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	<title>Dia de Folga &#187; documentário</title>
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	<description>opinião com gelo e laranja</description>
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		<title>Alô, Alô, Terezinha</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 16:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/">Alô, Alô, Terezinha</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título: Alô, Alô, Terezinha. Direção: Nelson Hoineff. Com Russo, Boni, Dercy Gonçalves e inúmeros artistas, Rita Cadillac e várias ex-chacretes, ex-calouros etc. e tal. Entre os anos 50 e 80, Chacrinha foi o apresentador de programas de auditório mais famoso do Brasil. Irreverente e com um estilo próprio, comandou programas que se tornaram recordistas de audiência e atraíram o gosto popular. Lançou diversos artistas e criou as chacretes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/alo-alo-terezinha/">Alô, Alô, Terezinha</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título: <em>Alô, Alô, Teresinha</em></li>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Documentário</li>
<li>Duração: 1 hora e 30 minutos</li>
<li>Direção: Nelson Hoineff</li>
<li>Elenco: Russo, Boni, Dercy Gonçalves e inúmeros artistas, Rita Cadillac e várias ex-chacretes, ex-calouros etc. e tal.</li>
<li>Sinopse: Entre os anos 50 e 80, Chacrinha foi o apresentador de programas de auditório mais famoso do Brasil. Irreverente e com um estilo próprio, comandou programas que se tornaram recordistas de audiência e atraíram o gosto popular. Lançou diversos artistas que depois se firmaram na música brasileira e criou as chacretes, que ficaram no imaginário popular masculino.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Alô, Alô, Terezinha" src="http://diadefolga.com/img/alo-alo-terezinha.jpg" alt="" width="240" height="319" />Para quem tem mais de 30, <strong><em>Alô, Alô, Terezinha </em>é obrigatório</strong> pelo manancial de recordações e referências. Para quem ainda não chegou lá, é obrigatório pelo resgate de uma fase única da televisão brasileira.</p>
<p>O filme <strong>não pretende biografar Chacrinha</strong>. Na verdade, perde-se entre fatos e boatos da vida do comunicador. É proposital: o diretor Nelson Hoineff parafrasea Abelardo Barbosa e diz que o filme veio para confundir, não para explicar. Antes de ser uma biografia, é um apanhado sobre a televisão brasileira dos anos 60, 70 e, principalmente, 80.</p>
<p>Os vários bordões estão lá: &#034;Quem não se comunica, se trumbica&#034;, &#034;Ganhou um abacaxi&#034;, &#034;Vocês querem bacalhau?&#034; (surgido quando Chacrinha resolveu ajudar as Casas da Banha a venderem o produto encalhado) e, claro, &#034;Terezinha!&#034;, seguido do coro &#034;uhuuuu&#034;. A clássica &#034;Na televisão nada se cria, tudo se copia&#034; também é do Velho Guerreiro.</p>
<p>O visual era assumidamente <em>kitsch</em>, quase <em>trash</em>, <strong>sem outra pretensão além de divertir</strong>. Quem não se lembra dos maiôs com lantejoulas e dos shortinhos santropeito? E dos cabelões das chacretes? Nada da padronização da chapinha e do loiro de farmácia. Aliás, como mudou o padrão de beleza. Mulher bonita, hoje, tem que ser esquelética. Nenhuma chacrete era esquelética, e pergunte por aí se não eram consideradas lindas pelos homens.</p>
<p>Falando em chacretes, elas provam que <strong>o tempo passa para todos</strong> e, geralmente, passa mal. Hoje estão mais pra lá do que pra cá fisicamente, claro, mas o pior é perceber que várias não conseguiram aproveitar o sucesso. Uma ou outra lucrou algo além dos 15 minutos de fama. De todas, a mais bem-sucedida foi <strong>Rita Cadillac</strong>, sem dúvida. Nas palavras de Helmar Sérgio, &#034;era a mais analfabeta, mas foi quem mais se deu bem&#034;.</p>
<p>Há muitas curiosidades sobre as ex-dançarinas, como a declaração de Rita Cadillac de que o sujeito pra quem ela mais tem vontade de dar é o <strong>José Mayer</strong> e a informação quase inacreditável de que ela ficou mais de oito anos sem transar. Tem também a<strong> Índia Potira</strong>, quase como veio ao mundo (rapazes, não se empolguem), e outra chacrete que virou crente. É tanto material que deve sair uma minissérie só sobre elas.</p>
