Calma, sei bem que amizade não tem preço. O assunto aqui é o Rent a Local Friend, um serviço inusitado que parece bacana.

A idéia partiu de uma jornalista luso-brasileira que acredita que a experiência da viagem fica mais rica quando se pode contar com a ajuda de um nativo. O site explica e eu transcrevo:
Seu amigo local desenhará e irá propor um itinerário personalizado baseado em lugares charmosos e descolados para visitar, sempre de acordo com os seus interesses pessoais.
Isto significa que você poderá aproveitar o seu dia da melhor maneira possível, visitando somente aquilo que te interessa de verdade e evitando as tão comuns armadilhas turísticas ou perdendo tempo tentando entender “onde estou, para onde vou e o que devo fazer”. Diga adeus aos preços turísticos e problemas de comunicação!
O programa está disponível em poucas cidades por enquanto, inclusive no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os preços é não são, exatamente, um passeio. Três turistas que visitem o Rio pagarão, por um dia de amigo local, 240 reais. Um dia em Paris custa 110 euros e em Nova Iorque são 140 dólares (o valor sempre pode ser rateado por três turistas). O valor não inclui alimentação ou qualquer outra despesa. Se os turistas desejarem um carro com motorista, devem contratá-lo à parte.
Certamente não é a forma mais econômica de viajar, mas penso que pode ser bastante interessante contar com um guia particular e atencioso, especialmente se você não domina a língua do país de destino e/ou não tem coragem de encarar uma viagem sem acompanhante.
O que quero mesmo saber é: você já usou (ou usaria) os serviços do Rent a Local Friend?
Ou melhor, as mulheres e os homens de Mario Prata, que resolveu transformar em livro sua agenda telefônica. O resultado é o desfile de mais de duzentas pessoas – várias delas, famosas – em histórias indiscretas, curiosas, algumas melancólicas, quase todas divertidas.
Primeiro livro da Marian Keys que leio, só caiu nas minhas mãos porque veio de um sebo a um precinho camarada – afinal, ora bolas, quem precisa de mais um livro à la Helen Fielding? Por mais que goste de Bridget Jones (e gosto muito do primeiro livro) ou, a propósito, de Becky Bloom, não estava a fim de investir meu tempo em outra história parecida.