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	<title>Dia de Folga &#187; comédia</title>
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	<description>opinião com gelo e laranja</description>
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		<title>Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/os-normais-2-a-noite-mais-maluca-de-todas/">Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção: José Alvarenga Jr. Com Luiz Fernando Guimarães, Fernanda Torres, Drica Moraes, Danielle Winits, Daniele Suzuki, Cláudia Raia, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas. Rui e Vani estão completando 13 anos de namoro. Para evitar que o relacionamento deles entre em crise, o casal decide realizar uma grande fantasia. A intenção é apimentar o relacionamento, realizando um ménage à trois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/os-normais-2-a-noite-mais-maluca-de-todas/">Os Normais 2 &#8211; A Noite Mais Maluca de Todas</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>País: Brasil</li>
<li>Ano: 2009</li>
<li>Gênero: Comédia</li>
<li>Duração: 1 hora e 15 minutos</li>
<li>Direção: José Alvarenga Jr.</li>
<li>Roteiro: Alexandre Machado e Fernanda Young</li>
<li>Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Fernanda Torres, Drica Moraes, Danielle Winits, Daniele Suzuki, Cláudia Raia, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas.</li>
<li>Sinopse: Rui e Vani estão completando 13 anos de namoro. Para evitar que o relacionamento deles entre em crise, o casal decide realizar uma grande fantasia. A intenção é apimentar o relacionamento, realizando um ménage à trois. Em busca da parceira ideal, eles sondam uma prima de Vani, uma bicampeã de kickboxing, uma bissexual, uma francesa e uma garota de programa.</li>
</ul>
<h3>Comentários</h3>
<p><img class="alignright" title="Os Normais 2" src="http://diadefolga.com/img/os-normais-2.jpg" alt="Os Normais 2" /> Com a relação esfriando cada vez mais, o ménage à trois parece ser o caminho para recuperar a paixão dos tempos de namoro &#8211; mas, como se trata de Rui e Vani, as coisas não correm tranquilamente, para a alegria da plateia.</p>
<p>No geral, o filme vai bem. Algumas situações são forçadas demais, é verdade. Os roteiristas exageraram no pastelão. As piadas mais engraçadas são, justamente, as menos escrachadas (por exemplo, o impagável gráfico da Vani demonstrando como o tempo de relacionamento interfere &#8211; para pior &#8211; na quantidade de sexo). Embora seja um filme curto, uma cena ou outra ainda poderia ter dançado na edição final, tornando-o mais consistente.</p>
<p>No mais, assim como <a title="Os Normais - O Filme: encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/os-normais-o-filme-multi-regiao-reg-4.html?af=2330" target="_blank">o primeiro filme</a>, <em>Os Normais 2</em> é um episódio do seriado em versão estendida, quase como um episódio duplo. As tarjas pretas estão lá, os diálogos ágeis também, Drica Moraes também. Danielle Winits quase passa batido num papel que explora mais sua (boa) interpretação que seus seios. Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães continuam com uma excelente química.</p>
<p>Se você, como eu, é fã do <a title="Os Normais - a série: encontre no JáCotei" href="http://jacotei.com.br/filtros/index/257/os%20normais?af=2330" target="_blank">seriado</a>, vai se divertir com o filme. Se espera algo além de um bom episódio, espere passar na tv.</p>
<p>Cotação: <img style="border: 0pt none;" title="3 estrelas" src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" border="0" alt="3 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a title="Os Normais 2 - Adoro Cinema" href="http://www.adorocinema.com/filmes/os-normais-2/" target="_blank">Os Normais 2</a> &#8211; Adoro Cinema</li>
<li><a title="Os Normais 2" href="http://www.osnormais2.com.br/" target="_blank">Os Normais 2</a> &#8211; site oficial</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Imagem: divulgação.</em></p>

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</ul>

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		<title>Juno</title>
		<link>http://diadefolga.com/juno/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 06:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
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		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/juno/">Juno</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Título original: "Juno". Direção: Jason Reitman. Com Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Allison Janney, J.K. Simmons. Juno, uma jovem de 16 anos, engravida sem querer e procura casal que queira adotar o bebê.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/juno/">Juno</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<ul>
<li>Título original: <em>Juno</em></li>
<li>País de origem: EUA</li>
<li>Ano: 2007</li>
<li>Gênero: Comédia</li>
<li>Duração: 92 minutos</li>
<li>Direção: Jason Reitman, que também dirigiu <a href="http://jacotei.com.br/obrigado-por-fumar-multi-regiao-reg-4.html?af=2330" title="Encontre no JáCotei" target="_blank"><em>Obrigado por Fumar</em></a>.</li>
<li>Roteiro: Diablo Cody</li>
<li>Elenco: Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Allison Janney, J.K. Simmons.</li>
<li>Sinopse: Juno, uma jovem de 16 anos, engravida sem querer e procura casal que queira adotar o bebê.</li>
</ul>
<h3> Comentários</h3>