<p>A passagem do tempo refletiu-se também na <strong>forma de fazer televisão</strong> e, novamente, para pior. Há os que falarão que as chacretes eram um atentado contra o feminismo. Talvez fossem mesmo. Outros dirão que as piadas e trocadilhos do Chacrinha eram de baixo calão, que os calouros eram humilhados. Tudo verdade. Ao menos, porém, a coisa era escrachadamente natural. <strong>Não havia pasteurização</strong>. Não existia ainda a irritante preocupação com o <em>politicamente correto</em>. Eram tempos mais divertidos.</p>
<p>(Nem por isso, diga-se de passagem, faziam-se concursos para eleger a melhor chacrete-mirim ou coisa semelhante, como fizeram nos anos 90 para escolher a criança de 5 anos que mais descia na boquinha da garrafa, lembra?)</p>
<p><em>Alô, Alô, Terezinha </em>promove um desfile de artistas. Tem Cauby Peixoto, Rogéria, Jerry Adriani, Wanderlei Cardoso, Roberto Carlos, Elba Ramalho, Biafra, Dercy Gonçalves, Nelson Ned, Elke Maravilha, Gretchen, Ney Matogrosso (&#034;quanto mais nu eu me apresentava, mais o Chacrinha gostava&#034;),  o insuportavelmente arrogante Agnaldo Timóteo, Dercy Gonçalves, Gilberto Gil. É Gilberto Gil quem diz, bem a propósito, que &#034;<strong>o humor é cruel</strong>&#034;; em vários momentos, o espectador não sabe se ri ou se lamenta a má sorte dos entrevistados, particularmente dos ex-calouros que ganharam abacaxis vida afora.</p>
<p>Tem também Baby Consuelo exorcizando demônios. Alheios, claro. Por telefone. E tem Fábio Jr. emocionado e emocionando ao agradecer seu sucesso ao Velho Guerreiro. E muito, muito mais gente.</p>
<p>Alceu Valença, conterrâneo de Chacrinha, aproveita para oferecer uma explicação para a origem das chacretes, das vestimentas e do comportamento do comunicador: o <strong><a title="Pastoril - Entre o Sagrado e o Profano" href="http://www.recife.pe.gov.br/especiais/brincantes/8a.html" target="_blank">pastoril</a></strong>, tradicional festejo pernambucano, que traz, entre seus personagens, um Velho piadista (normalmente indecoroso) e pastoras enfeitadas (às vezes, sensuais).</p>
<p>O filme termina com <strong>Russo</strong>, assistente de palco que ganhou o emprego depois de vencer o concurso do homem mais feio do Brasil. Subindo a ladeira, melancolicamente. A melancolia, aliás, é uma constante no documentário, tanto quanto o riso.</p>
<p><em>Alô, Alô, Terezinha </em>abusa do deboche, da ridicularização, da vergonha alheia, exatamente como fazia o Abelardo Barbosa. <strong>Não é um filme para puritanos</strong>, como nunca foi o Chacrinha &#8211; embora eu, na minha ingenuidade infantil, não visse nada de mais <em>mesmo</em> nos seus programas. <strong>Eram outros tempos</strong>, decididamente.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="4 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/4.gif" border="0" alt="4 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Alô, Alô, Terezinha - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/alo-alo-terezinha/" target="_blank">Alô, Alô, Terezinha</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Alô, Alô, Terezinha - site oficial" href="http://www.aloaloterezinhaofilme.com.br/" target="_blank">Alô, Alô, Terezinha</a> &#8211; site oficial</li>
<li><a title="Crítica de Heitor Augusto a &quot;Alô, Alô, Terezinha&quot;" href="http://entretenimento.r7.com/cinema/noticias/leia-a-critica-de-alo-alo-terezinha-20091029.html" target="_blank">Uma crítica desfavorável ao filme</a></li>
<li><a title="Mofo TV" href="http://mofotv.blogspot.com/" target="_blank">MofoTV</a> &#8211; de lá saíram alguns vídeos usados no documentário, com o devido crédito</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Uma Verdade Inconveniente</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2006 01:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/uma-verdade-inconveniente/">Uma Verdade Inconveniente</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Davis Guggenheim. Com Al Gore. Título original: "An Inconvenient Truth". Gore tenta despertar a platéia para o real perigo do aquecimento global, expõe os trabalhos científicos a respeito e dá o alerta: se nada for feito, teremos alterações climáticas cada vez mais severas e, ao fim de cinqüenta anos, a Terra pouco se parecerá com o que conhecemos hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/uma-verdade-inconveniente/">Uma Verdade Inconveniente</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>An Inconvenient Truth</em>. Estados Unidos, 2006. Documentário. 100 min. Direção: Davis Guggenheim.</p>
