uma década: um fazendeiro lesado pelo Estado, uma mulher que teve a casa desapropriada sem qualquer indenização, outra cujo marido morreu durante um exame de rotina e foi cremado antes que houvesse qualquer investigação, um advogado que teve sua firma fechada sem explicações, entre outros.</p>
<p>O que se vê é um país com leis meramente formais, em que pedir por justiça é considerado uma afronta ao governo. Representantes dos governos locais, chamados &#8220;caçadores&#8221;, são pagos para evitar que os cidadão peticionem. Ameaças, torturas, prisões arbitrárias, tudo vale para que desistam dos seus direitos. Enquanto tentam conseguir algo, são obrigados a abandonar suas casas e morar em favelas. A filha da mulher que teve o marido morto é proibida de frequentar a escola porque a mãe está peticionando contra o governo.</p>
<p>Fica-se diante da realidade chocante de um regime ditatorial em que apenas a miséria é repartida e deixa a certeza de que o Estado Democrático de Direito é o menos pior dos regimes. Dias 12 (16h30m) e 14 (14h30m). <img style="border: 0pt none;" title="4 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" border="0" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>

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		<title>XI FICBrasília começa hoje!</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/xi-ficbrasilia-comeca-hoje/">XI FICBrasília começa hoje!</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Foi dada a largada para a décima-primeira edição do Festival Internacional de Cinema de Brasília. Parada obrigatória para cinéfilos, este ano o festival apresenta em apenas 12 dias mais de 80 filmes  - uma verdadeira maratona. A casa tradicional do Festival é o Cine Academia, na Academia de Tênis (SCES Trecho 4 Conjunto 5 Lote 1/B), mas este ano o CCBB de Brasília também entra na roda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/xi-ficbrasilia-comeca-hoje/">XI FICBrasília começa hoje!</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p>Foi dada a largada para a décima-primeira edição do <a title="XI FICBrasília" href="http://www.ficbrasilia.com.br/ptFic.php" target="_blank"><strong>Festival Internacional de Cinema de Brasília</strong></a>. Parada obrigatória para cinéfilos, este ano o festival apresenta em apenas 12 dias mais de 80 filmes  &#8211; uma verdadeira maratona.</p>
<p>A casa tradicional do Festival é o <strong>Cine Academia</strong>, na Academia de Tênis (SCES Trecho 4 Conjunto 5 Lote 1/B), mas este ano <strong><a title="Centro Cultural Banco do Brasil - Brasília" href="http://www.bb.com.br/portalbb/home22,128,10170,0,0,1,1.bb?&amp;codigoMenu=9906" target="_blank">o CCBB de Brasília</a> também entra na roda</strong>, com a vantagem de ter entradas bem mais baratas: 4 reais a inteira, 2 a meia.</p>
<p>Veja a lista de filmes que estarão no CCBB de Brasília:</p>
<ul>
<li>Apology of an Economic Hitman (Grécia, documentário, 90 min.)</li>
<li>Arranca-me a Vida (México, drama, 110 min.)</li>
<li>Bonus Track (Argentina, drama, 84 min.)</li>
<li>El Niño Pez (Argentina/Espanha/França, drama 96 min.)</li>
<li>Francia (Argentina, comédia, 77 min.)</li>
<li>O Pequeno Burguês &#8211; Filosofia de Vida (Brasil, documentário, 70 min.)</li>
<li>I am Happy (Japão/Brasil, documentário, 66 min.)</li>
<li>Je Veux Voir (Líbano/França, drama, 75 min.)</li>
<li>Karma: Crime, Passion, Reincarnation (Índia, suspense, 100 min.)</li>
<li>March (Áustria, drama, 83 min.)</li>
<li>Material (Alemanha, documentário, 164 min.)</li>
<li>Petition (China, documentário, 120 min.)</li>
<li>Prince of Broadway (EUA, drama, 100 min.)</li>
<li>Wakaranai (Japão, drama, 104 min.)</li>
</ul>
<p>Você pode ver a programação e as sinopses de cada filme no<a title="Programação - XI FICBrasília" href="http://www.ficbrasilia.com.br/ptProgramacao.php" target="_blank"> site oficial do Festival</a>. No CCBB, também há o livreto com a programação de novembro, incluindo os horários e informações sobre os filmes que estarão em cartaz por lá.</p>
<p>O FICBrasília é uma excelente oportunidade de sair do circuito pipoca de Hollywood. O bom cinema não se resume, afinal de contas, aos Estados Unidos.</p>
<p>Como ando numa pegada sambista, daqui a pouco verei <em>O Pequeno Burguês &#8211; Filosofia de Vida</em>, documentário sobre <strong>Martinho da Vila</strong>. A estréia é hoje no CCBB, às 17 horas, com reapresentação nos dias 8 (21 horas) e 15 (19 horas).</p>
<p>A gente se vê por lá. <img src='http://diadefolga.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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</ul>

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