<p><img src="http:///diadefolga.com/img/juno.jpg" title="Juno" class="alignright" alt="Juno" height="240" width="162" /> <em>Juno</em> é uma dramédia, como convencionou-se chamar histórias que misturam drama e humor em doses tão semelhantes que se torna difícil classificá-las em um ou outro gênero. <em>Juno </em>faz essa mistura muito bem, valendo-se de cenas ágeis e de uma protagonista muito talentosa, a canadense Ellen Page.</p>
<p>A forma como o filme lida com a gravidez na adolescência também é ótima. Também não há longas e tediosas lições de moral sobre a falta de cuidado dos adolescentes, o sexo irresponsável e sem compromisso, o perigo da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, os males da gravidez na adolescência. <em>Juno </em>não enche a paciência do espectador.</p>
<p>A discussão sobre o aborto tangencia a história, mas não há tomada de posição contrária ou favorável. Juno faz sua escolha e segue em frente. Ótimo. Discussões sobre o tema costumam vir encharcadas de preconceitos (no sentido literal mesmo, conceitos preexistentes) e dificilmente levam a algum lugar. Sou partidária do &#034;cada um na sua&#034;, e o filme segue essa linha.</p>
<p>O que me incomodou, especialmente na reta final, foi a romantização, a água-com-açúcar transbordante e melada.<em>  Juno</em> desenvolve uma ótima e realista trama, para derrapar no final e sucumbir à pieguice desmedida. É o velho &#034;nadou tanto e morreu na praia&#034;. Seria um melhor filme se evitasse os clichês sobre o amor com a mesma maestria com que evita julgamentos. Do jeito como ficou, <em>Juno</em> é um filme bonitinho, mas falta-lhe um algo mais.</p>
<p><em>Juno </em>concorre ao Oscar 2008 em 4 categorias: melhor filme, melhor direção, melhor roteiro original e melhor atriz. Não é para tanto: <em>Juno</em> é um filme fácil; não tem a complexidade de <a href="http://diadefolga.com/desejo-e-reparacao/" title="Desejo e Reparação - Dia de Folga" target="_blank"><em>Desejo e Reparação</em></a>, por exemplo, e não demanda uma direção primorosa.  Por outro lado, o roteiro é a alma do filme e a interpretação é seu sopro de vida &#8211; sem dúvida, Ellen Page e Diablo Cody mereceram as indicações.</p>
<p>Cotação: <img src="http://diadefolga.com/wp-content/uploads/3.gif" alt="3 estrelas" border="0" height="16" width="87" /></p>
<h3>Serviço</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.junofilme.com.br/" title="Juno - Site Oficial" target="_blank">Juno &#8211; Site Oficial</a></li>
<li><a href="http://www.imdb.com/title/tt0467406/" title="Juno - IMDB" target="_blank">Juno &#8211; IMDB (em inglês) </a></li>
</ul>

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</ul>

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		<title>Scoop &#8211; O Grande Furo</title>
		<link>http://diadefolga.com/scoop-o-grande-furo/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 04:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[3 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/scoop-o-grande-furo/">Scoop &#8211; O Grande Furo</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Woody Allen. Com Hugh Jackman, Scarlett Johansson, Ian McShane, Woody Allen. Título original: "Scoop". O novo filme de Woody Allen está longe de ser ser um "Match Point", mas vale pelo elenco e pelas tiradas sarcásticas peculiares aos filmes do diretor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/scoop-o-grande-furo/">Scoop &#8211; O Grande Furo</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><cite>Sondra: Você sempre vê o copo meio vazio.<br />
Sidney: Ao contrário, eu sempre vejo o copo meio cheio &#8211; de veneno!</cite></p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<p><em>Scoop</em>. EUA, 2007. Drama. 96 minutos. Direção: Woody Allen. Com Hugh Jackman, Scarlett Johansson, Ian McShane, Woody Allen.</p>
<p>Uma estudante de jornalismo (Scarlett Johansson) busca o furo de sua vida, envolvendo-se com um aristocrata inglês (Hugh Jackman).</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/scoop/scoop.asp" target="_blank" title="Scoop">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/3.gif" title="3 estrelas" alt="3 estrelas" height="16" width="87" /></p>
<p>Seria demais esperar que o filme de Woody Allen que se seguisse a <a href="http://diadefolga.com/match-point/" title="Match Point - Dia de Folga" target="_blank">Match Point</a> alcançasse o mesmo brilho. <em>Scoop</em> guarda semelhanças com seu antecessor (ambos se passam em Londres e contam com Scarlett Johansson, nova musa do diretor), mas não o supera &#8211; nem se aproxima disso.</p>
<p>Não que não mereça ser visto. Até porque filme de Woody Allen é como pizza: até quando é ruim, é bom. E <em>Scoop</em> está longe de ser ruim. Em tempos em que não se diferencia vulgaridade de humor, o cineasta é um alento. <em>Scoop</em>, como seus outros filmes, vem recheado de humor negro, brincando, inclusive, com a morte &#8211;  algumas das cenas mais engraçadas se passam na barca de Caronte, fazendo rir pelo simples fato de terem um cenário tão surrealista.</p>
<p>Allen também atua no filme, hábito deixado de lado desde <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/igual-a-tudo-na-vida/igual-a-tudo-na-vida.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Igual a Tudo na Vida</a>. O mágico picareta Sidney Waterman, neurótico e inseguro, cai como uma luva para o diretor. São de Sid as tiradas mais sarcásticas do roteiro.</p>