<p>O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore apresenta uma análise da questão do aquecimento global, mostrando os mitos e equívocos existentes em torno do tema e também possíveis saídas para que o planeta não passe por uma catástrofe climática nas próximas décadas.</p>
<p>Mais informações: <a title="Adoro Cinema" href="http://adorocinema.com.br/filmes/verdade-inconveniente/verdade-inconveniente.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Cometários</h3>
<p><img title="5 estrelas" src="/wp-content/uploads/5.gif" alt="5 estrelas" /></p>
<p>Ainda não sei direito o que me deu pra resolver assistir a esse filme. Nunca fui ecologista, de jeito nenhum, embora morasse no Rio de Janeiro no Encontro de 1992, e apesar de todos os trabalhos sobre meio ambiente que fiz na escola. Aliás, talvez justamente por ter ouvido falar demais em ecologia e afins, tomei birra do assunto. Encarava os ambientalistas como alarmistas de plantão e via nos danos ao meio ambiente um mal necessário para o progresso humano. Com essas idéias em mente, não é de estranhar que os primeiros dois minutos do filme tenham me feito pensar &#034;Que raios estou fazendo aqui?! É melhor ir embora antes que perca meu tempo&#034;.</p>
<p>Mas não fui embora. E, definitivamente, não perdi meu tempo. Em vez disso, assisti a uma palestra envolvente e atordoante, que me levou a rever meus conceitos (é, como na propaganda da Fiat).</p>
<p>Durante a hora e meia seguinte, vi o discurso preparado e repetido ao longo de anos pelo ex-futuro-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, um sujeito que exala carisma e conduz o público com brilhantismo, valendo-se não apenas da retórica, mas de computação gráfica, fotografias e filmagens recentes feitas ao redor do mundo. Gore tenta despertar a platéia para o real perigo representado pelo aquecimento global (lembra das suas aulas de geografia sobre o efeito estufa?), expõe os trabalhos científicos a respeito e dá o alerta: se nada for feito, teremos alterações climáticas cada vez mais severas e, ao fim de cinqüenta anos, a Terra pouco se parecerá com o que conhecemos hoje.</p>
<p>Gore chama a atenção para o furacão Katrina, que destroçou Nova Orleans, e avisa: esses fenômenos serão cada vez mais freqüentes e violentos. Lembra que sempre foi considerada impossível a formação de furacões no hemisfério sul, mas em 2004 o Rio Grande do Sul foi atingido pelo furacão Catarina. Mostra que as &#034;neves eternas&#034; de várias montanhas, como o Kilimanjaro e os Alpes, já não são mais tão eternas. Documenta o derretimento das calotas polares e faz uma projeção das mudanças geográficas e climáticas que virão &#8211; na verdade, nesse momento mesmo elas já estão acontecendo.</p>
<p>O vilão de tantas alterações? O aquecimento global, causado pelo efeito estufa que, por sua vez, é conseqüência do excesso de gás carbônico lançado na atmosfera. Gore ressalta a culpa enorme dos Estados Unidos nesse processo, lembrando que o país que mais polui (mais de 30% das emissões de gás carbônico vêm de lá) foi um dos dois únicos a não ratificar o Protocolo de Kyoto &#8211; o outro foi a Austrália.</p>
<p>O ex-vice-presidente faz questão de frisar o quanto as mudanças climáticas afetarão a humanidade: secas onde sempre houve chuvas, submersão definitiva de grandes áreas habitadas, êxodo populacional, milhões de refugiados e, claro, um impacto terrível na economia mundial.</p>
<p>Lá pelas tantas, você já recebeu más notícias demais e pensa: &#034;Ok, é terrível que isso vá acontecer. As autoridades não querem fazer nada, então tudo isso <em>vai mesmo</em> acontecer. Daqui a cinqüenta ou sessenta anos, meus netos verão esse filme e exclamarão, indignados: &#039;eles <em>sabiam</em> que estavam destruindo o planeta e não fizeram nada para evitar!&#039;.&#034;</p>
<p>A intenção do filme, no entanto, não é ser catastrofista, não é anunciar o apocalipse. Gore dá um <em>alerta</em> e diz: nós podemos reverter esse quadro! Existem saídas possíveis, há soluções perfeitamente viáveis para controlar a emissão de gás carbônico. Várias dependem dos governos, mas há pequenas ações que todos nós podemos fazer para minimizar o aquecimento global e, nesses mesmos cinqüenta anos, eliminar completamente o problema. A humanidade já se saiu bem de situações tão ou mais complicadas, afirma Gore.</p>
<p>É nesse ponto que falo que minha forma de encarar todo esse papo de ecologia e ambientalismo mudou. O filme despertou uma preocupação real e, principalmente, uma vontade de agir concretamente. Como? Isso é assunto para outros artigos.</p>
<p>Por hora, deixo meu apelo: veja o filme. Mesmo que você se bloqueie tanto para o tema quanto eu costumava fazer, dê uma chance ao documentário. Na pior das hipóteses, adquirirá um punhado de informações e passará cem minutos bem interessantes &#8211; porque <em>Uma Verdade Inconveniente</em> pode despertar qualquer sentimento, menos tédio. No mínimo, servirá para causar perplexidade por ter sido eleito para a presidência dos Estados Unidos um cara burro, grosso, incoveniente e desagradável como o Bush, quando podiam ter escolhido a inteligência e o carisma do Gore (se é que as eleições foram mesmo legítimas &#8211; até hoje isso é questionado por lá).</p>
<p>Mais sobre o filme e sobre o aquecimento global pode ser visto no site <a title="Climate Crisis" href="http://climatecrisis.net/" target="_blank">An Inconvenient Truth</a>.</p>
<p><a title="Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/?p=235">Já divulguei no <em>Dia de Folga</em></a> os links para o trailer e os créditos finais, colocados por alguém no <a title="YouTube" href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>Al Gore lançou um <a title="Encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/uma-verdade-inconveniente-gore-al-852042581x.html?af=2330" target="_blank">livro que reproduz o conteúdo do filme</a>, inclusive trazendo ricas ilustrações, já à venda em português.</p>
<p>Por fim, para aqueles que insistem em encaram o aquecimento global como lenda urbana, usando afirmações do tipo &#034;na época dos dinossauros havia muito mais gás carbônico no ar do que hoje, e a Terra não acabou&#034;, vale dizer que não é dito, em momento algum, que a Terra deixará de existir. Sequer afirma-se que o ser humano entrará em extinção. A Terra será capaz de se adaptar, e nós também. Só que haverá um custo tão absurdamente alto que é o caso de se questionar: vale mesmo a pena pagar pra ver?<!--Documentário--></p>

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		<title>We need to wake up!</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 20:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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Vídeo com a música "We need to wake up", do documentário "Uma Verdade Inconveniente".]]></description>
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<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="329" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/z4EVYFIwuIk" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="329" src="http://www.youtube.com/v/z4EVYFIwuIk"></embed></object><br />
<em>Trailer</em> de <em>Uma Verdade Inconveniente</em>. Duração: 02:30.<br />
<a title="Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=z4EVYFIwuIk" target="_blank">Link para o vídeo</a>.</p>
<p>Se você prefere a versão com legendas em português, <a title="Uma Verdade Inconveniente" href="http://www.youtube.com/watch?v=5LSGbzSy2Bs" target="_blank">assista este aqui</a>.</p>
<p>Se tem boa visão e gosta de música, <a title="Uma Verdade Inconveniente - Final" href="http://www.youtube.com/watch?v=ZXYeHIUQM4k" target="_blank">dê uma olhada neste</a>.</p>
<p>Faça sua escolha mas, por favor, assista a um deles.</p>
<p>A resenha do filme vem na quinta-feira.</p>