<p>Como bônus, espectadores e espectadoras podem se beneficiar de dois belos colírios para os olhos: a sensual-mas-inocente Scarlett Johansson e o homem-pra-mais-de-metro Hugh Jackman. Além de belos, interpretam muito bem seus papéis.</p>
<p>Woody Allen parece tão à vontade com seu próprio talento e com a legião de fãs que conquistou que não se sente obrigado a fazer uma nova obra-prima por ano. <em>Scoop</em> é assim, descompromissado. Uma história divertida, sem lições de moral, sem grandes ensinamentos ou construções geniais, perfeita para ser assistida num fim de tarde tranqüilo.</p>

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	<li><a href="http://diadefolga.com/nao-me-abandone-jamais/" title="Não me abandone jamais">Não me abandone jamais</a></li>
</ul>

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		<title>O Cheiro do Ralo</title>
		<link>http://diadefolga.com/o-cheiro-do-ralo/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 04:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[5 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[humor negro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-cheiro-do-ralo/">O Cheiro do Ralo</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção: Heitor Dhalia. Com Selton Mello, Paula Braun, Lourenço Mutarelli, Flávio Bauraqui, Fabiana Guglielmetti, Sílvia Lourenço. Excelente filme nacional, "O Cheiro do Ralo" foge aos rótulos. Selton Mello interpreta com maestria um sujeito misantropo que coisifica as pessoas ao seu redor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-cheiro-do-ralo/">O Cheiro do Ralo</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<p>Brasil, 2006. Comédia. 112 minutos. Direção: Heitor Dhalia. Com Selton Mello, Paula Braun, Lourenço Mutarelli, Flávio Bauraqui, Fabiana Guglielmetti, Sílvia Lourenço.</p>
<p>Lourenço (Selton Mello), dono de uma loja que compra e vende objetos usados, vê-se em apuros após ter que se relacionar com uma de suas clientes, que julgava estar sob seu controle.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/cheiro-do-ralo/cheiro-do-ralo.asp" target="_blank" title="O Cheiro do Ralo">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/5.gif" title="5 estrelas" alt="5 estrelas" height="16" width="87" /></p>
<p>Parece que os filmes nacionais sempre vêm sob rótulos: antes, era o cinema novo, depois foi a pornochanchada. Recentemente, a comédia de situação. Não que haja algum demérito em seguir padrões de sucesso a cada época. Por outro lado, é agradável ver um filme ignorar tendências e crescer por si mesmo. É o caso de <em>O Cheiro do Ralo</em>.</p>
<p>Quem espera uma comédia como <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/auto-da-compadecida/auto-da-compadecida.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">O Auto da Compadecida</a> ou <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/coronel-e-o-lobisomem/coronel-e-o-lobisomem.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">O Coronel e o Lobisomem</a>, dois outros filmes que têm Selton Mello como protagonista, pode começar a rever seus conceitos. Em <em>O Cheiro do Ralo</em>, a comédia anda de mãos dadas com o drama e o papel de Selton Mello é bem diferente daqueles em que o público está acostumado a vê-lo.</p>
<p>Lourenço é um sujeito misantropo e taciturno. Sua interação com outros seres humanos dá-se na base da compra e venda (ou apenas compra, já que não se vê nada sendo vendido na loja que lhe pertence). Seu olhar sobre as pessoas não é diferente do que lança aos objetos que lhe são apresentados. Não por acaso, nenhum personagem tem nome além do próprio Lourenço. O protagonista coisifica todos que o rodeiam, avalia-os de cima abaixo em busca de alguma utilidade ou função para si próprio. Assim, mantém tudo sob o estrito domínio dos seus interesses &#8211; ou quase tudo.</p>
<p>As maiores frustrações de Lourenço são, justamente, as duas únicas &#034;coisas&#034; que não pode controlar: o cheiro do ralo do banheirinho de seu galpão e a garçonete da lanchonete da esquina. Esses elementos se tornam, conseqüentemente, suas grandes obsessões.</p>
<p><em>O Cheiro do Ralo</em>, em termos visuais, é muito simples &#8211; aliás, foi filmado com a cara e a coragem,  gastando modestíssimos,  300 mil reais, uma ninharia para um longa-metragem. O que chama a atenção é o discurso. Num filme, espera-se encontrar vários pontos de vista, colocados obviamente ou não. Em <em>O Cheiro do Ralo</em>, a narrativa é toda em primeira pessoa. A câmera acompanha o olhar de Lourenço, com poucos escapes &#8211; e, mesmo durante estes, a perspectiva é a de Lourenço. A direção de Heitor Dhalia entrega aos espectadores a idéia de que Lourenço é o centro do mundo, exatamente como lhe parece.</p>
<p>Lourenço guarda inegável semelhança com Mersault, personagem psicopata do livro <em>O Estrangeiro</em>, de Albert Camus. O caráter obsessivo do protagonista de <em>O Cheiro do Ralo</em> contribui, ainda, para aproximá-lo do livro <em>O Processo</em>, em que Joseph K. sente-se torturado por não descobrir as causas que o levaram a ser processado. O existencialismo é a tônica do filme.</p>
<p>Haverá quem critique a produção pelas cenas de nudez &#8211; que, realmente, seriam apelativas se não tivessem um contexto, evidenciando ainda mais a coisificação das criaturas. Minha única crítica é que <em>O Cheiro do Ralo</em> tenta se explicar demais, fazendo questão de traduzir em palavras suas idéias. Talvez tantas explicações sejam necessárias para que a história se faça compreender pelo grande público.</p>
<p><em>O Cheiro do Ralo </em>é daqueles filmes que entrarão para a história do cinema nacional, graças à qualidade de seu argumento e à ousadia de sua equipe.</p>
<p>Merece destaque a atuação de <a href="http://adorocinema.com.br/personalidades/atores/silvia-lourenco/corpo.asp" title="Sílvia Lourenço - biografia em Adoro Cinema" target="_blank">Sílvia Lourenço</a> como uma viciada em desespero. O  filme traz, ainda, as participações especiais de Suzana Alves, a Tiazinha, como uma professora de ginástica, e de Paulo César Peréio como a voz do pai da noiva de Lourenço.</p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.mutarelli.com.br/mutarelli/" title="Autor do livro O Cheiro do Ralo" target="_blank">Lourenço Mutarelli</a>, página do autor do livro que deu origem ao filme</li>
<li><a href="http://www.ocheirodoralo.com.br/" title="O Cheiro do Ralo" target="_blank">O Cheiro do Ralo</a>, site oficial</li>
</ul>

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		<title>Borat (ou O Pior Filme de Todos os Tempos)</title>
		<link>http://diadefolga.com/borat-ou-o-pior-filme-de-todos-os-tempos/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 18:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/borat-ou-o-pior-filme-de-todos-os-tempos/">Borat (ou O Pior Filme de Todos os Tempos)</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Larry Charles. Com Sacha Baron Cohen, Ken Davitian, Luenell, Pamela Anderson. Título original: "Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan". "Borat" tem sido estranhamente enaltecido como um filme que denuncia a hipocrisia e o preconceito norte-americanos. No fundo, não passa de uma comédia pastelão tremendamente vulgar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/borat-ou-o-pior-filme-de-todos-os-tempos/">Borat (ou O Pior Filme de Todos os Tempos)</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<p><em>Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan</em>. Em português: <em>Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América</em>. 2006. Comédia. 84 minutos. Direção: Larry Charles. Com Sacha Baron Cohen, Ken Davitian, Luenell, Pamela Anderson.</p>
<p>Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen) é um jornalista do Cazaquistão que deixa o país rumo aos Estados Unidos, na intenção de fazer um documentário. Durante sua viagem pelo país ele conhece pessoas reais, que ao reagir ao seu comportamento primitivo expõem o preconceito e a hipocrisia existentes na cultura americana.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/borat/borat.asp" target="_blank" title="Borat">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/0.gif" title="Nenhuma estrela" alt="Nenhuma estrela" height="16" width="87" /></p>
<p>Em duas palavras: mau gosto.</p>
<p><em>Borat</em> tem sido estranhamente enaltecido como um filme que denuncia a hipocrisia e o preconceito norte-americanos (a própria sinopse acima afirma isso). No fundo, não passa de uma comédia pastelão tremendamente vulgar.</p>
<p>Humor inteligente é uma palavra desconhecida à equipe do filme: as piadas são tão óbvias e rasteiras quanto as do &#034;clássico&#034; da Sessão da Tarde <em>Porky&#039;s</em>. O riso, da mesma forma, é fácil nos primeiros minutos; em seguida, começa a aflorar um sentimento de &#034;o que estou fazendo aqui?&#034; que aumenta ao longo do filme e culmina num &#034;não acredito que <em>paguei </em>para ver isso!&#034;.</p>
<p>Existem várias formas de escrever uma boa comédia. Pode-se adotar a boa e velha abordagem romântica, como fez muito bem <em>Letra e Música</em>, em cartaz; podem-se usar recursos de animação para contar histórias infantis que divertem, também, os adultos (<em>Shrek</em> já vai para a terceira edição); existem paródias excelentes, como <em>Cowboys do Espaço</em>; e o fino humor negro das comédias de Woody Allen é sempre uma boa pedida. Claro que fazer rir com inteligência não é para qualquer um.</p>
<p>Por outro lado, é muito simples escrever uma comédia de baixo nível. O ator britânico Sacha Baron Cohen, protagonista e roteirista de <em>Borat</em>, escolheu esse caminho. Situações ridículas, freqüentemente humilhantes, às vezes constrangedoras de tão grosseiras, são a tônica do filme. A diversão preferida da equipe é debochar do <em>american way of life</em> e, de quebra, das culturas ocidentais de forma geral, já que o norte-americano não é proprietário dos hábitos do Ocidente. Ou algum povo vizinho acharia corriqueiro ir ao banheiro e guardar as fezes num saquinho, ao invés de simplesmente usar o vaso sanitário e dar descarga?</p>
<p>A pior parte é que <em>Borat</em> ofende profundamente o Cazaquistão, criando a imagem de que seu povo é ignorante, primitivo, imbecil, incapaz de perceber as diferenças culturais que, naturalmente, existem entre o Ocidente e o Oriente. <em>Borat</em> não mostra que, talvez-quem-sabe, uma parte da população seja ignorante, mas que todos os seus habitantes são jumentos &#8211; já que &#034;o segundo melhor repórter&#034; do país (teoricamente, pertencente a uma elite intelectual) é tão estúpido, o que esperar dos demais cazaquistaneses?</p>