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		<title>Coisa Mais Linda</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2005 17:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/coisa-mais-linda/">Coisa Mais Linda</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Paulo Thiago. Com Carlos Lyra, Cacá Diegues, Roberto Menescal, Joyce, Paulo Jobim, Arthur da Távola, Nélson Motta. Ao longo de duas horas, destacam-se diversos artistas fundamentais para o surgimento e afirmação da bossa nova, estilo musical legitimamente brasileiro: Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Newton Mendonça, Ronaldo Bôscoli, Nara Leão, Joyce, Wanda Sá, João Gilberto e vários outros. O filme traz momentos emocionantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/coisa-mais-linda/">Coisa Mais Linda</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p>Brasil, 2005. Documentário. 126 minutos. Direção: Paulo Thiago. Com Carlos Lyra, Cacá Diegues, Roberto Menescal, Joyce, Paulo Jobim, Arthur da Távola, Nélson Motta.<br />
Um painel histórico, musical e informativo, sobre como ocorreu o movimento musical chamado Bossa Nova, que teve início nos anos 50 e atingiu seu ápice em 1962, com a confirmação de sua internacionalização.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/coisa-mais-linda/coisa-mais-linda.htm" title="Adoro Cinema" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/5.gif" title="5 estrelas" alt="5 estrelas" /></p>
<p>Paulo Thiago constuiu um belíssimo panorama sobre a Bossa Nova. <a href="http://www.carloslyra.com/" title="Site oficial" target="_blank">Carlos Lyra</a> e <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/roberto-menescal.asp" target="_blank" title="Biografia">Roberto Menescal</a> são os condutores da história. Ao longo de duas horas, destacam-se diversos artistas fundamentais para o surgimento e afirmação desse novo estilo musical, legitimamente brasileiro: <a href="http://www2.uol.com.br/tomjobim/index_flash.htm" title="Site oficial" target="_blank">Tom Jobim</a>, <a href="http://www.viniciusdemoraes.com.br/" title="Site oficial" target="_blank">Vinícius de Moraes</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/newton-mendonca.asp" target="_blank" title="Biografia">Newton Mendonça</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/ronaldo-boscoli.asp" target="_blank" title="Biografia">Ronaldo Bôscoli</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/nara-leao.asp" target="_blank" title="Biografia">Nara Leão</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/joyce.asp" target="_blank" title="Biografia">Joyce</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/wanda-sa.asp" target="_blank" title="Biografia">Wanda Sá</a>, <a href="http://www.cliquemusic.com.br/artistas/joao-gilberto.asp" target="_blank" title="Biografia">João Gilberto</a> e vários outros. Miele, Arthur da Távola e Tárik de Souza são alguns dos nomes que contribuem para a reconstituição histórica.</p>
<p>São duas horas de poesia pura, com direito a momentos emocionantes, como quando Paulo Jobim, tão parecido com o pai, executa algumas canções de Tom, ou quando Menescal conta que a belíssima música <a href="http://roberto-menescal.letras.terra.com.br/letras/75551/" target="_blank" title="letras.mus.br">Ah! Seu eu Soubesse</a> foi feita em homenagem a Nara, após a sua morte (preste atenção à letra e você também se emocionará). Há, ainda, algumas passagens engraçadas: a origem do banquinho associado à Bossa Nova provoca risos, e mais ainda a explicação sobre o motivo de ser a Bossa Nova um gênero tão intimista.</p>
<p>Faz falta a participação em carne e osso de João Gilberto. Provavelmentea ausência se deve ao seu caráter sabidamente arredio.</p>
<p>Eu, que não vivi a época da Bossa Nova, mas escuto o gênero desde pirralhinha (e sempre foi um dos meus preferidos), amei o documentário. Fez-me sentir nostalgia por uma época que não vivi.</p>
<p>Agora, se você é como uma criatura que estava na fila comprando ingresso e, alertada de que o filme começara há meia hora, respondeu &#034;Ah, é documentário mesmo, meia hora não faz diferença&#034;, então nem perca seu tempo. Se a tal meia hora não fizesse diferença, não estaria lá. Mania que as pessoas têm de levarem mais a sério filmes de ficção do que históricos.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=326881&amp;catid=257&amp;af=2330" title="Encontre o dvd no JáCotei" target="_blank"><em>Coisa Mais Linda</em></a> é um serviço prestado à memória musical de um país caracterizado por esquecer tudo rapidamente. A edição é bem cuidada e inclui  diversas imagens da época, além de tomadas lindíssimas da cidade do Rio de Janeiro – a Bossa Nova, falando de céu, sol, mar e amor, só poderia mesmo ter nascido na Cidade Maravilhosa.</p>