<p>Não espanta que a diplomacia do Cazaquistão tenha tomado <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/070221/entretenimento/cultura_filme_borat_imagem_pol&amp;printer=1" title="Yahoo! Notícias - apenas um exemplo de tentativa de desfazer a má impressão deixada por Borat" target="_blank">providências</a> para desfazer qualquer má impressão causada pelo escatológico (literalmente) filme. Se o Brasil fosse retratado de forma tão deplorável, seria altamente desejável que o governo tomasse alguma posição. O comportamento retratado no filme equivaleria a afirmar que um dos melhores repórteres brasileiros, em viagem ao Japão, palitaria os dentes com hashi, os &#034;pauzinhos&#034; usados como talheres do outro lado do mundo.</p>
<p>Na verdade, equivaleria a coisa pior, mas fogem-me as metáforas.</p>
<p>Para completar, <em>Borat</em> subestima a inteligência dos espectadores que esperavam estar diante de um filme realmente crítico, não apenas uma produçãozinha de quinta categoria, apelativa e descartável. É frustrante pensar que uma idéia tão boa quanto a crítica à mania ocidental de achar-se melhor que as demais culturas foi jogada, desastrosamente, no lixo.</p>
<p>Talvez, apenas <em>talvez</em>, não seja o pior filme de todos os tempos. Certamente, contudo, foi o pior filme que ganhou destaque favorável na mídia na história da crítica de cinema.</p>

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		<title>Mais Estranho que a Ficção</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 02:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[2 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/mais-estranho-que-a-ficcao/">Mais Estranho que a Ficção</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Marc Forster. Com Will Ferrell, Tony Hale, Maggie Gyllenhaal, Emma Thompson, Queen Latifah, Dustin Hoffman. Título original: "Stranger than Fiction". Se você quer ver surrealismo com tensão bem colocada e generosas doses de humor negro - drama e comédia ao mesmo tempo e na medida certa -, não aceite imitações: só Kaufman é original. Em "Mais Estranho que a Ficção", falta, além de criatividade, ritmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/mais-estranho-que-a-ficcao/">Mais Estranho que a Ficção</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha Técnica</h3>
<p><em>Stranger than Fiction</em>. EUA, 2006. Comédia. 113 minutos. Direção: Marc Forster. Com Will Ferrell, Tony Hale, Maggie Gyllenhaal, Emma Thompson, Queen Latifah, Dustin Hoffman.</p>
<p>Certa manhã, Harold Crick (Will Ferrell), um funcionário da Receita Federal, passa a ouvir seus pensamentos como se fossem narrados por uma voz feminina (de Emma Thompson). A voz narra não apenas suas idéias, mas também seus sentimentos e atos com grande precisão. Apenas Harold consegue ouvir esta voz, o que o faz ficar agoniado. Esta sensação aumenta ainda mais quando descobre pela voz que está prestes a morrer, o que o faz desesperadamente tentar descobrir quem está falando em sua cabeça e como impedir sua própria morte.</p>
<p>Mais informações: <a title="Mais Estranho que a Ficção" href="http://adorocinema.com.br/filmes/mais-estranho-que-a-ficcao/mais-estranho-que-a-ficcao.asp" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img title="2,5 estrelas" src="/wp-content/uploads/2-5.gif" alt="2,5 estrelas" width="87" height="16" /></p>
<p>Filme do mesmo diretor de <a title="Adoro Cinema" href="http://adorocinema.com.br/filmes/em-busca-da-terra-do-nunca/em-busca-da-terra-do-nunca.htm" target="_blank">Em Busca da Terra do Nunca</a>, excelente produção de 2004. Infelizmente, <em>Mais Estranho que a Ficção</em> não manteve a excelência, apesar de seu elenco de estrelas. Emma Thompson &#8211; sem maquiagem e perfeita no papel de escritora atormentada &#8211; e Dustin Hoffman &#8211; um tanto sub-aproveitado &#8211; não são suficientes para conferir dinamismo a um roteiro pretensioso, que não entrega o que promete.</p>
<p>A idéia que impulsiona a história &#8211; a discussão sobre o ato de escrever um romance, numa espécie de metalinguagem &#8211; sequer é original. Tema semelhante (especificamente, o processo de escrever um roteiro para cinema) foi explorado em <a title="Adoro Cinema" href="http://adorocinema.com.br/filmes/adaptacao/adaptacao.asp" target="_blank">Adaptação</a>, do fantástico Charlie Kaufman. <em>Mais Estranho que a Ficção </em>também incorpora um pouco de <a title="Adoro Cinema" href="http://adorocinema.com.br/filmes/show-de-truman/show-de-truman.asp" target="_blank">O Show de Truman</a> (sensação de perda do controle sobre a própria vida) e de <a title="Adoro Cinema" href="http://adorocinema.com.br/filmes/quero-ser-john-malkovich/quero-ser-john-malkovich.asp" target="_blank">Quero ser John Malkovich</a> (tem gente na minha cabeça!),outro filme imperdível de Kaufman. Não é à toa que, como me disse um amigo, tem gente definindo o filme como &#034;um Kaufman para quem não entende Kaufman&#034;.</p>
<p>Só que é simples assim: se você quer ver surrealismo com tensão bem colocada e generosas doses de humor negro &#8211; drama e comédia ao mesmo tempo e na medida certa -, não aceite imitações: só Kaufman é original.</p>
<p>Em <em>Mais Estranho que a Ficção</em>, falta, além de criatividade, ritmo. O filme é tão irremediavelmente lento que nem mesmo a vivaz personagem de Maggie Gyllenhaal consegue animá-lo, embora a ela sejam devidos bons momentos poéticos.</p>
<p>A história ainda poderia ser salva por um desfecho incomum, mas nem no último momento o filme se recupera. O espectador é levado a ansiar pelo final perfeito, apenas para ver-se frustrado.</p>
<p>Um dos diálogos finais vem sob medida para definir o filme:</p>
<blockquote><p>-  It&#039;s ok.<br />
-  But not great?<br />
- No; it&#039;s ok.</p></blockquote>
<p>Esse trecho, dito no contexto do filme e referindo-se ao seu elemento principal, ao lado da cena em que Harold afirma ter gostado especialmente de uma determinada parte da história &#8211; que é, de fato, uma das melhores -, são as grandes piadas do filme sobre si próprio. Essa brincadeira seria interessante, se fosse honesta. Não é o caso aqui. <em>Mais Estranho que a Ficção</em>, longe de ser um roteiro que confortavelmente ri de si mesmo, propõe-se a ser uma história <em>cult</em>, &#034;cabeça&#034;, inteligente. Se não tivesse tantas aspirações, seria divertido. Como as tem, é apenas medíocre.</p>

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		<title>Volver</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 19:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[5 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[humor negro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/volver/">Volver</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Pedro Almodóvar. Com Penélope Cruz, Carmen Maura, Lola Dueñas, Blanca Portillo, Yohana Cobo, Chus Lampreave. Trata-se de um filme mais amadurecido, com um forte argumento e um jogo muito interessante com o surrealismo. "Volver" aborda a morte, as relações familiares e a cumplicidade feminina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/volver/">Volver</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>Volver</em>. Espanha, 2006. Drama. 121 min. Direção: Pedro Almodóvar. Com Penélope Cruz, Carmen Maura, Lola Dueñas, Blanca Portillo, Yohana Cobo, Chus Lampreave.</p>
<p>Raimunda (Penélope Cruz) é uma jovem mãe, trabalhadora e atraente, que tem um marido desempregado e uma filha adolescente. Como a família enfrenta problemas financeiros, Raimunda acumula vários empregos. Sole (Lola Dueñas), sua irmã mais velha, possui um salão de beleza ilegal e vive sozinha desde que o marido a abandonou para fugir com uma de suas clientes. Um dia, Sole liga para Raimunda para contar que Paula (Yohana Cobo), tia delas, havia falecido. No mesmo dia, Raimunda encontra o marido morto, o que a impede de comparecer ao enterro da tia. Em meio a tudo isso, Irene (Carmen Maura), mãe de Raimunda e Sole, morta há anos, aparece para Sole.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/volver/volver.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Cometários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/5.gif" title="5 estrelas" alt="5 estrelas" /></p>
<p>O novo filme de Almodóvar caiu rapidamente no gosto do público e da crítica. Não é para menos: o diretor espanhol mais aclamado de todos os tempos retoma alguns dos seus melhores elementos e cria uma história dramática de um lado e divertidíssima de outro, bem diferente de seu último filme, <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/ma-educacao/ma-educacao.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Má Educação</a>, tenso da primeira à última cena. É difícil rotular <em>Volver</em> simplesmente como &#034;Comédia&#034; ou &#034;Drama&#034;, já que, para Almodóvar, um gênero não exclui necessariamente o outro.</p>
<p><em>Volver </em>aproxima-se de <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/mulheres-a-beira-de-um-ataque/mulheres-a-beira-de-um-ataque.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos</a> &#8211; tanto nesse trabalho de 1988 (quanto teve início a desavença entre Almodóvar e Carmen Maura, após seis filmes juntos) quanto em <em>Volver</em> (que marca o retorno da sua parceria profissional), o diretor aborda o universo feminino com muito bom-humor e cores vivíssimas. Apesar dessas semelhanças, <em>Volver</em> é um filme mais amadurecido, com um forte argumento e um jogo muito interessante com o surrealismo.</p>
<p><em>Volver </em>aborda a morte, as relações familiares e a cumplicidade feminina. Os homens são retratados da pior maneira, representando traição, violência, deslealdade. As qualidades, da doçura à determinação, são todas das mulheres.</p>
<p>Além de um retorno à parceria com Carmen Maura, <em>Volver</em> traz de volta Penélope Cruz, dirigida por Almodóvar em dois outros filmes (<a href="http://adorocinema.com.br/filmes/carne-tremula/carne-tremula.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Carne Trêmula</a> e <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/tudo-sobre-minha-mae/tudo-sobre-minha-mae.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Tudo Sobre Minha Mãe</a>). Outro retorno é às origens do diretor: Almodóvar declarou que baseou o filme nas recordações da sua infância passada no interior da Espanha e nas lembranças que guarda de sua própria família.</p>
<p>O elenco é de primeira grandeza. Carmen Maura dispensa comentários, Penélope Cruz está absolutamente perfeita e Lola Dueñas (que interpretou Rosa no excelente <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/mar-adentro/mar-adentro.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Mar Adentro</a>) não deixa por menos. Tanto assim que o time, completado por Blanca Portillo, Yohana Cobo e Chus Lampreave, ganhou o prêmio coletivo de melhor interpretação feminina do Festival de Cannes de 2006 (além do prêmio de melhor roteiro).</p>