<p>Sem querer ser chata, mas já sendo: do que é que os futuros documentaristas vão falar quando olharem para o panorama musical dos anos 90 e 2000? É o Tchan? Tati Quebra-Barraco? <!--música--></p>

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</ul>

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		<title>Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2004 02:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/super-size-me-a-dieta-do-palhaco/">Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Morgan Spurlock. Com Morgan Spurlock e Daryl Isaacs. Título original: "Super Size Me". Quando viu o resultado de um processo movido por duas garotas contra o McDonald’s, Spurlock decidiu provar a correlação entre a alimentação fornecida pela cadeia e os problemas de saúde das garotas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/super-size-me-a-dieta-do-palhaco/">Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>Super Size Me</em>. EUA, 2004. Documentário. 98 min. Direção: Morgan Spurlock. Com Morgan Spurlock e Daryl Isaacs.</p>
<p>Para analisar a cultura do fast food, o diretor se transforma em cobaia, alimentando-se durante um mês, três vezes ao dia, apenas no McDonald&#039;s.</p>
<p>Mais informações: <a title="Super Size Me - A Dieta do Palhaço" href="http://adorocinema.com.br/filmes/super-size-me/super-size-me.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="3,5 estrelas" src="/wp-content/uploads/3-5.gif" alt="3,5 estrelas" /></p>
<p>Morgan Spurlock concebeu <em><a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=251565&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank">Super Size Me</a> </em>quando viu o resultado de um processo movido por duas garotas contra o McDonald’s, acusando-o pelas suas más condições de saúde. O juiz declarou que não podia condenar a rede de lanches, por não ter ficado provada a correlação entre a alimentação fornecida por ela e os problemas de saúde das garotas. Spurlock decidiu, então, provar que a correlação existe. Propôs-se a, durante trinta dias, alimentar-se exclusivamente das coisas vendidas pelo McDonald’s.</p>
<p>A idéia foi fazer uma experiência-limite, a fim de medir os efeitos de uma dieta constituída por fast food no organismo e comprovar que ela é prejudicial. Spurlock conseguiu o que queria – todas as suas taxas de saúde (glicose, colesterol etc.), antes perfeitas, alcançaram patamares altissimos e seriamente perigosos à saúde, a ponto de Ter-lhe sido recomendado abandonar a experiência, por não se ter idéia do quão mal ela poderia lhe causar. O aumento de peso também foi considerável: onze quilos em trinta dias – mais de 10% do seu peso corporal (que era de 84,3 quilos) em pouco tempo, o que é sempre perigoso. Um dos médicos apontou que a dieta rica em fast food provou-se tão danosa quanto beber em excesso. O fígado de Spurlock transformou-se em patê. Foram necessárias oito semanas de desintoxicação para voltá-lo a condições aceitáveis, e nove meses para retomar o peso corporal anterior. Os médicos afirmaram que, mesmo tendo feito a experiência por apenas trinta dias, ela foi tão danosa que, possivelmente, a vida e Morgan Spurlock sofrerá algum encurtamento.</p>
<p>A maior crítica ao filme é que ninguém, em sã consciência, come no McDonald’s com tamanha regularidade. A própria lanchonete alegou isso em sua defesa. Ocorre que ela nunca informou que comer fast food com tanta freqüência pode ser perigoso. Ao contrário, incentiva desde a infância o consumo de seus produtos. 72% dos norte-americanos comem no McDonald’s ao menos uma vez por semana. Isso sem falar nas outras lanchonetes. Assim, o grande problema apontado por Spurlock é a falta de informações adequadas aos clientes, aliada a uma campanha publicitária maciça em favor de uma alimentação nada saudável.</p>
<p>Outro ponto interessante refere-se à péssima qualidade dos lanches servidos nas escolas públicas – nada balanceados, gordurosos e incentivadores da obesidade. Some-se a isso o fato de que um americano médio caminha menos de três quilômetros por dia.</p>
<p>O diretor traz alguma influência de Michael Moore ao filme, construindo-o com auxílio de desenhos e não abrindo mão da música. O resultado final é interessante.</p>
<p>Só não sei se serve ao propósito de afastar as pessoas das redes de fast food. Porque eu e a Kika saímos da sessão louquinhas por um lance do McDonald’s.</p>