<p><em>Volver</em> foi o filme espanhol indicado para representar o país no Oscar 2007 e tem chances reais de receber uma estatueta. Acabou de ganhar da <a href="http://www.europeanfilmacademy.org/" title="European Film Academy" target="_blank">Academia Européia de Cinema</a> os prêmios de melhor diretor, melhor atriz (Penélope Cruz) e melhor compositor (Alberto Iglesias), e ainda o prêmio do público de melhor filme europeu.</p>
<p>Aos fãs de Almodóvar é imprescindível uma visita à sua <a href="http://www.clubcultura.com/clubcine/clubcineastas/almodovar/esp/diario01.htm" title="Pedro Almodóvar - Página Oficial" target="_blank">página oficial</a>, que conta com textos escritos por ele mesmo sobre as filmagens de <em>Volver, </em>além de outros artigos.<!--almodóvar--></p>

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		<title>Pequena Miss Sunshine</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2006 21:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[humor negro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/pequena-miss-sunshine/">Pequena Miss Sunshine</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Jonathan Dayton e Valerie Faris. Com Abigail Breslin, Greg Kinnear, Paul Dano, Alan Arkin, Toni Collette e Steve Carell. Título original: "Little Miss Sunshine". Esse "roadie movie" muito diferente leva ao pé da letra o ditado "de perto, ninguém é normal". Os seis membros da família Hoover vivem um tanto fora da realidade, envolvidos em suas idiossincrasias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/pequena-miss-sunshine/">Pequena Miss Sunshine</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>Little Miss Sunshine</em>. Estados Unidos, 2006. Comédia. 101 min. Direção: Jonathan Dayton e Valerie Faris. Com Abigail Breslin, Greg Kinnear, Paul Dano, Alan Arkin, Toni Collette, Steve Carell.</p>
<p>Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/pequena-miss-sunshine/pequena-miss-sunshine.asp" target="_blank" title="Adoro Cinema">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Cometários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/4.gif" title="4 estrelas" alt="4 estrelas" /></p>
<p>Esse <em>roadie movie</em> muito diferente leva ao pé da letra o ditado &#034;de perto, ninguém é normal&#034;. Os seis membros da família Hoover vivem um tanto fora da realidade, envolvidos em suas idiossincrasias. A matriarca, sem dúvida a mais normal da família, luta para evitar que os mundinhos privados (e pirados) de cada um entrem em rota de colisão. Essa dinâmica provoca boas risadas no público e culmina em situações tensas e freqüentemente tragicômicas.</p>
<p><em>Little Miss Sunshine </em>não é uma típica comédia americana.  O tom do filme é inteligente, com pitadas de humor negro e pastelão em doses certas. Embora seja distribuído pela Fox Searchlight, empresa da 20th Century Fox, trata-se de um filme alternativo, <em>indie</em>.</p>
<p>A estréia dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Dayton_and_Valerie_Faris" target="_blank" title="Wikipedia">diretores de videoclipes de bandas como Red Hot Chili Peppers e R.E.M.</a> na telona foi feita em meio a dificuldades financeiras que transformaram a produção de oito milhões de dólares (barata para o padrão hollywoodiano) em uma odisséia de cinco anos. O filme caiu nas graças do público do <a href="http://festival.sundance.org/" target="_blank" title="Sundance Film Festival">Festival de Cinema de Sundance</a> de 2006, o maior evento de cinema independente norte-americano e internacional. Os executivos da Fox perceberam o seu potencial e compraram os direitos de distribuição pela bagatela de dez milhões de dólares.</p>
<p>Sucesso pelo mundo afora, não será surpresa se <em>Little Miss Sunshine </em>figurar entre os indicados ao Globo de Ouro e ao Oscar 2007.</p>

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		<title>O Diabo Veste Prada</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2006 22:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-diabo-veste-prada/">O Diabo Veste Prada</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de David Frankel. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Adrian Grenier, Tracie Thoms. Título original: "The Devil Wears Prada". O filme, baseado no livro homônimo de Lauren Weisberger, é uma divertida história sobre o mundo da moda e suas figuras de bastidores: jornalistas, produtores, estilistas, editores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/o-diabo-veste-prada/">O Diabo Veste Prada</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>The Devil Wears Prada</em>. Estados Unidos, 2006. Comédia. 109 min. Direção: David Frankel. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Adrian Grenier, Tracie Thoms.</p>
<p>Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/diabo-veste-prada/diabo-veste-prada.asp" target="_blank" title="Adoro Cinema">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Cometários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/4.gif" title="4 estrelas" alt="4 estrelas" /></p>
<p>O filme, baseado no <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=241122&amp;catid=215&amp;mostra=true&amp;af=2330" title="O Diabo Veste Prada - encontre o livro no JáCotei" target="_blank">livro homônimo de Lauren Weisberger</a>, é uma divertida história sobre o mundo da moda e suas figuras de bastidores: jornalistas, produtores, estilistas, editores. Meryl Streep está elegantíssima no papel de editora-chefe da revista &#034;Runway&#034;, que bem poderia ser a <em>Vogue &#8211; </em>aliás, a personagem Miranda Priestly é inspirada na editora norte-americada dessa famosa revista<em>. </em>A jovem Andrea Sachs cai de pára-quedas no cargo de segunda assistente de Miranda, um emprego que, como fazem questão de lhe dizer, milhares de pessoas matariam para ter. Andrea, que de início não está nem aí para todo o glamour, vai aos poucos se encantando com o mundo <em>fashion</em> e caminhando para tornar-se mais uma <em>fashion victim</em>.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=428140&amp;catid=257&amp;af=2330" title="Encontre o dvd no JáCotei" target="_blank"><em>O Diabo Veste Prada</em></a> traz críticas à futilidade da moda e tem uma &#034;moral da história&#034;, mas vale mesmo pelas risadas proporcionadas e pela elegantíssima atuação de Meryl Streep.</p>
<p>A modelo brasileira Gisele Bundchën faz sua segunda aparição em Hollywood (a primeira foi no filme <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/taxi/taxi.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Taxi</a>, como uma assaltante brasileira), interpretando a executiva de moda Serena. Gisele tem mais sorte que o talentosíssimo Rodrigo Santoro, que em seu <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/panteras-2/panteras-2.asp" title="As Panteras - Detonando" target="_blank">primeiro filme hollywoodiano</a> não recebeu falas &#8211; verdade seja dita que o talento do moço teve chance de aparecer no seu segundo filme norte-americano, <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/simplesmente-amor/simplesmente-amor.asp" title="Adoro Cinema" target="_blank">Simplesmente Amor</a>.</p>
<p>Também desfilam (com o perdão do trocadilho) pela tela a modelo Heidi Klum e o estilista Valentino Garavani.</p>

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		<title>Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2005 15:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[4 estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/mulheres-a-beira-de-um-ataque-de-nervos/">Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
Direção de Pedro Almodóvar. Com Carmen Maura, Antonio Banderas, Julieta Serrano, Rossy de Palma, María Barranco, Kiti Manver, Fernando Guillén. Título original: "Mujeres al Borde de un Ataque de Nervios". A história é uma teia de encrencas que aumenta a cada cena. São mulheres um tanto neuróticas, sim. E adivinha quem causa suas neuroses? Os homens, claro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diadefolga.com/mulheres-a-beira-de-um-ataque-de-nervos/">Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos</a> - <em>&copy; <a href="http://diadefolga.com">http://diadefolga.com</a>. Todos os direitos reservados.</em> </p>
<p><cite>Nenhuma mulher é perigosa se você sabe como tratá-la (Taxista)</cite></p>
<p><cite>É muito mais fácil aprender mecânica que psicologia masculina.<br />
A uma moto, pode-se chegar a conhecer a fundo; a um homem, jamais. (Pepa Marcos)</cite></p>
<h3>Ficha técnica</h3>
<p><em>Mujeres al Borde de un Ataque de Nervios</em>. Espanha, 1988. Comédia. 89 minutos. Direção: Pedro Almodóvar. Com Carmen Maura, Antonio Banderas, Julieta Serrano, Rossy de Palma, María Barranco, Kiti Manver, Fernando Guillén.</p>
<p>Em Madri Pepa Marcos (Carmen Maura), uma atriz que está grávida mas ninguém sabe, é abandonada por Ivan (Fernando Guillén), seu amante, e se desespera tentando encontrá-lo, pois deseja que ele lhe explique por qual motivo a deixou. Enquanto tenta falar com ele recebe a visita Candela (María Barranco), uma amiga que se apaixonou por um desconhecido e agora que descobriu que ele é um terrorista xiita teme ser presa. Mais tarde chega ao apartamento Carlos (Antonio Banderas), o filho de Ivan. Ele está acompanhado de Marisa (Rossy de Palma), sua noiva, pois os dois estão procurando um imóvel para alugar. Marisa sem saber bebe um gaspacho cheio de soníferos, que Pepa tinha preparado para Ivan, mas uma confusão realmente acontece quando fica claro que Ivan vai para Estocolmo com Paulina Morales (Kiti Manver) e Lucia (Julieta Serrano), a mulher de Ivan, planeja matá-lo. Apesar de ter sido preterida, Pepa quer fazer de tudo para salvar a vida de Ivan.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://adorocinema.com.br/filmes/mulheres-a-beira-de-um-ataque/mulheres-a-beira-de-um-ataque.htm" target="_blank">Adoro Cinema</a>.</p>
<h3>Comentários</h3>
<p><img src="/wp-content/uploads/4.gif" title="4 estrelas" alt="4 estrelas" /></p>
<p>O resumo(??) acima dá uma boa idéia do que é esse filme de Almodóvar &#8211; uma teia de encrencas que aumenta a cada cena. São mulheres um tanto neuróticas, sim. E adivinha quem causa suas neuroses? Os homens, claro. É fácil identificar-se com uma ou outra situação, ainda que nem sempre, na vida real, tomem-se atitudes extremadas como as das personagens.  Tomadas simples, cenários comuns. Chama a atenção  o colorido exagerado, talvez decorrente do visual predominante nos anos 80. Aliás, há outros exageros típicos da década presentes nas cenas, como os brincos de Candela.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=163696&amp;catid=257&amp;af=2330" title="Encontre o dvd no JáCotei" target="_blank"><em>Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos</em></a> é um bom filme, bom texto e boas risadas, que fazem valer a locação, embora não seja o melhor filme do consagrado diretor espanhol.</p>

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