<p>Nunca vi Big Macs tão bonitos quanto os apresentados por Spurlock&#8230;</p>

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		<title>Fahrenheit 11 de Setembro</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2004 00:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[história real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/fahrenheit-11-de-setembro/">Fahrenheit 11 de Setembro</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Michael Moore. Com Michael Moore. Título original: "Fahrenheit 9/11". Moore aborda o atentado contra o "World Trade Center" e prende a atenção do espectador por quase duas horas. Combina edições bem-feitas, entrevistas magistralmente conduzidas, imagens fortes e músicas inusitadas de forma perfeita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/fahrenheit-11-de-setembro/">Fahrenheit 11 de Setembro</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>Fahrenheit 9/11</em>. EUA, 2004. Documentário. 122 min. Direção: Michael Moore. Com  Michael Moore.</p>
<p>O documentário procura explicar as atitudes e os interesses políticos do governo norte-americano, chefiado por George W. Bush, depois do atentado de 11 de Setembro. Palma de Ouro no Festival de Cannes. Do mesmo diretor de <em>Tiros em Columbine</em> (2003).</p>
<p>Mais informações: <a title="Fahrenheit 11 de Setembro" href="http://adorocinema.com.br/filmes/fahrenheit-11-de-setembro/fahrenheit-11-de-setembro.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="4 estrelas" src="/wp-content/uploads/4.gif" alt="4 estrelas" /></p>
<p>O Michael Moore é um excelente documentarista. Quem assistiu a <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=225512&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Tiros em Columbine</em></a> sabe disso. Em <a title="Encontre o dvd no JáCotei" href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=251573&amp;catid=257&amp;af=2330" target="_blank"><em>Fahrenheit 9/11</em></a>, ele consegue prender a atenção do espectador por quase duas horas. Combina edições bem-feitas, entrevistas magistralmente conduzidas, imagens fortes e músicas inusitadas de forma perfeita.</p>
<p>O filme foi feito para que George W. Bush não se reeleja. Não começa com o 11 de setembro, mas com as eleições em que Bush derrotou Al Gore de uma forma um tanto misteriosa. Prossegue demonstrando o descaso com que ele conduziu os primeiros meses de governo – como, aliás, sempre tinha conduzido seus negócios. Dá ênfase às relações da família Bush com os Bin Laden.</p>
<p>O atentado de 11 de setembro é mostrado de uma forma tremendamente impactante – resultado que não seria alcançado se Moore usasse as imagens tão insistentemente divulgadas do prédio em chamas.</p>
<p>O documentário segue mostrando as implicações econômicas do atentado – que rendeu dividendos a muita gente –, as medidas tomadas – muitas delas, absolutamente incoerentes – e o absurdo que foi a invasão ao Iraque, tanto do ponto de vista dos iraquianos quanto das famílias americanas. Tem cenas fortes, mas não há forma suave de abordar a guerra. Só acho que 12 anos como censura é pouco.</p>
<p>Alguns momentos marcantes do filme:</p>
<ul>
<li>a displicência que Bush demonstrou ao receber a notícia do atentado;</li>
<li>um parlamentar explicando ao Moore que os congressistas não lêem o que aprovam (você acha que no Brasil é diferente?), em alusão ao “Decreto Patriótico” promulgado em razão do 11 de setembro;</li>
<li>Moore desfilando em carrinho de sorvete, na frente do Congresso, lendo o tal    Decreto;</li>
<li>o enfoque dado à manipulação do medo, feita tanto pelo governo quanto pela mídia – algo que já havia sido abordado em Tiros em Columbine;</li>
<li>os inocentes iraquianos atingidos pela guerra;</li>
<li>os inocentes norte-americanos atingidos pela guerra.</li>
</ul>
<p>E outros tantos, que não me vêm à lembrança agora.</p>
<p>Em sã consciência, algum norte-americano teria coragem de dar novo voto ao Bush, após esse documentário?</p>
<p>Ah, sim: ao fim da sessão (que estava lotada em plena quarta-feira, num cinema que nunca enche), o público explodiu em aplausos.</p>

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</ul>

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